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    Cannes 2013: Leonardo DiCaprio, Tobey Maguire e Baz Luhrmann falam sobre O Grande Gatsby
    16 de mai. de 2013 às 12:00
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    Presentes na coletiva de imprensa, o diretor e os astros do filme de abertura no Festival de Cannes contaram alguns detalhes do projeto. Veja como foi!

    por Roberto Cunha (direto de Cannes)


    A quarta-feira começou agitada por aqui. Além de aguardada, a coletiva de imprensa do filme O Grande Gatsby estava lotada. E enganam-se aqueles que pensam que furar fila "é coisa de brasileiro". Por aqui, isso parece ser uma instituição, pessoal. Tem gente de tudo que é parte do mundo e as filas são grande e quase nunca respeitadas. :/ De qualquer forma, eles não pegam fila e estavam lá: Leonardo DiCaprio, Baz Luhrmann, Tobey Maguire, Carey Mulligan, Joel Edgerton e Isla Fisher. Abaixo, você tem um breve panorama do que foi falado lá.

    A IDEIA DE FAZER O FILME

    O diretor Baz Luhrmann contou que esta nova versão de O Grande Gatsby começou há 10 anos quando estava em um trem, tomando um vinho tinto australiano e tinha uma edição do livro "O Grande Gatsby" em suas mãos. Ele leu, tratou de comprar os direitos, encontrar as pessoas certas e disse que levou tempo para ficar pronto, mas lembrou que Leonardo DiCaprio rapidamente topou fazer parte do projeto.

    UMA SIMBÓLICA REVELAÇÃO
    O cineasta contou para todos que, durante uma pré-estreia nos Estados Unidos, uma senhora chegou para ele e disse que tinha vindo de longe para ver "o que tinham feito do livro do meu avô". O diretor disse ter congelado na hora, acrescentando que ela afirmou que o autor "teria ficado orgulhoso do filme". Provocando risos, revelou que ela disse ainda ter adorado as músicas e que esse elogio foi o melhor que poderia ter recebido.



    O "CONTATO" COM O AUTOR DO LIVRO

    Questionado sobre seu contato com a obra e o universo de F. Scott Fitzgerald, DiCaprio falou da importância deste livro, especificamente, nas escolas americanas. Disse que leu pela primeira vez quando era bem jovem e que não tinha ideia do verdadeiro potencial da história. Quando o diretor deu para ele uma edição do livro, contou que ia fazer um filme e que tinha um papel para mim. "Uma das coisas mais poderosas deste romance é que 90 anos depois ele ainda é discutido, tem suas linhas dissecadas, cheias de simbolismos".

    NÃO É UMA SÓ UMA HISTÓRIA DE AMOR
    DiCaprio contou que ficou fascinado pelo personagem e falou do seu processo de criação. Para ele a história é muito mais que uma história de amor, mas uma tragédia desse novo americano em um novo mundo onde tudo era possível. O ator falou ainda das sequências criadas pelo autor e que uma, em particular, era incrível para ele, quando seu personagem pega a amada nos braços e o momento é descrito por Nick (Maguire).

    TRABALHAR COM O AMIGO
    Perguntado sobre como era trabalhar com o amigo, citando o companheiro de cena DiCaprio, Maguire disse que o fato de ele ter uma grande afeição por ele ajudou bastante na hora de contracenarem. "A confiança que temos um no outro é enorme", disse, reforçando que a comunicação era muito fácil na hora de compor as cenas. Ele aproveitou para lembrar que Baz, como DiCaprio já tinha falado antes, ajudou muito no processo de inspiração.

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