Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    Rocky, um Lutador
    Média
    4,6
    945 notas e 41 críticas
    distribuição de 41 críticas por nota
    24 críticas
    10 críticas
    3 críticas
    4 críticas
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    41 críticas do leitor

    Anderson  G.
    Anderson G.

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    4,5
    Enviada em 25 de janeiro de 2019
    "Rocky 1", Um filme que mesmo apos 40 anos ainda consegue expressar na mais alta escala sentimental sua pureza. Um filme simples, que ainda encanta, a historia do boxeador de quinta categoria que nunca conseguiu nada relevante na vida e um dia tem a oportunidade de provar seu valor. Rocky é para ser apenas mais um entre milhões, mas ele teve a chance, e a agarrou, é fácil se identificar, é fácil torcer, é fácil se apaixonar completamente pelo filme, filme esse ao qual seu grande climax era pra ser a luta final, que não passa de apenas uma luta, pois seu resultado é irrelevante, Rocky nunca foi sobre ganhar ou perder, e sim sobre superar seus limites e alcançar seu sonhos, e isso serve para toda antologia. "Rocky 1" tem uma moral poderosa, que mexe com o sonho americano, não é atoa o filme se passa no ano do bicentenário da independência americana e no local da mesma, a triste, fria e depressiva Filadélfia registrada magistralmente pelo diretor de fotografia James Crab que consegue incorporar essas características que são fundamentais ao filme. Seu roteiro é simples, mas bem construido, o bobo, desengonçado e de coração enorme Rocky, Balboa, que não conseue dizer "não" a ninguem e é cheio de lições e trejeitos incomoda e ao mesmo tempo empolga o telespectador, sua caracterização é otima e Rocky, como todos os personagens do filme, estão tentando provar algo, Paulie, Adrian e Mickey, todos tem algo a dizer e todos se desenvolvem junto a Rocky, seu roteiro carrega um desenvolvimento e individualidades de personagens impecáveis que da uma tridimensiodade unica a cada personagem. A boa direção ajuda também o grande roteiro e as otimas atuações, com um das mais vibrantes, iconicas, unicas e empolgantes trilha sonora da historia do cinema, composta por Bill Conti, é impossivel não citar seu encaixe primoroso a obra, que depois viria a ser um hino não só da franquia, mas praticamente a tudo que envolva boxe, outros destaques são as otimas montagens e composições de cenas, figurinos e a maravilhosa maquiagem , principalmente na luta final que está a frente do seu tempo em termos de maquiagem e efeitos. Rocky é puro sentimento, Stallone brilha nesse filme como ninguem, com roteiro escrito pelo mesmo em tres dias e uma atuação primorosa, o brucuto que anos depois viria a ser visto como sinal de filme ruim mostra seu talento, ou não, pois Rocky é um espelho da vida de Stallone, ele não atua, ele só vive o personagem criado por ele mesmo da maneira mais verdadeira que eu já vi no cinema, "Rocky I" foi um sucesso absoluto, tal qual Stallone, que nasce junto com a poderosa franquia que iria ser criar futuramente. Esse filme vai alem de muitos aspectos técnicos ou aritisticos, ele é uma lição, um sentimento, uma mais completa demonstração de clareza de ideias, com problemas é verdade, principalmente no seu ritmo e no estreitamento do terceiro ato mas mesmo assim Rocky encanta o mundo a mais de 40 anos por sua simplicidade genuinamente verdadeira e tocante.
    Maiko D
    Maiko D

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    5,0
    Enviada em 10 de fevereiro de 2013
    O primeiro filme da saga. Tornou-se um clássico. Se existe alguém que nunca viu, certamente, é um filme recomendadíssimo!!
    anônimo
    Um visitante
    3,5
    Enviada em 27 de outubro de 2015
    Um dos grandes trabalhos de Sylvester Stallone.Aqui ele realiza uma de suas melhores performances. Um personagem histórico.  Rocky Balboa,é um grande boxeador, mas afastado dos ringues vive uma vida monótona,sem muita preocupação, apenas ganhando dinheiro com ameaças. O grande ápice do filme,é o momento em que ele retorna suas atividades e inicia novamente um treinamento pesado.A cena clássica,ao lado da trilha ,o momento é um dos melhores do longa. Filme assistido em:27 de Outubro de 2015 Nota:7.8/10
    Neto S.
    Neto S.

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    4,5
    Enviada em 22 de janeiro de 2016
    Rocky Balboa (Sylvester Stallone), um lutador de boxe medíocre que trabalha como "cobrador" de um agiota, tem a chance de enfrentar Apollo Creed (Carl Weathers), o campeão mundial dos pesos-pesados, que teve a idéia de dar oportunidade a um desconhecido como um golpe publicitário. Mas Rocky decide treinar de modo intensivo, sonhando apenas em terminar a luta sem ter sido nocauteado pelo campeão.Otimo , Rocky, um Lutador um filme de superaçao, Sylvester Stallone faz um dos seus personagens mais famoso,o filme tem uma excelente trilha sonora,Rocky e uma liçao de vida, recomendo assistir. Nota 9.7
    Luis R.
    Luis R.

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    5,0
    Enviada em 18 de fevereiro de 2015
    Excelente!!!É sensacional assistir ao treinamento de Rocky com uma trilha sonora emocionante,tem a grande luta que começa como uma piada e termina como um embate de gigantes.O filme é verdadeiramente motivacional e se tornou um clássico!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Jhonathan C.
    Jhonathan C.

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    4,0
    Enviada em 22 de julho de 2013
    Grande filme e grandes atuações. Foi o empurrãozinho que Stallone precisava para começar essa brilhante carreira dele. Um filme comovente, de um lutador que tem uma grande chance de mostrar seu potencial com nada mais nada menos com o campeão mundial dos pesos pesados, Apollo Creed. Grandes atuações também de Burt Young e Talia Shire.
    Roberto S.
    Roberto S.

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    5,0
    Enviada em 30 de março de 2015
    Simplesmente onde tudo começou e mesmo feito há quase 40 anos atrás se encaixa muito bem nos dias de hoje.
    Franklin  S.
    Franklin S.

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    5,0
    Enviada em 27 de janeiro de 2014
    Excelente filme,tem uma bela trilha sonora e mostra a superaçao e determinaçao de um homem,em querer alcançar um desejo : ser um grande lutador de ndo
    Lucas S.
    Lucas S.

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    4,0
    Enviada em 28 de janeiro de 2014
    Não tem nem o que falar, filme famoso, clássico e ganhador de Oscar. Uma ótima pedida para perseverar nessa vida. Filme para Machos! hehe
    Mariano S.
    Mariano S.

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    5,0
    Enviada em 28 de março de 2013
    FILME ROCKY E AS PEDRAS NO CAMINHO Sempre vi com outros olhos esse filme de Stallone, onde ele mesmo comenta também com não o boxe como o centro do roteiro, mas a superação de um homem em relação as suas adversidades da vida, e por isso me identifico ao personagem, que ao longo dos seus 30 anos de história apenas encontrou frustração e decepção, apesar de possuir o talento. Vejo assim o primeiro e o último título como aqueles mais centrais, e interligados, uma vez que o último volta ao primeiro, e a história de amor é o foco, de um cara que é julgado de bobo com uma moça que é julgada de tímida e também louca. Claro que o nome Rocky leva ao grande pugilista Rocky Marciano, e assim estou eu aqui a escrever, Rocky Mariano. A película se baseia na história de um homem que vive a trilha de um anti-herói, por estar sempre em cenas que revelam a penumbra e a periferia, bem como o seu ofício de menino de recados de cobradores agiotas, assim usando de sua força para cobrar as tais dívidas. Tanto que seu treinador perdeu a esperança desse boxeador, que tem a sua chance quando o campeão, Apollo Doutrinador o convida para a luta de sua vida. Finalmente a oportunidade vem, quando dos 30 anos. Vejo que em meus trinta anos também apenas tive pedras no caminho, tanto em ofício literário, com negativas de editoras, assim como em vida emocional, com foras, bem como na advocacia, com maus pagadores e mais outras áreas da vida. O Balboa do filme morava em uma espécie de cortiço, não despertava a atenção de ninguém e mesmo assim tinha talento, vencia nos ringues, mas em lutas que apenas garantiam sua sobrevivência, ou nem isso. Uma luta constante pela sobrevivência nos lembra a lógica darwinista, e ainda a filosofia da cientologia, onde a lei principal da vida é a sobrevivência. Nos comentários Stallone, aqui roteirista, fala dessa questão do rapaz que não tem muita simpatia, briguento e tudo mais. Apesar de seu roteiro original ser usado em apenas 10%, além das alterações, talvez para adicionar a história de amor, com a pura e casta irmã de seu amigo, este que trabalhava em açougue, o mesmo o apoiando nessa conquista, a conquista da força pela inteligência. Fato é que ao patinarem juntos, ela declara que sua mãe disse que por não ter corpo ela deveria buscar a inteligência, e Balboa fala que por não ter inteligência, seu pai falou para ele usar o corpo – isso resultou nas almas-gêmeas. Mas a luta maior foi a da esperança, uma vez que o protagonista já não tem esperança ou sonho, e para um atleta trinta anos já é idade avançada. Mas a exemplo de nós brasileiros, ele não desiste nunca. O amor vence, hora pelo boxe, e em outro momento pela mulher ideal a sua vida. Claro que isso em 1976, onde as pessoas pareciam mais inocentes, coisa que hoje não vemos muito. E o amor vence, uma vez que ele a chama após superar Apollo, u aguentar seus golpes. Já no último Rocky ele está viúvo, e apenas interessa voltar a lutar, uma vez que aposentado e dono de restaurante, não se sente realizado. Hoje também eu não me veria sem escrever, pois os livros tomaram uma importância especial, uma vez que manifesto mais sentimento que na advocacia. Balboa nesse tem filho trabalhando em grande empresa e o rejeitando, sendo que essa conquista se faz por discurso, e a fama faz mais o boxeador que seus golpes, apesar de ainda estar em grande forma. Um personagem único e insubstituível, e outro ator não pode fazer. Isso me lembrou o Mojica brasileiro com seu Zé do Caixão, que também, é insubstituível. Mas as pedras no caminho, nesse último filme são superadas e a dor das limitações físicas da idade também não são barreiras fortes o bastante para vencê-lo. A vida é uma luta, é um ringue. E nunca se é tarde para vencer, para dar bons socos e para erguer o troféu. Um orçamento baixo e uso de atores da própria família de Stallone resultaram mesmo assim em vencedor de Óscar de melhor filme, e claro que o boxe foi apenas coadjuvante nesse enredo, esta luta ensaiada como uma dança, segundo bastidores, e, onde saber cair e levantar serve de lição existencial a todas as pessoas, mesmo aquelas que jamais vestiram uma luva de boxe. Mariano Soltys, autor do livro Filmes e filosofia)
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