Chicago
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Média:   3,2 por 3785 notas das quais 11 críticas  | 
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Júlia Marques
Júlia Marques

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  5 - Excelente

Não sou muito de musicais, mas com certeza esse é um dos melhores musicais que existe!! Merecedor de todos os seus 6 Oscars e outros prêmios, em especial Oscar de melhor atriz coadjuvante para Catherine Zeta-Jones!! (mas voto de fã não conta, então...) #FãClubeZeta4Ever

Adicionado em 30 de out de 2011 às 19h15
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Eri Júnior
Eri Júnior

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  4.5 - Ótimo

Concordo com cada ponto que você destacou e mais ainda de como realmente Chicago é uma sátira a dualidade humana, que por mais destacada que seja nossa vida ela é somente "cinzenta" enquanto todos nós, internamente, a enxergamos como uma peça, um espetáculo! Incrível como muitas pessoas não enxergam isso no filme, ou o discriminam por ser um musical!

Adicionado em 04 de jun de 2011 às 18h34
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Flavia Richard Heigel
Flavia Richard Heigel

| Ler suas 11 críticas |

  4 - Muito bom

Chicago mereceu cada um dos premios que recebeu. Queen Latifah estava demais, Renee e Catherine igualmente fabulosas. As músicas, as coreografias, tudo em Chicago foi cuidadosamente elaborado pra dar o resultado que deu.

Adicionado em 06 de fev de 2011 às 22h29
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Homero B. S. Filho
Homero B. S. Filho

| Ler suas 2 críticas |

  4.5 - Ótimo

Para a maior parte das pessoas, num contexto intelectual, os melhores filmes são os antigos. Independentemente do gênero, é incontestável que os roteiros daquela época sejam mais puros, mais criativos e obviamente muito mais comprometidos com a arte em si do que os filmes mais novos. Embora vários representantes dos gêneros cinematográficos tenham conseguido alcançar um grau de excelência bastante similar ao de seus antepassados, os musicais há muito não chamavam atenção. Depois que Moulin Rouge estourou em 2001, Chicago (Chicago, 2002, de Rob Marshall) era outra produção que não poderia deixar de merecer certa atenção, especificamente por ser um musical. A época é a década de 30. Cabarés, bebidas, intrigas, sexo, ocorriam em polvorosa na cidade dos ventos, como era chamada Chicago. No meio deste cenário, Velma Kelly e Roxie Hart cometem homicídios passionais e acabam na mesma prisão, onde partilham problemas não tão similares ocorridos entre as detentas. Próximas de serem condenadas à morte, elas independentemente contratam a mesma pessoa, Billy Flynn, advogado ambicioso e extremamente sagaz que surge como a última esperança para ambas. O objetivismo que abre o longa trata-se de um desvio de atenção que causa ambiguidade em relação ao fluxo do roteiro (pois o passado das personagens permanece um mistério). Logo depois, descobrimos que não é exatamente necessário sabermos quem são essas pessoas, e sim o que elas querem, e é isso que irá traçar seus movimentos durante o filme: o propósito, a motivação que os impulsiona a satisafazerem seus desejos mais cobiçados. São vários elementos que fazem de Chicago um bom filme, mas o mais peculiar é, sem dúvida, os números musicais bifurcados. De um lado, o explendor de um teatro, com direito à coreografia, platéia e um palco. Do outro, pessoas com caráter (falho ou não), sérias, mais do que atores em atividade, personalidades indecisas, movidas pela ganância ou que só querem chamar a atenção. Obviamente, o filme pende mais para o segundo lado, onde os conflitos precisam ser convincetes (e que exalta que um musical não pode ser só lantejoulas). Em contrapartida, os números musicais aparecem em momentos precisos, onde o expectador não poderia ter sido soterrado pela parte mais séria da trama para entender na pele o que realmente move cada personagem. Os números são divertidos, contagiantes e extremamente charmosos, o que é um substancial ponto positivo, e Rob Marshall consegue passar para a tela mais do que com talento essa bifurcação. Quando os personagens não são retratados em seus números musicais, eles são apenas pessoas, com roupas normais, penteados normais, e Dion Beebe contribui com uma excelente fotografia acinzentada, que expressa o quão pacato esse lado pode ser, independentemente da quantidade de intrigas. Porém, nos números musicais, tudo se transforma. As situações são ridicularizadas por metáforas hilárias, os figurinos são coloridos, e a fotografia anda lado-a-lado com a iluminação de um teatro, onde mais de uma paleta de cores, tanto na iluminação principal quanto na contra-luz, de repente surge - até os cones de luz podem ser vistos nos refletores! Isso definitivamente faz de Chicago um sucesso, mas vemos aqui atuações inigualáveis de Renée Zellweger, Catherine Zeta-Jones e até mesmo Richard Gere. Renée brilha como Roxie, enquanto Gere atinge seu momento máximo de glória - apesar de seus 53 anos de idade durante as filmagens, o físico e o rosto do ator não aparentam mesmo essa idade. E enfim, com tantos talentos femininos, há ainda John C. Reilly, que interpreta o marido 'bobão' de Roxie. Ele rouba a cena toda vez que aparece ou falando bobagens, ou dando gafes, e ofusca todo o elenco quando expressa seus sentimentos de indivíduo cansado de ser passado para trás. O trunfo do filme, apesar de todos esses pontos positivos, é exagerar na comédia sem deixar o drama de lado, e sempre quando parece que o filme vai terminar com uma piada musical, aparece um momento dramático que muda tudo e contribui ainda mais para consolidar os personagens como pessoas de verdade. Como eu havia dito, a sátira está presente em cada número musical, e é mais do que bom poder ver os atores ironizando a eles mesmos. Chicago acerta na mosca, alternando números musicais que surgem como contra-ponto da realidade suja e das pessoas mesquinhas e interesseiras que protagonizam a longínqua história. E isto, por si só já é digno de uma antologia.

Adicionado em 23 de jun de 2010 às 22h06
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romarioalg
romarioalg

| Ler suas 8 críticas |

  2 - Fraco

Por ser um musical, o filme tem toda sua ideologia de obrigatoriedade em ínúmeras aparições de músicas e danças, o que combinou bastante com o filme. O filme é bastante empolagante com uma excelente história e maravilhosas atuações. Excelente trabalho de Renée Zellweger. Recomendo!

Adicionado em 18 de fev de 2010 às 13h00
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Adrielle PSS
Adrielle PSS

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  1 - Muito ruim

Gosto de musicais, mas esse definitivamente não é o espetáculo que é "Moulin Rouge", tds as cenas com musicas são coisas das cabeças dos personagens, a única pessoa que canta bem ali é sem duvida Catherine Zeta-Jones, Renée canta gemendo e Richard Gere com certeza não nasceu pra isso, não tem o mesmo visual de "Moulin Rouge" e que fique bem claro que eu só estou comparando os dois, pq o Moulin Rouge foi o mais recente antes de Chicago, as musicas não empolgam, e vc com certeza não sai cantando as musicas, é como se as musicas fossem incluisas a força no filme. É nítido como Chicago tenta, sem sucesso, imitar Moulin Rouge, é decepcionante com certeza

Adicionado em 05 de fev de 2010 às 11h15
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Arthur
Arthur

| Ler suas 16 críticas |

  0.5: Horrível

Podre!!!! A crítica de cinema e os membros da "Academia" estão cada vez mais desqualificados e insensatos. Não existe um motivo se quer para um filme como esse ganhar um Oscar, muito menos cinco!!! Mas o que podemos fazer não é? Este fato foi consequência da falta de opção, afinal não existiu um filme bom sequer neste ano."

Adicionado em 20 de fev de 2002 às 00h00
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Robson
Robson

| Ler suas 23 críticas |

  0.5: Horrível

Uma história boa perdida em um texto e uma edição duvidosa, o filme é um fiasco que só se salva pelas ótimas atuações de Zeta Jones e Renée Zellweger pois até o galã Richard Gere passa a sua antipatia pessoal para seu personagem canastrão. Não sei como um filme tão sem graça conseguiu tantas indicações a prêmios tão bem conceituados.... quem realmente quer ver um bom musical é melhor rever o “Moulin Rouge” que ainda consegue ser o melhor musical da atualidade. Não perca tempo vendo “Chicago” o máximo que você vai conseguir dar bons cochilos durante o filme. Não recomendo!"

Adicionado em 18 de fev de 2002 às 00h00
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Henrique
Henrique

| Ler suas 38 críticas |

  2.5 - Regular

All... That... Jazz!!! Chicago eh isso! É empolgante, é perturabor, é alegre, é crítico... É tudo... de bom! A começar pelo elenco: Catherine Zeta Jones (nem tao bonita, mas excelente no papel), Reneé Zellwegger (fugindo do rótulo comédia romântica) e Richard Gere (canastrão até não poder mais). É um filme tecnicamente e visualmente perfeito. Mereceu cada Oscar que ganhou, e a "não-indicação" de Richard Gere foi uma grande injustiça. Ele diz a melhor frase do filme é dele: "Sou o melhor advogado de Chicago. Se Jesus tivesse me conhecido ele não teria acabado daquele jeito."

Adicionado em 06 de fev de 2002 às 00h00
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Fernando
Fernando

| Ler suas 86 críticas |

  2.5 - Regular

Catherine Zeta-Jones está perfeita e é a verdadeira estrela do filme. Renée Zellweger empolga mais nas cenas cômicas do que cantando , embora seu esforço seja visível. O problema é que Catherine , além da beleza estonteante , tem mais experiência em canto e dança do que Renée. Ainda assim um memorável espetáculo.Trilha sonora impecável."

Adicionado em 05 de fev de 2002 às 00h00
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