O Primata
Média
3,3
83 notas

30 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

63.287 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de abril de 2026
Bom terror! Possui uma premissa muito atrativa com elenco nem tanto, estilo do macaco também não agrada tanto, apesar do seu realismo. Poderia ter sido um dos grandes filmes de terror do ano .
Nelson J
Nelson J

51.030 seguidores 1.977 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 13 de fevereiro de 2026
Filme ágil e de baixo custo que funciona como diversão. Alerta sobre a raiva é educativo. Muita violência.
Jackson A L
Jackson A L

13.703 seguidores 1.243 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de março de 2026
O trama consegue manter uma certa tensão, mas é fato que o roteiro é bem fraquinho e capenga. Interessante que o macaco é uma pessoa fantasiada e não computação gráfica (obviamente há alguma coisa de CGI). A idiotice dos personagens enfraquece muito o filme.
spoiler: Os abobados que chegaram por último, chega a beirar o ridículo, chegam em uma casa, com tudo escuro, silencio absoluto e não ligam uma lâmpada. Gastaram todo o orçamento que não deu para quebrar uma televisão de verdade.. meteram aquela tela de fundo na TV ridícula simulando trincado. Ficaram horas na piscina, mas quando a menina pisou no vidro, nem molhado o pé estava, quem dirá "enrugado".
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.170 seguidores 969 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 13 de fevereiro de 2026
Um terror um pouco diferente. Sabemos o que esperar, mesmo assim consegue ser interessante por não enrolar nas cenas. A trilha sonora é meio forçada e o macaco parece bem falso, mas diverte como entretenimento.
Thiago Petherson
Thiago Petherson

167 seguidores 257 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de fevereiro de 2026
Bom filme, que sai um pouco do roteiro comum que vem sendo utilizado ultimamente nos filmes de suspense. Curto, sem enrolação e objetivo. O filme trata de pessoas em perigo enfrentando um animal “doméstico” que surta e começa a atacar todos de forma insana. Lembra bastante os antigos filmes do gênero. E não poupa nas cenas sangrentas e no gore.

Temos jovens cometendo atitudes impensáveis? Sim, temos. Mas o filme é original, não podemos negar, e não é um completo clichê. De clichê, aliás, temos apenas o final, que, como sempre, apresenta um roteiro que protege os mesmos tipos de personagens, ficando meio óbvio de se adivinhar. spoiler: Em certos momentos do filme, até achei que não aconteceria… Mas aconteceu.


Bom pra assistir com a(o) namorada(o) em um sabadão à noite se ela(e) não tiver frescura com cenas violentas.
NerdCall
NerdCall

59 seguidores 474 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de janeiro de 2026
O Primata inaugura o terror de 2026 apostando em um slasher que tenta se diferenciar pelo antagonista: um chimpanzé. A ideia chama atenção logo de cara e, por si só, já desperta curiosidade, principalmente entre fãs do gênero que buscam algo fora do lugar-comum. Ainda assim, apesar dessa escolha incomum, o filme segue quase à risca as fórmulas e clichês que o terror já repete há décadas. O resultado é um longa que funciona como entretenimento rápido e direto, mas que dificilmente deixa uma marca mais duradoura além de sua premissa curiosa.

A história acompanha Lucy, que retorna da faculdade para passar alguns dias na casa da família no Havaí. Lá, ela reencontra o pai, a irmã mais nova e Ben, um chimpanzé criado como membro da família pela mãe falecida, uma cientista que acolheu o animal ainda filhote. O clima de férias e reencontro não dura muito: após ser mordido por um animal silvestre, Ben contrai raiva e passa a representar uma ameaça mortal. Presos dentro da própria casa, os personagens precisam se refugiar no único lugar que o chimpanzé teme, a piscina, enquanto o terror se instala.

A decisão de transformar um chimpanzé no vilão é, sem dúvida, o maior diferencial do filme. Inicialmente, a ideia era usar um cachorro como antagonista, mas Johannes Roberts opta por um animal que desperta um medo mais instintivo. O chimpanzé, por ser tão próximo dos humanos, carrega uma sensação de ameaça mais desconfortável, quase primitiva. Existe algo inquietante nessa proximidade, nesse espelho distorcido entre o humano e o animal, e o filme sabe usar isso como chamariz.

Nos primeiros momentos, o roteiro até ensaia levantar questões interessantes, como os limites da domesticação de animais silvestres e os riscos reais do vírus da raiva. Há um terreno fértil para discutir até que ponto o ser humano projeta afeto onde existe instinto, e como isso pode gerar consequências trágicas. No entanto, essas ideias nunca passam da superfície. Elas estão ali mais para justificar a situação do que para provocar qualquer reflexão mais profunda. Isso não chega a ser surpreendente, já que o filme claramente se posiciona como um slasher interessado em impacto e ritmo, não em debates. Ainda assim, fica a sensação de oportunidade desperdiçada.

Quando o assunto é entretenimento, O Primata cumpre bem sua função. O filme tem um ritmo constante e dificilmente se arrasta. A sensação de confinamento funciona, e o uso repetido dos mesmos espaços reforça a claustrofobia e a tensão. A casa isolada, o perigo circulando pelos corredores e a impossibilidade de fuga criam um cenário simples, mas eficaz. Colocar um chimpanzé infectado em um ambiente fechado pode parecer clichê, mas dentro da proposta do filme, funciona boa parte do tempo.

Visualmente, o longa também acerta em pontos importantes. O uso de efeitos práticos e animatrônicos para dar vida a Ben é um dos grandes destaques. O chimpanzé é convincente, assustador e, em vários momentos, realmente impressiona. Há um cuidado evidente com maquiagem e efeitos, o que ajuda muito na imersão e evita que o filme caia no ridículo completo, algo que poderia acontecer facilmente com uma proposta dessas.

No entanto, quando o filme tenta assustar de forma mais direta, ele começa a tropeçar. Os sustos raramente funcionam, e existe um problema claro de tom. Em alguns momentos, o filme parece buscar um terror mais sério e opressor, mas logo em seguida escorrega para cenas que acabam soando involuntariamente cômicas. Essa oscilação prejudica bastante a experiência. O espectador não sabe exatamente como reagir: se deve sentir medo ou rir do absurdo da situação. Essa indecisão tonal enfraquece o impacto de várias cenas que poderiam ser muito mais eficazes.

No campo do slasher, o filme tem momentos que funcionam, especialmente quando aposta em violência mais direta e efeitos práticos bem executados. Ainda assim, fica a sensação de que poderia ter ido além. Considerando que o antagonista é um animal selvagem e extremamente perigoso, era possível explorar esse lado com mais criatividade e intensidade. Há competência ali, mas ela é usada com moderação excessiva.

Inevitavelmente, O Primata acaba caindo nos mesmos vícios do gênero. Os personagens são pouco desenvolvidos, cheios de estereótipos e tomam decisões absurdas, muitas vezes apenas para que a história avance. O roteiro segue à risca a cartilha do slasher: personagens descartáveis, situações previsíveis e aquela velha lógica em que o vilão elimina vários personagens com facilidade, mas encontra dificuldades inexplicáveis quando chega a vez dos protagonistas. Tudo isso já foi visto inúmeras vezes, inclusive em outros filmes com animais como ameaça central.

Johannes Roberts parece pouco interessado em subverter essas regras. Sua prioridade claramente está no impacto visual e na entrega de um produto direto para o público fiel do terror. Em alguns momentos, essa escolha funciona. Em outros, especialmente no desfecho, os clichês se acumulam a ponto de tirar parte do impacto. O final é previsível, e quem já conhece o gênero sabe exatamente onde o filme vai chegar muito antes disso acontecer.

No fim das contas, O Primata é um filme que cumpre o básico do entretenimento de terror, mas não vai muito além disso. Ele se sustenta pelo ritmo, pela ambientação claustrofóbica e, principalmente, pela curiosidade de ver um chimpanzé como vilão. As ideias sobre o conflito entre o primitivo e a domesticação, assim como a temática da raiva, existem, mas nunca se aprofundam. O filme prefere chocar pelo visual e apostar no apelo imediato do conceito.

Para os fãs do gênero, é uma experiência válida, rápida e direta. Para quem busca algo mais inventivo ou memorável, O Primata provavelmente será lembrado mais pelo rosto do chimpanzé do que pela história que tenta contar. É um slasher funcional, mas preso às próprias fórmulas: eficiente no momento, esquecível depois.
Gabriela Santos
Gabriela Santos

23 seguidores 446 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2026
Chatinho, né? Não vou dizer que esperava mais, pois não seria verdade. Afinal, é comum vermos filmes ruins de animais assassinos. Mas o trailer tava massa, os pôsteres também… no final das contas, é mais um filme sangrento (que é a única parte boa) com humanos tomando atitudes burras.
Caio "Vasco"
Caio "Vasco"

7 seguidores 136 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2026
Olha conseguiram criar tensão e terror com um macaco tão inofensivo e gentil.

Filme de terror com um vilão tão atípico assim, pode tornar tudo muito pastelão, infantil, sem peso dramático ou horripilante. Mas a forma que conduziram esse filme é realmente assustador ver aquele ser humaninho ali cheio de pelos te encarando de longe, a forma que construiram o background pra mostrar que ele é inteligente, que ele sabe se comunicar é bem sólida te convence que o safado realmente fala a nossa lingua e está sedento por sangue devido a raiva, inclusive achei muito boa a justificativa para ele se tornar tão violento achei bem coeso.

As atuações são boas, algumas cenas os personagens demonstraram inteligencia e outras cenas não demonstraram o que já é bem típico para filmes de terror, só senti falta da nudez, tinhamos 3 jovens lindas e nenhuma delas ficou pelad*, isso me incomodou bastante acho que um bom filme de terror tem que ter nudez e sex* como os clássicos dos anos 90.

Mas o filme é uma grata surpresa, admito que fosse assistir um outro filme besteirol igual o recente filme do macaco brinquedo assassino, uma ótima surpresa no cinema.

Vale a pena sim assistir !
Sandro L.
Sandro L.

4 seguidores 48 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 12 de fevereiro de 2026
Filme até diverte , o chimpanzé nitidamente se perrcebe se tratar de uma pessoa fantasiada . No mais roteiro meio louco mas que oferece alguma tensão.
Jonathan Maycon
Jonathan Maycon

19 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de fevereiro de 2026
Aproveitando a Semana Nacional do Cinema, assisti a este filme. E, diga-se de passagem, embora não seja uma grande obra-prima, superou com folga Invocação do Mal. A proposta de O Primata é significativamente mais instigante, adotando uma estética mais próxima do gore e do slasher, com cenas que realmente provocam desconforto e tensão. Ainda assim, o que mais me causou inquietação não foi exatamente a ameaça em si, mas a postura excessivamente passiva dos protagonistas. Trata-se de um perigo real, porém plausível de ser enfrentado com maior assertividade. Faltou ímpeto de sobrevivência. Em diversos momentos, os personagens parecem mais comprometidos em manter uma postura politicamente correta e ecologicamente não violenta do que em reagir de forma estratégica diante de uma situação extrema
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