Scarface, a Vergonha de uma Nação

Scarface, a Vergonha de uma Nação 2010-05-22 Francisco

Título original: (Scarface)

Lançamento: 1932 (EUA)

Direção: Howard Hawks

Atores: Paul Muni, Ann Dvorak, Karen Morley, Osgood Perkins.

Duração: 93 min

Gênero: Policial

Status: Arquivado

5           10 2 5

(2 votos)

                   

Sinopse

Na Chicago dos anos 20, um gângster (Paul Muni) mata um rival do seu chefe e rapidamente ganha destaque dentro da quadrilha. Ele espera o momento exato para assassinar seu chefe e se tornar o novo líder do bando, mas o fato de sua irmã (Ann Dvorak), por quem ele sente uma paixão incestuosa, estar envolvida com seu homem de confiança (George Raft) o deixa totalmente abalado. Este fato gerará trágicas conseqüências.

 

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Elenco

Paul Muni

(Tony Camonte)

  • Ann Dvorak (Cesca Camonte)
  • Karen Morley (Poppy)
  • Osgood Perkins (Johnny Lovo)
  • C. Henry Gordon (Ben Guarino)
  • George Raft (Guino Rinaldo)
  • Vince Barnett (Angelo)
  • Boris Karloff (Gaffney)
  • Inez Palange (Mãe de Tony)

Comentários

Nome do Usuario

Guilherme Araújo em 03/01/2001Nota: 5     

Esse filme é um marco, já que estabeleceu um modelo para o gênero, que ainda é utilizado no cinema atual. Eis, então, uma verdadeira obra de arte cinematográica, que, apesar de ter sido realizada em 1932, permanece como referência. Hawks, a partir desse filme, mostrou seu enorme talento como diretor, que viria a ser notado também em comédias e westerns inesquecíveis (Jejum de Amor, Paraíso Infernal, Rio Vermelho e Onde Começa o Inferno). Aproveito até para fazer uma esdruxúla comparação: a tão elogiada mistura de humor e violência presente em Cidade de Deus (mistura, para mim, em dose exagerada) é mais bem feita em Scarface, isto porque uma das principais virtudes de Hawks era a economia e a precisão do texto e da ação.

Nome do Usuario

Francisco Russo em 02/01/2001Nota: 3.5     

Bom filme, mas que perde na comparação ao seu remake "Scarface". Esta na verdade é uma versão mais enxuta da história de Tony Camonte, já que possui quase a metade da duração do filme de Brian De Palma. O impacto da trama continua presente, apesar de que nesta versão a todo momento nos defrontamos com situações que tentam fazer com que o povo americano combata pessoas como Tony, verdadeiras lições inseridas em diálogos que em certos momentos soam até mesmo fora de contexto e inadequadas. Além disso temos atuações inspiradas de Paul Muni, cheio de maneirismos que criam um personagem marcante, e também de Ann Dvorak, que faz a fogosa e reprimida Cesca. Destaque negativo apenas para o final, que perde muito em impacto e até mesmo coerência do personagem, algo que Brian De Palma conseguiu melhorar bastante em sua versão."

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