Média
3,0
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2 críticas
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Primate funciona porque entende que terror eficiente não depende apenas da agressividade, mas de como essa agressividade é enquadrada, adiada e antecipada. Os personagens são surpreendentemente carismáticos e bem desenvolvidos, o que torna o perigo muito mais imediato, e até Ben recebe personalidade suficiente para não virar apenas um “monstro genérico”.
A direção é facilmente o ponto mais forte do filme. Alguns dos momentos mais eficientes surgem simplesmente ao colocar Ben ao fundo enquanto os personagens já estão em desespero, deixando a ameaça existir dentro do quadro sem precisar anunciá-la o tempo todo. Isso cria uma tensão constante em que praticamente qualquer movimento parece perigoso.
A violência é brutal, mas raramente parece gratuita. Considerando a gravidade real de ataques de chimpanzés, a agressividade do filme parte de algo perturbadoramente plausível. Também gostei muito do contraste entre o instinto animal e algo que quase parece uma perda de sanidade humana.
A construção da agressão e da morte de Drew foi particularmente forte. Em vez de apostar no jumpscare óbvio seguido de gore, a cena constrói primeiro o terror psicológico e deixa a violência funcionar como consequência. O uso posterior do ponto de vista silencioso do pai também foi uma escolha excelente, e aqueles poucos momentos mostrando-o durante a viagem acrescentam muito mais ao suspense do que parece inicialmente.
A trilha sonora é ótima, a sequência final de ação é muito bem construída e o filme sabe manter o espectador fisicamente tenso. Meu principal problema é o uso repetitivo do mesmo recurso de algum barulho inesperado interromper uma tentativa dos personagens de resolver uma situação. Um celular tocando ou uma televisão ligando pode funcionar uma ou duas vezes, mas a repetição faz o recurso perder força. Também achei desnecessário o último momento em que Ben sobrevive só o suficiente para atacar Lucy novamente, como se o filme precisasse fabricar um último pico dramático.
Em compensação, o momento final com o policial mexendo no tablet e ouvindo “Lucy. Bad.” funciona muito melhor como último susto. É curto, bem colocado e combina perfeitamente com o tom do filme.
No geral, Primate é um terror tenso, agressivo e muito bem dirigido, que entende como usar enquadramento, silêncio, antecipação e empatia pelos personagens para fazer a violência realmente importar.
A direção é facilmente o ponto mais forte do filme. Alguns dos momentos mais eficientes surgem simplesmente ao colocar Ben ao fundo enquanto os personagens já estão em desespero, deixando a ameaça existir dentro do quadro sem precisar anunciá-la o tempo todo. Isso cria uma tensão constante em que praticamente qualquer movimento parece perigoso.
A violência é brutal, mas raramente parece gratuita. Considerando a gravidade real de ataques de chimpanzés, a agressividade do filme parte de algo perturbadoramente plausível. Também gostei muito do contraste entre o instinto animal e algo que quase parece uma perda de sanidade humana.
A construção da agressão e da morte de Drew foi particularmente forte. Em vez de apostar no jumpscare óbvio seguido de gore, a cena constrói primeiro o terror psicológico e deixa a violência funcionar como consequência. O uso posterior do ponto de vista silencioso do pai também foi uma escolha excelente, e aqueles poucos momentos mostrando-o durante a viagem acrescentam muito mais ao suspense do que parece inicialmente.
A trilha sonora é ótima, a sequência final de ação é muito bem construída e o filme sabe manter o espectador fisicamente tenso. Meu principal problema é o uso repetitivo do mesmo recurso de algum barulho inesperado interromper uma tentativa dos personagens de resolver uma situação. Um celular tocando ou uma televisão ligando pode funcionar uma ou duas vezes, mas a repetição faz o recurso perder força. Também achei desnecessário o último momento em que Ben sobrevive só o suficiente para atacar Lucy novamente, como se o filme precisasse fabricar um último pico dramático.
Em compensação, o momento final com o policial mexendo no tablet e ouvindo “Lucy. Bad.” funciona muito melhor como último susto. É curto, bem colocado e combina perfeitamente com o tom do filme.
No geral, Primate é um terror tenso, agressivo e muito bem dirigido, que entende como usar enquadramento, silêncio, antecipação e empatia pelos personagens para fazer a violência realmente importar.
Filme do caralhooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo
Dá agonia a burrice dos personagens, violência exagerada. Filme pra assistir uma vez apenas e esquecer.
Um filme simplesmente horrível. A produção é extremamente mal feita, o roteiro é terrível e a execução parece descuidada em praticamente todos os aspectos. Nada funciona: a narrativa é confusa, a direção é fraca e não há qualquer elemento que consiga salvar a experiência.
É uma obra completamente descartável, daquelas em que absolutamente nada se aproveita. Sem exagero, foi uma das maiores perdas de tempo que tive assistindo a um filme. Se você estiver lendo esta crítica antes de dar o play, considere-a um conselho sincero: poupe seu tempo e assista a qualquer outra coisa.
É uma obra completamente descartável, daquelas em que absolutamente nada se aproveita. Sem exagero, foi uma das maiores perdas de tempo que tive assistindo a um filme. Se você estiver lendo esta crítica antes de dar o play, considere-a um conselho sincero: poupe seu tempo e assista a qualquer outra coisa.
Não perca o seu tempo. com potencial que não foi bem explorado.
spoiler:
spoiler:
spoiler:
O Primata (2025) – ⭐⭐⭐½☆
O Primata é um filme legalzinho. A ideia é interessante e tem alguns momentos bons, mas não foi algo que me surpreendeu completamente.
A história consegue divertir, porém senti que faltou algo para tornar o filme mais marcante.
É uma experiência razoável e vale assistir para passar o tempo.
Por isso, minha nota é 3,5 estrelas.
O Primata é um filme legalzinho. A ideia é interessante e tem alguns momentos bons, mas não foi algo que me surpreendeu completamente.
A história consegue divertir, porém senti que faltou algo para tornar o filme mais marcante.
É uma experiência razoável e vale assistir para passar o tempo.
Por isso, minha nota é 3,5 estrelas.
Um dos piores filmes que eu vi nos ultimos tempos. Nivel de agente secreto. Sem enredo. Sem explicação. Sem estrutura. Atores péssimos
Bom terror! Possui uma premissa muito atrativa com elenco nem tanto, estilo do macaco também não agrada tanto, apesar do seu realismo. Poderia ter sido um dos grandes filmes de terror do ano .
Filme bem sessão da tarde, não é um dos melhores mas da pra assistir tranquilo, mas não vale a pena assistir mais que uma vez.
O trama consegue manter uma certa tensão, mas é fato que o roteiro é bem fraquinho e capenga. Interessante que o macaco é uma pessoa fantasiada e não computação gráfica (obviamente há alguma coisa de CGI). A idiotice dos personagens enfraquece muito o filme.
spoiler: Os abobados que chegaram por último, chega a beirar o ridículo, chegam em uma casa, com tudo escuro, silencio absoluto e não ligam uma lâmpada. Gastaram todo o orçamento que não deu para quebrar uma televisão de verdade.. meteram aquela tela de fundo na TV ridícula simulando trincado. Ficaram horas na piscina, mas quando a menina pisou no vidro, nem molhado o pé estava, quem dirá "enrugado".
spoiler: Os abobados que chegaram por último, chega a beirar o ridículo, chegam em uma casa, com tudo escuro, silencio absoluto e não ligam uma lâmpada. Gastaram todo o orçamento que não deu para quebrar uma televisão de verdade.. meteram aquela tela de fundo na TV ridícula simulando trincado. Ficaram horas na piscina, mas quando a menina pisou no vidro, nem molhado o pé estava, quem dirá "enrugado".
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