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Luciana Wiegand
1 crítica
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1,0
Enviada em 4 de agosto de 2025
Filme tendencioso, com claro objetivo de falar mal do Bolsonaro e falar mal da fé em Deus em geral. A narradora já começa dizendo que não entende nada de religião, e q começou a ler a Bíblia por causa do filme. Não entendi se o intuito dela foi criticar mais a religião ou o Bolsonaro, e ainda USAR o Silas para confundir o público. Olha, passei longe de ser católica ou evangélica,.mas o filme está um ataque ridículo . Triste. Achei que seria um documentário imparcial. Péssimo.
Assisti para analisar o que seria abordado e achei muito tendencioso, com falas preconceituosas, estereotipadas e parciais. O documentário não é uma análise isenta e adota frases, mesmo que sutis, que deixam isso claro. Por exemplo, quando contrapõe o conhecimento intelectual ao bíblico, generalizando, como se os evangélicos fossem uma massa de manobra carente de instrução e de conhecimento acadêmico, que se apoiassem na religião como subterfúgio e consolo para seus problemas pessoais e sociais; quando alega que buscar a paz na Terra não seria mais uma solução visada pelos cristãos (o que não é verdade); ou quando utiliza adjetivos ruins e sarcasmo para se referir ao presidente da direita, apenas. Vale assistir tendo essa questão em mente, de que os fatos não são expostos de forma isenta.
Silas Malafaia é o grande destaque como o grande articulador que transita entre os poderes e que desafia o judiciário e o sistema eleitoral assim como seu mentor Jair Bolsonaro que infelizmente culminou no ataque do 8 de janeiro, revelando a simbiose entre fé estratégica política a chamada teologia do domínio, o filme mostra como certas lideranças religiosas defendem que cristãos devem ocupar os três poderes, o filme fala que o vandalismo em Brasília não foi caso isolado, mas de anos de ataques verbais aos poderes. VIVA A DEMOCRACIA - BOLSONARO NA CADEIA. Se você gostou dessa crítica, curta e siga meu perfil no adorocinema
Para a surpresa de absolutamente ninguém, o documentário é tendencioso, mas considerando a autoria de Petra como progressista, é respeitoso com a comunidade evangélica mas dá uma certa impressão de que os crentes brasileiros são TODOS ignorantes, algo que para muitos pode soar como realidade. Teve seu papel social de mostrar a vergonha que é ter como figura religiosa o Malafaia e seu papel de Cacique na política brasileira, algo que jamais será mostrado por outras produções, como as da Brasil Paralelo. Infelizmente jamais será mostrada de maneira séria e livre de ideologias e só servirá de fetiche para a classe artística elitista.
Desnecessário, enviesado, totalmente parcial. Uma propaganda política de esquerda travestida de documentário. Os laços familiares da cineasta com Lula e sua família apenas servem para corroborar isso.
Todo filme é tendencioso, manifestando a visão do produtor. Este em questão não é diferente. Ele traz uns fatos tão inverídicos. Traz um presidente diferente da realidade, tenta passar a ideia de um incapaz, manipulado por um líder religioso. Esqueceu que u único presidente que rompe com o sistema e governa para todos. Idoladra um mentiroso, ladrão de dinheiro e de votos. Um presidente que faliu o país várias vezes, que precisa ser extirpado do cenário político para vivermos a verdadeira liberdade.
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