Ele mora na casa do Homem-Aranha na vida real e com isso ganha presente dos fãs todos os dias: "Sempre tiram fotos"
Rafael Felizardo
-Redator | Crítico
Sonhador desde pequeno e apaixonado por cinema de A a Z, encontrou em David Lynch um modo de sonhar acordado.

Um homem chamado Jack Shi adquiriu a propriedade que pertence ao Cabeça de Teia nos quadrinhos da Marvel.

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Já dizia Ben Parker em Homem-Aranha: “Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades”. Jack Shi parece ter entendido bem essa máxima, um morador do Queens, em Nova York, que comprou a casa que pertenceu ao aracnídeo nos quadrinhos da Marvel.

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Jack Shi comprou a casa do Homem-Aranha

Em meados de 2023, Jack Shi adquiriu o imóvel de número 20, na Rua Ingram, em Forest Hills, sem saber que aquele era o endereço utilizado para a casa de Peter Parker e Tia May nas HQs do Homem-Aranha. Muito antes de sua chegada à propriedade, o local já atraía fãs de todas as partes do mundo - o que fez com que o rapaz passasse a receber diversos presentes.

“As pessoas vêm aqui da Irlanda, Inglaterra, Itália. Elas sempre tiram fotos. E muitos americanos sabem que esta é a casa do Homem-Aranha”, disse Shi em conversa recente com o New York Post. “É o espírito da América. O Homem-Aranha é o espírito da América. Ele é um herói”, acrescentou.

Hoje aos 64 anos, Jack Shi nasceu na China, mas se mudou para os Estados Unidos há cerca de uma década. Segundo ele, crianças de diversos países lhe escrevem cartas e fazem desenhos endereçados ao Cabeça de Teia. A residência, inclusive, está identificada como “Casa do Homem-Aranha” no Google Maps.

"Homem-Aranha, como você faz essas coisas, como salvar o mundo?", escreveu Julius, um jovem da Dakota do Sul, em abril. "Você pode vir brincar na minha casa? Podemos assistir à TV juntos", dizia outra carta que um menino chamado Cooper enviou não apenas para o Homem-Aranha, mas também para o Deadpool.

Para além da coincidência de dividir o mesmo endereço que o personagem, um detetive afirmou que uma família chamada Parker morou no local, no passado.

“As pessoas que moravam aqui eram os Parkers. Os Parkers me contaram sobre isso, e foi muito fácil deduzir que quem escreveu os quadrinhos devia conhecer essas pessoas”, explicou Frank Torres, um detetive aposentado, ao jornal.

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