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vih
1 crítica
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4,5
Enviada em 1 de dezembro de 2025
Filmaçoooo!!!! Te prende muito na história, o enredo é muito bom, fazia tempo que não via filmes de terror bom igual a esse, mas nn queria que o irmão da protagonista tivesse morridospoiler:
Não é um filme ruim. Mas também não é dos melhores. Como padrão de filme de terror… envolve rituais … e a historia vai se desenrolando com os irmãos que são adotados por Laura.
esse filme em minha opinião é o melhor filme de terror de 2025, trabalhou bem o desenvolvimento de personagem faz o público se apegar aos irmãos, o filme faz você ficar com raiva da Laura quem tem uma ótima motivação como vilã, o filme faz você sentir o desconforto do Andy na casa, também é mostrado o apego que os irmãos tem entre eles, uma coisa que trabalha isso bem é eles terem um código para conversar muito bom, as cenas visuais do filme são muito realista, uma das melhores cenas do filme é do menino comendo a faca é uma coisa que não sai da sua cabeça, más esse filme trabalha muito mais suspense do que o terror em si que a parte do terror é sobre ritual e acontece pro final do filme, acho que deveria ter uma explicação do ritual maís compreensível, o filme de início não parece terror mais vai ficando mais macabro ao decorrer do filme, esse filme é muito acima da média só não dei cinco estrelas porque já vi alguns com melhores ideias
Talvez o grande problema de eu não ter achado tudo isso que falam foi ter ido com a expectativa de que era o melhor filme de terror de 2025. Não é o tipo de terror que eu gosto; fui pelo hype, já que em todos os lugares diziam ser o melhor do ano. Talvez por isso tenha vindo a decepção.
spoiler: O filme, na primeira metade, é parado, o que o deixa bem chatinho. Como espectador, fiquei sedento por uma explicação, mas tudo parecia enrolação. Acho que essa parte inicial poderia ter mais explicitez.
Mas não posso dizer que é um filme ruim, porque a partir da metade ele se desenrola rápido e de forma objetiva, entregando ao espectador tudo o que talvez esperasse ver. Então, não é ruim, mas está longe de ser o melhor de 2025.
Como sempre falo, cada um precisa assistir e tirar suas próprias conclusões. Eu, particularmente, não achei tudo isso que estão dizendo. Talvez o erro tenha sido tentar misturar muitos elementos em um só filme, às vezes menos é mais.
Os atores são ótimos , cenas bem gravadas mas são previsíveis. o filme é ruim, história que se perde em alguns momentos e que dá vontade de desistir do filme.
Um filme muito bom, mas ligado para o suspense que para o terror, mas um filme que faz você prender a atenção do começo ao fim, com ótimo roteiro e atuação dos atores.
Faça ela voltar é um filme de terror que foi dirigido por Danny Philippou e Michael Philippou, Danny que também participou do roteiro ao lado de Bill Hinzman. Na trama, acompanhamos Andy (Billy Barratt) e a sua irmã que possui deficiência visual Piper (Sora Wong) que ficaram órfãos. Logo, acabam sendo adotados por uma terapêutica chamada Laura (Sally Hawkis), que tem um filho pequeno chamado Oliver (Jonah Wren Phillips). Porém, o que seria uma nova família torna-se um inferno na vida dos 2 irmãos. O filme dá um novo horizonte para o subgênero do terror sobrenatural, ao priorizar o drama (longe do melodrama) familiar do luto nas duas famílias. Os 2 irmãos protagonistas de luto pelo recente falecimento do pai e Laura pelo falecimento da sua filha que também possuía deficiência visual. A dupla de irmão cineastas, nesse seu segundo filme usa muito o apelo visual para chocar. Cenas que são indigestas de se assistir, principalmente as de automutilação. Outros destaques são a atuação de Sally Hawkis que desde a sua primeira cena já notamos que a sua personagem carrega problemas familiares e que isso foi sendo acrescido no decorrer do filme. Além da atuação impecável dos adolescentes do filme Sora Wong possui deficiência e na maioria das suas cenas a mesma interpretava (teve cenas de correria). O que falar do jovem prodígio Phillips (merece atenção). O filme tem apenas alguns problemas em seu roteiro de deixar algumas pequenas pontas soltas, mas que não comprometem o filme como todo. A última cena do filme com Laura na piscina foi extremamente simbólica para o tipo de abordagem da trama.
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