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Achei uma trama meio fraca, no momento em que acho que o filme vai pegar um embalo(na morte da namorada de pedro)o filme esfria denovo, ficou muito a desejar, achei que ficou sem nexo ter duas historias paralelas num mesmo filme, nao tem muita emoção particularmente nao gostei do filme. muita informação solta p pouco eneredo...dou nota 7 pela camisa listrada do protagonista. |
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Gostei muito por se tratar de um filme "pra cima". Uma bela história sem recorrer à violência ou sexo pra prender a nossa atenção. Precisamos de mais filmes dessa natureza. |
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Filme transcorre pela vida de dois personagens principais: Pedro (Rodrigo Santoro) um marcineiro que constrói mesas de Bilhar e namora Teresa (Bianca Messina) e Ênio (Leonardo Meideiros) um engenheiro de tráfego separado que carece de relação paterna com sua filha Bia (Rita Batata). Ambos protagonistas acreditam na vida como algo determinado e que podem com seus atos definir seu futuro. Pedro necessita rever seus conceitos a partir da morte repentina de Teresa. Ênio, por sua vez, não sabe como fazer para ultrapassar o bloqueio que têm em sua relação com sua filha. O destino (não por acaso) dos dois personagens se cruzam somente nas últimas cenas com um toque simples e genial do excelente diretor Phillipe Barcinski. Roteiro impecável escrito pelo próprio Phillipe ao longo de 5 anos, excelente direção, grandes atuações. Enfim, uma estória simples para um conteúdo exemplar. |
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Assisti ontem na pré-estréia e achei muito bom. O elenco está excelente, com destaque para Leonardo Medeiros. O roteiro/história é muito inteligente. A direção é meticulosa, fotografia impressionante, excelente montagem, enfim, um filme de gente grande. A decepção ficou por conta da trilha sonora do maestro Ed Cortes (pesou na mão). No mais vale muito a pena assistir. |
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Recém sai do cinema. o filme é muito bom. ainda que esteja utilizando o tão comum entrelaçamento dos fatos, o filme traz no seu bojo, com muita sutileza - o que o engrandece profundamente - a liberdade nas e das relações. traz a possibilidade da leveza no contato com as idiossincrasias das pessoas. mostra claramente o não controle que temos da vida. as relações são estabelecidas "ao sabor do vento" e do tempo, sem julgamentos ou pré-concepções. cada um dá ao outro o que pode e como pode, sem pressionar a si mesmo e ao outro. a musica que embala o final do filme arremata de forma lírica a díficil tarefa de lidar com a inexorável finitude que somos. vamos morrer sim. morremos todos os dias, em pequenas ou grande parte de nós e a vida segue, favorecendo se for aceita como finita, a possibilidade de sermos flexíveis, a nos abrirmos para receber do outro o que ele tem para oferecer. lindo! suave e profundo. |
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Um enredo interessante, mas que não me deixou com uma "impressão global" das melhores... Bela atuação do Rodrigo Santoro. Na contramão da opinião geral, achei meio estranho o Leonardo. Não sei, talvez não tenha simpatizado mesmo com o personagem, anti-social e travado demais pro meu gosto. |
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Não acho que houve um comum entrelaçamento de fatos, como disse o crítico acima, até porque o filme não é "tramado" a esse ponto. A mensagem é clara: dois segundos, ou dois minutos podem, sim, fazer toda a diferença e nada, absolutamente nada, acontece por acaso. Belo filme, delicadíssimo, sensível e sem quaisquer tipos de apelações. Destaque especial para a já esperada atuação de Rodrigo Santoro e Leonardo Medeiros. Mais que perfeitos. A nota 9 vai por conta da interpretação quase que desvanecida de Leticia Sabatella. |
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Uma boa obra, escrita coerente, com dialogos que preendem a atenção, mas principalmente enfatiza outras caracteristicas brasileiras que não estão "estigmatizadas" pelo mundo. Atuação de classe de Leticia Sabatella. Rodrigo Santoro mostrou-se bastante incentivador do filme, mas apenas mostrou seu trabalho comum sem muita novidade. |
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Lindo filme, com um argumento muito bom e interpretações marcantes, e inquadramentos interessantes, uma tour por São Paulo boa estréia do diretor o único defeito é o texto e a estória do Rodrigo com a Letícia que não segura o público no demais, vale a pena ser assistido. |
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O filme é uma boa surpresa para quem vai ao cinema pensando em assistir a mais uma crônica nacional, como são a maioria das produções brasileiras. Não Por Acaso consegue ser melancólico, sem ser dramático; romântico, sem ser meloso e até mesmo um pouco clichê, sem ser forçado. São quase duas horas de duração, mas não se sente o tempo passar. Não se trata de uma grande produção. Os cenários da trama são poucos e quase sempre os mesmos. No entanto, se tem sempre a sensação, não somente pelas indicações óbvias, de que estamos em São Paulo. Assim como na cidade, a cor cinza parece imperar, não somente nos ambientes, mas na essência dos personagens. Uma pequena paleta de cores parece dar indicações de que será usada no final do filme. Ao abandonarem o planejamento de cada passo em suas vidas, Pedro e Ênio tendem a sair da letargia de seus personagens rumo a redenção às imprevisibilidades da vida. |
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| 1 - | Percy Jackson e o Ladrão de Raios | 6 | 39 |
| 2 - | Simplesmente Complicado | 6 | 9 |
| 3 - | Avatar | 8 | 140 |
| 4 - | Idas e Vindas do Amor | 6 | 31 |
| 5 - | O Amor Acontece | 8 | 2 |
| 6 - | Toy Story 2 | 9 | 7 |
| 7 - | O Lobisomem | 5 | 30 |
| 8 - | Alvin e os Esquilos 2 | 8 | 47 |
| 9 - | Um Olhar do Paraíso | 8 | 39 |
| 10 - | Entre Irmãos | 8 | 5 |