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Scarface, a Vergonha de uma Nação

titulo original: (Scarface)

lançamento: 1932 (EUA)

direção: Howard Hawks

atores: Paul Muni , Ann Dvorak , Karen Morley , Osgood Perkins , C. Henry Gordon

duração: 93 min

gênero: Policial

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Scarface
  • gênero:Policial
  • duração:01 hs 33 min
  • ano de lançamento:1932
  • site oficial:
  • estúdio:United Artists / Caddo
  • distribuidora:United Artists / Universal Pictures
  • direção: Howard Hawks
  • roteiro:Ben Hecht, Seton I. Miller, John Lee Mahin, W.R. Burnett e Fred Pasley
  • produção:Howard Hawks e Howard Hughes
  • música:
  • fotografia:Lee Garmes e L. William O'Connell
  • direção de arte:
  • figurino:
  • edição:Edward Curtiss
  • efeitos especiais:

imagens - 4

Scarface, a Vergonha de uma Nação Scarface, a Vergonha de uma Nação Scarface, a Vergonha de uma Nação Scarface, a Vergonha de uma Nação

sinopse:

Na Chicago dos anos 20, um gângster (Paul Muni) mata um rival do seu chefe e rapidamente ganha destaque dentro da quadrilha. Ele espera o momento exato para assassinar seu chefe e se tornar o novo líder do bando, mas o fato de sua irmã (Ann Dvorak), por quem ele sente uma paixão incestuosa, estar envolvida com seu homem de confiança (George Raft) o deixa totalmente abalado. Este fato gerará trágicas conseqüências.

elenco:

  • Paul Muni (Tony Camonte)
  • Ann Dvorak (Cesca Camonte)
  • Karen Morley (Poppy)
  • Osgood Perkins (Johnny Lovo)
  • C. Henry Gordon (Ben Guarino)
  • George Raft (Guino Rinaldo)
  • Vince Barnett (Angelo)
  • Boris Karloff (Gaffney)
  • Inez Palange (Mãe de Tony)
  • Howard Hawks (Homem na cama)

comentários

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Francisco Russo
02/01/2001
nota:Rate07
Bom filme, mas que perde na comparação ao seu remake "Scarface". Esta na verdade é uma versão mais enxuta da história de Tony Camonte, já que possui quase a metade da duração do filme de Brian De Palma. O impacto da trama continua presente, apesar de que nesta versão a todo momento nos defrontamos com situações que tentam fazer com que o povo americano combata pessoas como Tony, verdadeiras lições inseridas em diálogos que em certos momentos soam até mesmo fora de contexto e inadequadas. Além disso temos atuações inspiradas de Paul Muni, cheio de maneirismos que criam um personagem marcante, e também de Ann Dvorak, que faz a fogosa e reprimida Cesca. Destaque negativo apenas para o final, que perde muito em impacto e até mesmo coerência do personagem, algo que Brian De Palma conseguiu melhorar bastante em sua versão."
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Guilherme Araújo
03/01/2001
nota:Rate010
Esse filme é um marco, já que estabeleceu um modelo para o gênero, que ainda é utilizado no cinema atual. Eis, então, uma verdadeira obra de arte cinematográica, que, apesar de ter sido realizada em 1932, permanece como referência. Hawks, a partir desse filme, mostrou seu enorme talento como diretor, que viria a ser notado também em comédias e westerns inesquecíveis (Jejum de Amor, Paraíso Infernal, Rio Vermelho e Onde Começa o Inferno). Aproveito até para fazer uma esdruxúla comparação: a tão elogiada mistura de humor e violência presente em Cidade de Deus (mistura, para mim, em dose exagerada) é mais bem feita em Scarface, isto porque uma das principais virtudes de Hawks era a economia e a precisão do texto e da ação.
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