Título original: (The Door in the Floor)
Lançamento: 2004 (EUA)
Direção: Tod Williams
Atores: Elle Fanning, Jeff Bridges, Jon Foster, Larry Pine.
Duração: 111 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
Ted Cole (Jeff Bridges) tem uma carreira brilhante como escritor de livros infantis. Casado com Marion (Kim Basinger), eles vivem em um condomínio de luxo em Nova York. Um trágico acidente ocorrido anos atrás fez com a vida de Ted e Marion mudasse, sendo que nos anos seguintes ocorreram vários casos de infidelidade mútua entre eles. É quando Eddie O'Hare (Jon Foster), um jovem que deseja aprender as técnicas de Ted, passa a ser seu novo assistente. Ao passar o verão com o casal Eddie modifica a vida de ambos e faz com que relembrem as feridas do passado.
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Ricardo em 07/01/2011Nota: 6
Bom drama para um supercine. Boas interpretações dramáticas de Jeff Brigdes e Kim Basinger. O filme só tem um problema é um pouco lento, se fosse mais ágil seria melhor.
Deborah Fernandesa em 03/01/2004Nota: 2
O filme tem enredo, mas a forma como é desenvolvida a história acaba tornando-o monótono na maior parte do tempo, salva algumas cenas que nos fazem refletir o quanto o sofrimento pode nos tornar egoístas.Mesmo assim, Provocação, não da pra passar nem em SuperCine !!! Quem esperar muito desse filme, vai perceber que ele é realmente uma 'provocação'!
André Luís Aquino em 05/01/2004Nota: 4.5
Pelo título do filme, "Provocação"( Com Jeff Bridges e Kim Basinger) você tem apenas uma pálida idéia do que se trata a história. Talvez a única provocação que exista são as possíveis reflexões que ele suscite no espectador. O título original "The door in the floor" tem muito mais a dizer sobre os personagens e o enredo. O filme é sobre a relação de um casal, ele escritor para crianças, ela uma mulher deprimida e abalada com a perda dos seus filhos, Tim e Thomas, num acidente.Para superar essa terrível tragédia os dois resolvem ter uma filha e mudar para um lugar mais calmo, uma casa a beira-mar (East Hampton, no Estado de Nova York). Porém, a idéia não dá certo e eles mergulham num profundo distanciamento até a chegada do garoto Eddie que quer ser escritor e vê em Ted Cole (Bridges)a oportunidade de ser avaliado em seu intento e aprender coisas novas. O casal acerta uma separação temporária com a locação de um apartamento na cidade que será dividido dia sim dia não por um deles.Isso me fez pensar e me ensinou uma preciosa lição quando a administração da minha vida amorosa futura.Ás vezes é preciso dar um tempo.Dar as pessoas o tempo necessário para saberem o que realmente querem sem nenhum receio de perdê-las. A presença do garoto muda quase que instantaneamente o estado das coisas naquela casa.A menininha é obcecada pelas fotos dos irmãos mortos que ela nem chegou a conhecer e que cobrem quase todas as paredes da casa.Logo se percebe a relação fria da mãe com a filha pequena que não preenche nenhum vazio, pelo contrário é apenas mais uma sofredora.Porém o pai é um ótimo pai pela sua sensibilidade e carinho pela filha. O garoto se apaixona pela mulher do escritor e ela dá corda para esse envolvimento.O seu relacionamento com o garoto sugere que ela esteja pensando no filho tímido Thomas.Temos aí um possível "complexo de Édipo", ou algo até mais do que isso. A sexualidade contextualizada e bastante presente no filme confirma que este tema é como dizia Freud uma das chaves para decifrar a complexidade da psique humana.O sexo é o que nos define e ao mesmo tempo nos aproxima ou distancia dos outros. O escritor Ted personifica a atração irresistível que os artistas exercem sobre as pessoas por serem revestidos de sabedoria e possuírem uma aura em torno de si.Talvez a causa desse fascínio seja porque eles mergulham tão profundamente nas emoções humanas.Ted demonstra suas excentricidades o que ajuda a compor a imagem do artista.Anda nu constantemente.Usa tinta de polvo para pintar seus quadros.Utiliza modelos nuas para compor imagens em vários estágios e que usa na ilustração dos seus livros.Envolve-se sexualmente com suas modelos. As histórias que o escritor escreve parecem possuir um teor biográfico relacionado com os fatos reais de sua vida. "O ruído de alguém tentando não fazer ruído".Uma frase de sua filha vira argumento principal para o livro "A porta no chão". A relação do garoto, que antes era um Nerd, mas que amadurece ao longo do filme, com a mulher do escritor é sacada de longe e administrada como uma situação ao seu favor, usando o garoto como um instrumento numa futura e hipotética separação litigiosa. Porém,a cena da despedida entre o escritor e sua esposa é belíssima porque não envolve linguagem verbal alguma. A troca de olhares e gestos substitui o dialogo.É possível até imaginar o que eles estão dizendo um para outro.Alguns filmes inteiros valem apenas por uma cena, assim como muitas vidas se justificam por um único acontecimento. Por fim o filme usa um dos recursos mais eficazes e admiráveis na arte, o das reticências.Segundo Mário Quintana, elas são o caminho que o pensamento deve continuar a seguir.
Viviane de Cássiaa em 02/01/2004Nota: 4
Faz todos nós pararmos para refletir o quanto uma perda pode nos abalar profundamente. Bela atuação dramática de Jeff Bridges e kim Basinger.
Paulo Humberto Flausino em 06/01/2004Nota: 4
Em uma palavra: Equilibrado!...isso mesmo!...o roteiro desse filme eh dum equilibrio merecedor de oscar!...Durante quase duas horas, voce se emociona,se angustía,se choca,se diverte com todos os personagens,que alias,sao muito bem interpretados tambem. Resumindo: vale a pena!
Jales Pinheiro do Amaral em 04/01/2004Nota: 3.5
É um filme feito para adultos, com certeza. Trata de um assunto pesado mas com um certo humor. Os personagens são bem construídos e bem interpretados. Só lamentei a duração do filme, que parece se alongar mais do que devia. Mas é uma boa experiência, apesar de suas (poucas) falhas.
Cada Um Tem a Gêmea que Merece
Sinceramente nao entendo como filmes imbecis com atores imbecis ainda rendem tanto!
por William, 14/02/2012 às 09:36
Cada Um Tem a Gêmea que Merece
...Adam Sandler se saiu muito bem vestido de mulher!!!Mais a historia em si poderia ser mais...
por renata bueno, 14/02/2012 às 09:24
O Filme é bom! Muito emocionante. Recomendo.
por Victor Tavares Alves, 14/02/2012 às 06:44
Capitão América: O Primeiro Vingador
Dessa série dos vingadores, o Capitão América não é o pior, achei o Thor mais fraco, e ...
por Marlon_SS, 14/02/2012 às 05:38