Média
3,2
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Horrível!!! Não consegui terminar de assistir, olha que me esforcei! Só lacração! ..................
Gostei muito do filme, ele aborda vários assuntos importantes, e serve pra mostrar aos homens como nós mulheres nos sentimos no dia a dia, além de ter um humor leve e divertido.
Sensacional. Retrato do que as mulheres passam diariamente. O humor usado na mais pura realidade. Nota 1000/10
Funciona como comédia de "sessão da tarde". As atores são bons, entregam a ideia do filme todavia, como sempre, a militância acaba por detonar o filme, pois não há diversão apenas ataques. Assista por sua conta risco, lembrando que tem coisa melhor.
“Primeiro as Damas” é aquele tipo de filme que sabe exatamente o que quer dizer — mas não faz tanta questão de se aprofundar nisso. E talvez seja justamente aí que ele acerta… e ao mesmo tempo deixa um gostinho de que poderia ir além.
A crítica social está presente, é clara e funciona, mas tudo é tratado de forma mais geral, sem entrar de fato nas camadas mais complexas das problemáticas que levanta. Não é um filme denso — e nem tenta ser. Em vez disso, prefere o caminho mais acessível, usando humor inteligente e situações exageradas que, ainda assim, soam familiares.
E o humor funciona. Não é forçado, não apela, e consegue arrancar risadas com naturalidade. O pequeno drama encaixa bem, sem pesar o tom, e ajuda a dar algum equilíbrio à narrativa.
A protagonista é um destaque à parte. Para quem está acostumado a vê-la em papéis mais intensos, o início pode causar estranhamento. Mas, quando o filme finalmente vira a chave e entra em uma proposta mais distópica, ela cresce muito — e aí sim entrega algo mais interessante e coerente com o que se espera dela.
No geral, é um filme bem construído, com boas atuações e uma proposta que funciona. Mas fica aquela sensação: com um pouco mais de coragem, poderia ter sido muito mais do que é.
Ainda assim, diverte, provoca (mesmo que só um pouco) e cumpre seu papel.
A crítica social está presente, é clara e funciona, mas tudo é tratado de forma mais geral, sem entrar de fato nas camadas mais complexas das problemáticas que levanta. Não é um filme denso — e nem tenta ser. Em vez disso, prefere o caminho mais acessível, usando humor inteligente e situações exageradas que, ainda assim, soam familiares.
E o humor funciona. Não é forçado, não apela, e consegue arrancar risadas com naturalidade. O pequeno drama encaixa bem, sem pesar o tom, e ajuda a dar algum equilíbrio à narrativa.
A protagonista é um destaque à parte. Para quem está acostumado a vê-la em papéis mais intensos, o início pode causar estranhamento. Mas, quando o filme finalmente vira a chave e entra em uma proposta mais distópica, ela cresce muito — e aí sim entrega algo mais interessante e coerente com o que se espera dela.
No geral, é um filme bem construído, com boas atuações e uma proposta que funciona. Mas fica aquela sensação: com um pouco mais de coragem, poderia ter sido muito mais do que é.
Ainda assim, diverte, provoca (mesmo que só um pouco) e cumpre seu papel.
o filme é ótimo, todos os homens deveriam assistir e entender oq é ser mulher em uma sociedade patriarcal e machista, mas sobre a perspectiva de um homem vivendo em uma sociedade femista matriarcal (que é deveras engraçado de ver)
Seguramente foi feito por homens. Horrível e com uma narrativa que coloca o homem como superior mesmo dando uma pequena volta.
A trama acompanha Damien Sachs, um homem elegante e sexista que, após bater a cabeça, acorda em um universo paralelo onde as mulheres detêm o poder e os homens são subjugados. Damien torna-se um funcionário desvalorizado e assediado na agência de publicidade onde antes costumava mandar. Já Alex, outrora uma mãe solteira oprimida, ressurge como uma executiva implacável no topo da hierarquia corporativa.
Uma ótima adaptação americana da versão francesa, “Eu não sou um homem fácil”, mas com um toque de comédia e romance. Ele passa bem a mensagem que ele quer, mas o roteiro se perder em seus 30 minutos finais, deixando o final um pouco sem sentido
Fantástico!! Mostra claramente o quão absurdas são as situações que mulheres vivenciam todos os dias. E consegue fazer isso de uma forma divertida.
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