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diretor Costa-Gavras (O quarto poder) desvenda uma conspiração
para assassinar um político de esquerda, envolvendo uma
rede de corrupção e poder. Com Yves Montant, Irene
Papas e Jean-Luis Trintignant. Vencedor de 2 Oscars.
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Ficha
Técnica
Título Original: Z
Gênero: Suspense
Tempo de Duração: 127 minutos
Ano de Lançamento (Argélia): 1967
Estúdio: Valoria Films / Reggane Films / Office National
pour le Commerce et l'Industrie Cinématographique
Distribuição: Cinema V
Direção: Costa-Gavras
Roteiro: Jorge Semprún, baseado em livro de Vassilis
Vassilikos
Produção: Jacques Perrin e Ahmed Rachedi
Música: Mikis Theodoratis
Direção de Fotografia: Raoul Coutard
Desenho de Produção: Jacques d'Ovidio
Figurino: Piet Bolscher
Edição: Françoise Bonnot
Elenco
Yves Montand (Deputado)
Irene Papas (Helene)
Jean-Louis Trintignant (Magistrado)
Jacques Perrin (Fotojornalista)
Charles Denner (Manuel)
Pierre Dux (General)
Georges Géret (Nick)
Bernard Fresson (Matt)
Marcel Bozzuffi (Vago)
Julien Guiomar (Coronel)
Magali Noel (Irmã de Nick)
Renato Salvatori (Yago)
Clotilde Joano (Shoula)
François Périer
Sinopse
Tendo como trama básica o assassinato de um político
liberal (Yves Montand) cometido como se fosse um acidente, é
retratado o caso Lambrakis, fato acontecido na Grécia no
início da década de 60 no qual a investigação
sobre a morte do político foi escandalosamente encoberta
por uma rede de corrupção e ilegalidade na polícia
e no exército.
Pôsters
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Imagens
- Sem Fotos.
Premiações
- Ganhou 2 Oscars, nas categorias de Melhor Filme Estrangeiro
e Melhor Edição. Recebeu ainda 3 outras indicações
ao Oscar, nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor
Roteiro Adaptado.
- Ganhou o Globo
de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro.
- Ganhou o Prêmio
do Júri e o Prêmio de Melhor Ator (Jean-Louis Trintignant)
no Festival de Cannes.
Curiosidades
- Z foi o primeiro filme a ser indicado nas categorias de
melhor filme e melhor filme estrangeiro no Oscar. Apenas outros
2 filmes repetiram o feito: A
Vida É Bela e O
Tigre e o Dragão.
Críticas
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Resumo |
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Fábio Ananias Moisés (Crítica
do Leitor): "Esse filme sim que fala da política
muito bem. Parabéns aos atores, que souberam interpretar
bem." |
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Victor Lacerda (Crítica do Leitor): "É
um bom filme, retrata a corrupção de forma
assustadora, levando tudo isso a consequências assustadoras.
E também mostra que se a Argélia pode ganhar
um Oscar, por que não o Brasil?" |
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Ricardo Magno (Crítica do Leitor): "Um dos grandes filmes da história do cinema. Relata a corrupção dos coronéis em um certo país, esse país bem poderia ser o nosso. Grande filme político." |
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Marcello Kashmir (Crítica do Leitor): "É um exemplo de perfeito thriller político." Texto completo |
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Adriana Martins (Crítica do Leitor): "É incrível como um filme da década de 60 é tão atual!" Texto completo |
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Felipe Matiello Redins (Crítica do Leitor): "Costa-Gavras neste filme deixa o cinema com um realismo nunca visto; as cenas são extremamente bem feitas, com uma edição ímpar - como a cena do hospital. A transposição entre ficção e realidade faz deste filme uma obra-prima." |
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Sabrina Alves (Crítica do Leitor): "O filme é bem interessante. O início é meio lento, mas no desenrolar o filme fica espetacular! Muito bom mesmo! E muito bem humorado!" |
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Cláudio Dominick (Crítica do Leitor): "Uma aula de montagem e alternância entre discurso político, suspense hitchcockiano e denúncia sobre arbitrariedade do poder." Texto completo |
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Júlio César Furtado Mourão (Crítica do Leitor): "Mostra de forma metafórica, surrealista e artística como funciona o poder político." Texto completo |
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