O filme é para criticar a violência contra as mulheres. Mas a história se perde! A esposa sabe tudo o que o marido faz e ainda o incentiva para subir de posto. Ou seja, era conivente! Traçaram o perfil do homem como um pai que não era tão carrasco assim. De repente, o homem vira um demônio. Muito mal explicado!! E ninguém ficou sabendo que fim deu a família, já que ninguém trabalhava, fora o pai. Não percam seu tempo!
A semente do fruto sagrado é um filme do Irã que contou com a direção e roteiro de Mohammad Rasoulof. Vale lembrar que o filme foi indicado ao oscar de 2025 de melhor filme internacional. O filme mergulha no contexto de agitação política no Teerã e com isso, um recém promovido juiz, Iman (Missagh Zareh) se vê bastante pressionado por decisões que deve tomar a respeito das condenações a pena de morte. Além disso, a pressão aumenta quando sua arma some e o mesmo passa a desconfiar da sua esposa Najmeh (Soheila Golestani) e de suas filhas Sana e Rezvan ( Setareh Maleki e Mahsa Rostami). Precisamos entender que o filme é muito político, pois o diretor já foi preso ao enfrentar o regime teocrático no país, além de escolher lugares e esconder as filmagens do filme para driblar a censura no Irã (por isso devemos entender o caminho narrativo do filme). Usando de forma inteligente a metáfora da figueira que ao crescer acaba “estrangulando" a vegetação, começa a sua narrativa pesada. Diante do caos e protestos do regime em questão, percebemos todo controle diante das mídias e até mesmo dentro das famílias (como família protagonista) dos mais velhos ao escolher passar pano sobre o que realmente está acontecendo usando a sua fé. O diretor aqui intercala filmagens reais de protestos que realmente aconteceram em seu país entre os anos de 2022 e 2023. O filme faz importantes denuncias sobre como as mulheres são caladas e sofrem qualquer tipo de violência e assédio, seja entre os seus maridos, país, polícia e até mesmo entre si. O filme perde o folego no seu último ato, quando a família viaja para se isolar no interior do país em local bem afastado. Apesar da linda fotografia local, perdemos a essência do filme. Entendemos a necessidade da censura aqui já falada, mas a ideia de confrontar a família foi uma boa, mas aqui temos cenas que não acrescentaram nada no filme.
Diretor valente ao expor esse tema tão terrivel das opressões contra as mulhers nos estados teocraticos. Poderia ser feito em 2 horas e se sufriria menos. Final sem tom nem som. Atores muito bons.
Indicado ao Oscar 2025 de Melhor Filme Internacional, “A Semente do Fruto Sagrado”, longa dirigido e escrito por Mohammad Rasoulof, tem como pano de fundo protestos políticos a nível nacional que aconteceram em Teerã, capital do Irã que vive sob a égide de um governo representante da República Islâmica.
A história enfoca como esses acontecimentos acabam afetando a vida de uma família - formada pelo pai Iman (Missagh Zareh), pela mãe Najmeh (Soheila Golestani) e pelas filhas adolescentes Sana (Setareh Maleki) e Rezvan (Mahsa Rostami).
Iman ascendeu profissionalmente recentemente, passando a ocupar a posição de Investigador, que antecede, justamente, a sua maior ambição profissional: ser juiz de instrução do Tribunal Revolucionário do Teerã.
O diretor e roteirista Mohammad Rasoulof nos leva à intimidade desta família, na forma como a violência os atinge proximamente e, principalmente, com a preocupação da mãe com a posição que seu marido exerce, em meio a tanta turbulência a nível nacional.
Quando a arma de Iman some misteriosamente, a desconfiança e a paranoia dele levam a repressão para dentro de seu próprio lar. Ao ver seu projeto pessoal e de poder ameaçado, Iman se torna capaz de trazer limitações e proibições para o seio de sua própria casa.
“A Semente do Fruto Sagrado” acaba sendo uma importante crônica sobre como, num país que tem como marca a opressão às mulheres, muitas vezes, é por meio das mãos femininas que as mudanças que se fazem necessárias são implementadas. O que ocorre na casa de Iman é somente um reflexo da efervescência que se via nas ruas de Teerã.
Filme só bom mesmo! Concordo plenamente com os anseios das mulheres no Irã e torço por elas, mas isso não qer dizer de forma alguma q este seja um grande filme ou mesmo digno de prêmios! Parabéns pela iniciativa do diretor e só... q o diga o final sem pé nem cabeça dessa película!
Filme intimista e profundo sobre a Teocracia no Irã do ponto de vita de uma família onde o marido é juiz de instrução, a esposa uma fiel seguidora das normas, uma filha universitária e outra adolescente. Diálogos e cenas impactantes. Uma obra prima. Não perca!
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade