Cara, assisti e esse filme é incrível, é uma obra-prima, sinceramente, o final é lindo e emocionante, desbloqueou Memórias belas dentro de mim. Na minha opinião, é o melhor filme brasileiro recente, agradeço pelo filme incrível e bem feito.
Caramelo é um filme nacional dramático que foi dirigido por Diego Freitas que também participou do roteiro ao lado de Rod Azevedo, Vitor Brandt e Carolina Castro. Na trama, acompanhamos Pedro (Rafael Vitti), um cozinheiro em ascensão que acaba de se tornar chef em um conceituado restaurante. Pedro tem a sua vida abalada após a descoberta de um câncer no cérebro, mas redescobre a vida após encontrar um cachorro vira-lata que resolve adotar e passa a chama-lo de Caramelo. É inegável que essa produção nacional da Netflix é mais daquelas repletas de clichês (mais um do mesmo), mas em grande parte desses clichês funcionam bem na trama. O filme leva uma carga dramática muito boa e é crescente a medida em que Pedro descobre a doença e vai ficando mal por conta dos diagnósticos seguintes. Isso eleva o filme para o seu maior proposito que é o de viver. Afinal, todos devemos viver, pois a única certeza que temos é da morte. Caramelo aparece no filme não para deixar a carga dramática mais pesada, mas para oferecer cenas de alivio cômico. Embora que exista sim uma carga de drama entre Pedro e o cachorro, pois passam a ser amigos inseparáveis. Ficamos queremos saber o que vai ocorrer no final do filme, se Pedro vai sobreviver, se o cachorro tbm, mas o filme vai colocando situações para alongar o desfecho e essa situações não são resolvidas ( a exemplo do abrigo de cão da namorada de Pedro). Desfecho esse super satisfatório e emocionante. No mais temos uma boa trilha sonora, com destaque para a Música “Feliz, alegre e forte” de Marisa Monte. O filme poderia ter se aprofundado em denunciar problemas no sistema de saúde pública brasileira, mas ao escolher um personagem classe média acabou excluindo essa possibilidade. No mais, o filme é o mais fofo de 2025 e um dos mais legais do cinema nacional desse ano.
Filme espetacular, também fui diagnosticada com um glioma infiltrativo no hipocampo D, em novembro do ano passado. E em janeiro fui direcionada a ser acompanhada pelo SUS. No Instituto Estadual do Cérebro Paulo Niemeyer, e desde 8/1/25, lá realizei outra ressonância nesta instituição em maio, em agosto um eletroencefalograma, sigo sem tratamento para o Tumor, apenas prescreveram Lamotrigina 50mg manhã e noite. Perguntam como tenho mantido o sentido de viver respondo meu porto seguro é Cristo, a quem creio e sirvo! Creio que dará uma solução no desfecho de minha situação junto ao Instituto. Sigo em Fé.
Um bom filme não deixe de ser ótimo começa com o chefe assim são tudo que se espera de uma pessoa com câncer, primeiro ver a negação o medo de falar para o seu familiares e aceitação, retrata bem só o que achei meio incompleto é o final pois é bem curto não fala como o protagonista ficou ou um dos né todos nós sabemos que o caramelo faleceu de velhice, já o Pedro nós não sabemos como a vida dele continue se ele se curou ou não mesmo assim ótimo filme.spoiler:
Cara, que filme incrível. Eu vi esse filme duas vezes e nas duas eu me emocionei, me fez chorar, fiquei depre, mas valeu cada segundo do meu tempo, o cachorro do filme tem uma ótima personalidade, o protagonista é incrívelmente lindo e traz a essência brasileira, as piadas são ótimas, as lições de morais são sensacional, as músicas são ótimas. Esse filme também me ensinou que termos que viver o hoje pois o amanhã não sabem oq vai acontecer, e também que qualquer momento difícil pode passar se tivermos um amigo ao nosso lado.
Caramelo é um daqueles filmes que, de início, chamam a atenção pela estética. A direção de fotografia é impecável — cada cena parece saída de um comercial. Tudo é tão bem iluminado, colorido e “perfeito” que, às vezes, dá até vontade de comer o que aparece na tela. Visualmente, o filme é um prato cheio, mas essa beleza exagerada acaba tirando um pouco da naturalidade e da imersão.
A comédia, por outro lado, tem seu charme. É leve, boba em alguns momentos, mas ainda rende umas risadas. O problema começa quando o roteiro tenta sustentar o resto. A história é extremamente previsível e cheia de furos — a ponto de me dar preguiça de continuar assistindo. Parei o filme pela metade, e não por falta de tempo, mas por falta de vontade mesmo.
Outro ponto que incomoda é como o filme tenta forçar a ideia de ser brasileiro. Dá pra perceber isso no uso constante de músicas do Furacão 2000, muito funk e vários elementos que reforçam o estereótipo que o exterior costuma ter do Brasil. Curiosamente, não há espaço pro samba, mas sim pra uma visão mais superficial do que o país representa hoje. Parece, sinceramente, que o diretor é um gringo tentando reproduzir o “jeitinho brasileiro” que ele imagina — e não alguém que realmente vive e entende o Brasil.
Talvez isso explique o tom meio artificial de tudo: o filme é da própria Netflix, o que dá a sensação de ser mais um produto feito pra agradar lá fora do que pra representar de verdade o que somos aqui.
No fim, Caramelo é um filme bonito e até divertido em alguns momentos, mas que peca por ser raso, previsível e preso a uma imagem estereotipada do Brasil. Se acabar ganhando algum prêmio, vai ser mais pela embalagem do que pelo conteúdo.
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