Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    1917
    Média
    4,3
    298 notas e 59 críticas
    distribuição de 59 críticas por nota
    19 críticas
    20 críticas
    10 críticas
    7 críticas
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    59 críticas do leitor

    J. Heleno Paiva
    J. Heleno Paiva

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    4,0
    Enviada em 7 de fevereiro de 2020
    Imersivo, acelerado, e emocionalmente impactante, 1917 vai além das conhecidas convenções de seu tão explorado gênero e consegue ser um entretenimento informativo e envolvente que transcende eventuais preferências do público médio. Um empreendimento técnico ambicioso, este drama de guerra tocante conta ainda com um roteiro conciso que não perde tempo com exposições desnecessárias de personagens, em um enredo sem tramas paralelas que poderiam desviar o foco da proposta central. O elenco, liderado por dois atores pouco conhecidos(até agora), é nada menos que ótimo, com destaque para o jovem George MacKay. A fotografia é excepcional, como não poderia deixar de ser, tendo em vista quem é responsável por ela : Roger Dickens. Este talvez seja o melhor trabalho de direção de Sam Mendes(que teve como inspiração para o longa as histórias de seu avô, veterano da Primeira Guerra), merecedor de todos os prêmios que está levando. Apesar de Parasita ser o meu favorito entre os indicados à Melhor Filme esse ano, não vou me importar de ver esta bela obra cinematográfica saindo vitoriosa da cerimônia. Podia ser melhor, tem alguns deslizes aqui e ali que atrapalham um pouco, mas nada muito sério, que atrapalhe o impressionante conjunto. Vale muito apena ver no cinema!
    Alex Costa
    Alex Costa

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    5,0
    Enviada em 27 de janeiro de 2020
    1917 é um filme tecnicamente muito bem feito, o filme é todo filmado em plano sequencia, sendo assim, a câmera ajuda a contar a história e na imersão dos espectador no filme, já que durante todo o tempo eu fiquei completamente imerso na história, esperando para ver como ela riria se desenrolar. Um ponto importante do filme, é que ele não mostra a guerra em si, e sim, as consequências dela, ou seja, apesar de ser um filme de guerra, ele não tem muitas cenas de batalhas entre os exércitos, ele prefere mostrar na verdade, como o ambiente de uma guerra é um lugar ruim, sujo, com muitas mortes e feridos, que aquele lugar é ultimo que alguém gostaria de estar, além de mostrar muito bem as relações humanas dos soldados no campo de batalha, pois o filme tem muitas cenas de diálogos, que basicamente mostram como os soldados, que são apenas seres humanos comuns, reagem a tudo aquilo que estão passando, inclusive os próprios protagonistas são apenas dois jovens adultos , com medos e receios, e não heróis clássicos destemivel e imbatíveis, já que o filme não busca em nenhum momento em exaltar a guerra, como outros filmes do gênero. A história é simples e em nenhum momento é mirabolante e com reviravoltas, porém é muita bem executada, sendo o objetivo é que os protagonistas se deslocam do ponto A para o B. A fotografia é linda, seja em momentos para mostrar cidades destruídas e pegando fogo, e até momentos que contrasta com o cenário e guerra, mostrando vegetação e folhas caindo, dando um ar poético as cenas. Ao final temos um filme tecnicamente lindo e que consegue te deixar agoniado o tempo todo com os horrores da guerra que protagonistas passam, mostrando o quanto uma guerra é cruel.
    Michel Correia
    Michel Correia

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    2,0
    Enviada em 13 de fevereiro de 2020
    FILME MUITO FRACO CENAS MAL FEITAS DA PRA VER QUE NÃO GASTARAM MUITO PARA FAZER TAL FILME NÃO SEI COMO ESSE FILME CONCORRE AO OSCAR.
    Gerson R.
    Gerson R.

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    4,0
    Enviada em 21 de janeiro de 2020
    Existem filmes com grandes histórias contados de maneiras pouco atraentes; e existem aqueles filmes com histórias medíocres ou simples demais contadas de formas incríveis – nessa segunda categoria, eu colocaria trabalhos como Amnésia de Christopher Nolan ou até mesmo o filme de estreia de Steven Spielberg, Encurralado, como bons exemplos. E este novo trabalho do britânico Sam Mendes (de Beleza Americana e os dois últimos filmes de James Bond) se enquadra nesta última categoria – 1917 é, realmente, um filme de guerra com uma história bem convencional – mas o que garante seu brilho é justamente a maneira como é filmado – é um feliz exemplo de como algumas decisões estéticas e técnicas fazem a diferença para se contar uma história. Mesmo utilizando um recurso não novo, como é o caso da filmagem toda em apenas uma tomada, sem cortes – é valido lembrar que o mestre do suspense Alfred Hitchcock já tinha feito algo assim em seu clássico Festim Diabólico, de 1948 – na verdade, assim como na obra citada acima, Mendes utiliza algumas trucagens e travellings para disfarçar os poucos cortes – mas nada disso tira o mérito desta decisão de concepção visual, que realmente auxilia o espectador a se sentir tenso como os personagens em tela, como se fosse um passo a passo, em tempo praticamente real, da jornada dos dois personagens principais. Baseado em histórias que seu avó (que realmente lutou na guerra) lhe contou, o roteiro escrito pelo próprio diretor em parceria com Krysty Wilson-Cairns não é inteiramente baseado em fatos reais – todos os personagens são fictícios, na verdade – Mendes apenas se baseia em uma história parecida que seu avó lhe contou sobre um mensageiro – sendo assim, o longa nos apresenta aos soldados Schofield (MacKay) e Blake (Chapman), em abril de 1917, penúltimo ano da Primeira Guerra Mundial – ambos integrantes do exercito britânico, em batalhão próximo da fronteira com a inimiga Alemanha. O general do grupo (Firth) dá uma missão quase impossível aos dois: atravessar o campo de batalha a frente, a fim de enviar uma mensagem cancelando um ataque que seria feito por outro batalhão britânico em 24 horas, já que a recuada do inimigo se mostra como uma armadilha – além de precisarem andar por quilômetros de distância em lugares perigosos, com inimigos a espreita, a missão se torna ainda mais urgente para Blake, já que seu irmão está no batalhão que precisa ser avisado – e, caso fracassem, além de seu irmão, outros 1600 homens podem perder a vida. É bom ressaltar que a decisão de filmar o longa como se fosse em uma tomada só não é um mero modo de se exibir tecnicamente – pelo contrario, dá muito folego e tensão a caminhada de Schofield e Blake, em corretas caracterizações de George MacKay e Dean Charles-Chapman – com o primeiro passando bem sua falta de ambição na vida, devido a frieza que adquiriu pelo tempo estando nos campos de batalha – ele parece não se importar mais com a família ou até mesmo pelas condecorações que recebeu por coragem antes; enquanto que o segundo precisa se conter para não demonstrar que está emocionalmente abalado por precisar correr contra o tempo para salvar a vida do irmão – como o filme não utiliza-se de cortes para mostrar os diálogos, Mendes tem tempo para desenvolver estas coisas através de sutis falas entre os dois, que mostram suas personalidades, mesmo que rapidamente, mas suficientes para nos identificarmos com eles. Embora isso seja bem retratado, ainda assim, não é foco principal de 1917 – e mesmo que Sam Mendes queira expor o lado sem sentido de lutar na guerra – e isso não é algo novo também – o que realmente torna o filme fácil de ser seguido é o desenvolvimento da ação – como disse antes, a impressão é realmente de que estamos vendo tudo em tempo real, portanto, tudo se torna mais autentico e até realista – mas, convenhamos que isso não é um mérito do diretor – na verdade, o responsável por tudo isso funcionar lindamente em tela é o mestre diretor de fotografia Roger Deakins. O cinematografo responsável pela fotografia de filmes como Um Sonho de Liberdade, Fargo e Blade Runner 2049, cumpre com esmero uma tarefa realmente difícil – pois pense que um filme com tomadas normais, ou seja, com vários cortes que duram alguns segundos às vezes, já seria algo complexo iluminar e enquadrar imagens abertas ao ar livre – em 1917, a maioria das cenas duram até 15 minutos – creio que essa é a média de tempo entre os “cortes disfarçados” – e como a câmera gira em 360° é impossível utilizar canhões iluminadores – se torna complicado até mesmo esconder microfones e outros utensílios da produção – outra proeza, por exemplo, é quando a câmera está a céu aberto, com imagens claras, e em seguida entra em locais fechados, como o interior de uma trincheira, iluminada a luz de velas – ou em como acompanha um personagem fugindo de um inimigo até encontrar outro nos escombros de uma construção e, sem cortes, mostrar apenas suas sombras duelando (sem desfoques de imagem, é claro) – além de uma cena que, provavelmente, será a mais lembrada de todas, que mostra o personagem de George MacKay correndo na frente das trincheiras, enquanto os demais soldados correm para outro lado – ponto realmente emocionante do filme – mas, eu ainda classificaria como uma verdade obra de arte o jogo de sombras que Deakins proporciona com as luzes de bombas e fogos durante a noite, formando assustadoras sombras com os escombros de uma bombardeada cidade – “pintura em movimento”, foi o que pensei quando vi. Mas, evidentemente, quem também ajuda Deakins nisso é a equipe de efeitos especiais e de maquiagem – pois veja outra dificuldade para isso com a filmagem sem cortes – como maquiar um ator de uma hora pra outra, sem parar a filmagem para inserir sangue em suas mãos e roupas, por exemplo – a resposta vem do uso acertado de discretos efeitos especiais, praticamente imperceptíveis, que dão ainda mais urgência as cenas – a cena do avião caindo no campo é um exemplo disso – além dos efeitos que escondem bem os cortes – como quando Schofield pega uma carona em um caminhão aliado – minha única ressalva é um momento onde um certo personagem precisa dar um salto um pouco mais exagerado e o uso do CGI fica evidente – mas nada que anule a tensão que a missão dos dois soldados proporciona – e palmas também vão para o design de produção, que recria com perfeição os muitos metros dos campos de batalha – sem CGI – detalhando as trincheiras, campos destruídos e cheios de lama, proporcionando ainda mais realismo as sequências. Ajudado por uma discreta trilha-sonora de Thomas Newman (tensa quando precisa ser e evocando emoção na hora certa), a produção ainda conta com ótimas pequenas participações de seus atores coadjuvantes – interpretando superiores dos dois personagens principais, Colin Firth, Mark Strong e Benedict Cumberbatch – e jamais deixa o tom patriótico tomar conta, como a maioria dos filmes de guerra de Hollywood costumam fazer – aliás, é bastante interessante o fato do filme quase não mostrar os inimigos – e, nas poucas vezes que mostra, fica evidente como o diretor não os demoniza, preferindo mostra-los apenas como pessoas que também lutavam por suas vidas em um conflito gerado por figuras que nem sequer pisavam no campo de batalha – Mendes insinua esta critica quando um arrogante militar aparece dando ordens sentado em seu confortável carro numa estrada. Um trabalho que merece respeito pelo esforço de toda sua equipe, realmente – que, apesar de não ser marcante apenas por sua trama em si, é um conjunto muito bem feito de técnicas que proporcionam uma imersão real e angustiante do que seria percorrer quilômetros de distância de um campo de batalha na Primeira Guerra Mundial – e 1917 já pode ser dito como uma das melhores experiências do cinema em retratar este terrível conflito.
    Andreia P
    Andreia P

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    5,0
    Enviada em 21 de janeiro de 2020
    Sam Mendes merece não só o Oscar, merece pedir qualquer coisa que ele queira pro Papai Noel: oceano de dinheiro, vida eterna, etc. Linda obra de arte. Antes de 1917, pra mim, nenhum poderia bater o Coringa no Oscar de melhor filme, mas na verdade, Coringa é o Joaquin Phoenix. Enquanto 1917 é tudo. Assim, merece melhor filme e melhor diretor. Não é um filme de guerra, não fala sobre a guerra, é um filme de um homem com uma missão. E tratado com o maior realismo e sensibilidade possíveis. Cheio de emoções verdadeiras (mesmo as mais sutis), do começo ao fim. E cenas que respeitam os limites de humanos sem superpoderes. Muito diferente daqueles diálogos falsos e cenas inverossímeis, em que você não sente identidade nem empatia, e que ocupa quase a totalidade do cinema de Hollywood.
    Pedro H.
    Pedro H.

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    3,0
    Enviada em 28 de janeiro de 2020
    Fui assistir "1917" com um hype enorme, e acabei saindo da sessão um tanto quanto decepcionado. O filme não é ruim, ele é muito bom, porém não tão bom quanto estava esperando. Na minha opinião fica atrás de "Até o último homem" e "Dunkirk". Filme muito 'curto', sem grandes acontecimentos que pudessem mudar a trajetória inesperadamente. Inicio bom, desenvolvimento claro, e um final razoável sem muitas surpresas. Gostei muito dos efeitos especiais, um filme praticamente sem cortes, eu contei dois cortes durante todo o filme, isso deu imersão incrível. Ambientação das trincheiras, roupas e tudo mais ficou impecável. Eu esperava mais.
    Melissa F.
    Melissa F.

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    3,5
    Enviada em 7 de fevereiro de 2020
    É um ótimo filme de superação! Porém esperava um pouco mais de ação, da metade pro fim...............
    João Quadros
    João Quadros

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    1,0
    Enviada em 30 de janeiro de 2020
    Julgar um filme, sendo apenas um.admirador de cinema e bons filmes eh dificil e pessoal. O gênero guerra eh um dos meus favoritos. Vi vários, de várias guerras, desde as mais antigas, ateh as modernas e ateh mesmo as de ficção. 1917 eh um filme da I Guerra mundial, ou a Guerra que deveria ter acabado com todas as guerras. Ela foi pouco explorado no cinema, porque essa guerra foi muito traumatizante. Representou uma quebra das táticas aplicadas no sec XiX e introduziu armas de destruição em massa nunca usadas ateh então. Traumatizou toda uma geração e , ao contrário da II WW, não tinha um significado ideológico . Foi representada por Nada de Novo no Front, em suas várias versões, Gloria Feita de Sangue, de Stanley Kubrick, Jonny vai a Guerra e Galipolli, para indicar os mais cotados. Vi todos esses, dai ver 1917 me deu uma frustação enorme. Não eh um filme da I WW, não eh original em sua história, tem pedaços de Glória Feita de Sangue e muito de Gallipoli e um " final feliz" inverossímil. Eh um pedaço de Call of Dutty, eh um filme de conceito artistico, planos, fotografia, uma sonoplastia, mas apenas explora o conceito de planos e sequência. Soh isso. Não tem um bom roteiro, o desenvolvimento eh péssimo, os atores atuam mecanicamente, enfim, foi indicado ao Oscar e pode ser que ganhe, mas não merece. Tudo bem, Kramer x Kramer, para mim, tambem nao mereceu e ganhou do excelente, épico e perturbador Apocalipse Now, esse sim um Filme de Guerra com F e G maiúsculo
    Alvaro Triano
    Alvaro Triano

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    5,0
    Enviada em 24 de janeiro de 2020
    1917 é o novo filme escrito e dirigido pelo britânico Sam Mendes (Beleza Americana, 007 Contra Spectre e Skyfall). O longa é uma espécie de "Birdman" da guerra, todo filmado em um falso plano sequência, o que gera uma forma de imersão do espectador naquele confronto bélico, conduzido pelos dois protagonistas Will (George MacKay) e Blake (Dean-Charles Chapman). A premissa é bem simples: dois soldados precisam levar uma mensagem para outro batalhão, no entanto, as adversidades que eles passam no trajeto que dão o ar de dramaticidade e aventura. O filme é um primor técnico, é tudo que "Dunkirk" do Nolan queria ser, mas não foi. É perfeito! Com certeza absoluta vai levar todos os prêmios técnicos que foi indicado ao Oscar (edição e mixagem de som, inclusive deve levar o de melhor diretor e fotografia). Falando em fotografia, é absurdo o que Roger Deakins faz. Seu enquadramento, a luz é tudo perfeito, e Deankins já levou um oscar por Blade Runner 2049 (que filmaço!). 1917 é um filmaço de guerra, só perde, recentemente, para "O Resgate do Soldado Ryan" de Steven Spielberg que só naquela abertura (também em plano sequência) já merecia os 5 oscar que levou.
    Dulci B
    Dulci B

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    5,0
    Enviada em 26 de janeiro de 2020
    Esse filme é uma verdadeira obra prima! Um presente para quem ama cinema!! Lindo, maravilhoso, perfeito ! Só lamentei não ter visto no cinema, pq a experiência seria melhor ainda! Merece muito o Oscar!!!
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