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    Era uma Vez em... Hollywood
    Média
    3,4
    305 notas e 63 críticas
    19% (12 críticas)
    25% (16 críticas)
    11% (7 críticas)
    11% (7 críticas)
    11% (7 críticas)
    22% (14 críticas)
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    63 críticas do leitor

    Luciano R
    Luciano R

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    4,5
    Enviada em 16 de agosto de 2019
    Quando 2:40h da sua vida passam num estalar de dedos e você nem percebe o tempo, é sinal de que a coisa estava muito boa. É claro que você já tem que ir ao cinema sabendo quem é Charles Manson (isso não é spoiler). O pano de fundo do filme é uma tragédia que certamente ainda é dolorida nas entranhas hollywoodianas e dá um imenso frio na espinha de se imaginar o desfecho. Mas o filme é engraçado e divertidíssimo. Como fechar essa equação? Seria polêmico e seria tabu, se não fosse Tarantino. Esse filme são vários filmes num só. Todos eles brilhantes. É uma sucessão de esquetes geniais, algumas delas antológicas. Está lá a enxurrada referencial (e auto referencial) que não deixa a gente piscar nem um segundo. O elenco especialíssimo abre sorrisos a cada primeira aparição. Di Caprio “rouba a cena” (ao roubar a cena no filme dentro do filme). É metalinguagem com uma genialidade que só a dupla Tarantino / Di Caprio conseguiria fazer. Tragam os Oscares para esses homens!
    Pedro Henrique S.
    Pedro Henrique S.

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    5,0
    Enviada em 17 de agosto de 2019
    Não dá pra explicar como é empolgante os últimos 10 minutos de filme. Creio eu um filme de Tarantino para seus fãs. Sem palavras. Vou assistir de novo qnd minha namorada voltar de viagem... Deveria ter um Oscar pro cão do Brad Pitt.
    William O
    William O

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    5,0
    Enviada em 12 de agosto de 2019
    Adoro cinema não entende nada de gosto mesmo, o filme é rico de detalhes, com atuações impecáveis, o roteiro prende do início ao fim, que aliás é algo já esperado. Parabéns ao Tarantino e Crítico deve ser uma carreira pra quem não conseguiu atuar ou dirigir.
    Ramon S
    Ramon S

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    5,0
    Enviada em 12 de julho de 2019
    Só pelo elenco já vale muito !!! A expectativa é muito grande . Vai ser um grande filme com certez
    Jonatas B
    Jonatas B

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    4,0
    Enviada em 23 de agosto de 2019
    Do cinema recente de Tarantino, este chega perto de ser o seu melhor. Bem superior aos bem feitos porém maçantes Os Oito Odiados e Django Livre, porém não chega perto da maestria de Bastardos Inglórios(na minha opinião seu melhor filme). Eu concordo com muitas das críticas que fazem dos filmes recentes do excêntrico cineasta, é bem verdade que ele trocou a experimentação, ousadia, pela construção narrativa meticulosa ala Hollywood clássica, mas acredito que se trata apenas de uma evolução natural que todo grande realizador passa. Afinal, pessoas e seus gostos mudam com o tempo. No começo de sua carreira, porralouquice : Tiro, porrada, bomba e o caralho, filmes ousados e inovadores que mudaram o jogo na indústria e marcaram gerações ( Cães de Aluguel, Pulp Fiction, Kill vol. I & II ). A acomodação do diretor nos últimos anos, optando por filmes mais tradicionais estruturalmente e dançando conforme a música da indústria é evidente, mas também é absolutamente inegável o valor das obras mais recentes do cineasta, principalmente no visual e técnica. Em tudo que ele se limitou em comparação as suas obras mais antigas, ele também se aprimorou na mesma medida em diversos outros aspectos. Era Uma Vez em Hollywood encerra( por assim dizer ) a trilogia das fábulas revisionistas de Tarantino, iniciada há 10 anos com Bastardos Inglórios e expandida há 7 em Django Livre. Apenas do ponto de vista técnico, o diretor nunca esteve melhor, com uma reconstrução de época praticamente perfeita, realmente impressionante como reavivaram a Los Angeles de 1969. (quase) todo elenco está muito bem, nenhuma atuação antológica, mas todos os astros principais estão bem a vontade em seus papéis e entregam o que o roteiro pede deles. DiCaprio está bem como o ator decadente Rick Dalton, mas sua escalação não deixa de parecer um "miscast" às vezes, eu particularmente acho que um ator mais velho cairia melhor no papel. Mas quem rouba a cena mesmo é Brad Pitt, neste que parece ser o papel que marca uma mini ressureição do ator do cinema este ano. Margot Robbie não tem muito de espetacular para fazer com sua personagem, mas está convincente. Enfim, não é o melhor filme do icônico diretor, mas é uma boa diversão contracultural tarantinesca que todo cinéfilo fã dele curte. E o terceiro ato é simplesmente sensacionalmente maluco. NOTA: 8
    Chumbens J
    Chumbens J

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    4,0
    Enviada em 2 de agosto de 2019
    ERA UMA VEZ EM HOLLYWOOD (Once Upon a Time... in Hollywood - 2019) Quentin Tarantino é um sujeito que não gosta da mesmice. Quando, ainda jovem, trabalhando em uma locadora de filmes na Califórnia, resolveu escrever roteiros de filmes que saíssem da normalidade padrão da época, onde misturaria humor e violência extrema com muito sangue (o chamado gore). Daí surgiram os roteiros de “Amor à Queima-Roupa (1993)” e “Assassinos por Natureza (1994)”. Contudo, não satisfeito com o rumo incerto de seus roteiros nas mãos dos outros, resolveu dirigir seus próprios trabalhos. Começou por “Cães de Aluguel (1992)” que foi seguido de outros sucessos estrondosos. Tarantino sempre gostou de explorar seus personagens, mas sem perder a oportunidade de colocá-los nas mais inusitadas e selvagens situações. Eis que resolveu inovar novamente. Desta vez dentro de seu próprio universo. Passou a achar mais interessante a busca pelo personagem em tudo o que ele representa e que pode mostrar, sem se preocupar tanto com o aonde isso pode levá-lo. Experimentou um pouco disso, de leve, em "Jackie Brown (1997)", mas voltou atrás, talvez devido a baixa recepção do público. Quase duas décadas depois fez novamente em “Os Oito Odiados (2015)”, dessa vez um pouco mais. Eis que em seu novo trabalho resolveu que é isso que ele deseja fazer, surpreendendo a muitos com uma história que não se importa tanto com desfechos, mas sim com o amor ao cinema e seus personagens, tanto dentro quanto fora das telas. Na trama, ambientada na Los Angeles de 1969, e que dura apenas três dias (um final de semana em fevereiro e um dia em agosto), temos três figuras marcantes: Rick Dalton (Leonardo DiCaprio), um famoso ator de TV que está com a carreira em declínio por ter tentado de forma fracassada migrar para o cinema, não aceitando que os tempos são outros e que a fila anda para todos no cruel mundo de Hollywood, apesar de ainda conseguir papéis na TV. Cliff Booth (Brad Pitt), antigo dublê de Dalton que hoje serve de seu faz tudo e amigo de todas as horas, não se incomodando com nada e sempre sorridente. Por fim temos Sharon Tate (Margot Robbie), jovem atriz em início de carreira que adora passear pela cidade, ir a festas badaladas e ter a sorte de ser mulher do diretor Roman Polanski no auge de seu estrelato. Os três vivem tranquilamente, mas o perigo vem rondando suas vidas, pois esse ano foi marcado por crimes brutais na cidade, sendo o maior deles atribuído a Charles Manson e sua seita. Se a carreira de Tarantino fosse representada por fases da vida, filmes como Pulp Fiction (1994), Kill Bill (2003-2004) e Bastardos Inglórios (2009) seriam sua juventude e “Era uma vez em Hollywood” a fase realmente adulta. Fase essa que chegou de vez e sem possibilidade de volta (já que pretende fazer apenas mais um filme autoral). Sendo assim, alguns fãs mais fervorosos do gore produzido pelo diretor em outros filmes podem ficar um pouco decepcionados, tendo em vista a expectativa criada durante duas horas de apresentação de personagens para na hora final (é, o filme tem três horas) não sentirem-se totalmente saciados, apesar do gore estar lá. Contudo, tem muito Tarantino sim no filme, seja pela sempre e ótima trilha sonora de seu arquivo pessoal, pelas referências ao cinema, pelas mudanças da história de figuras reais como Bruce Lee e até mesmo pelo estranho fetiche por pés que nunca falta em seus filmes. Quentin Tarantino é um sujeito que não gosta da mesmice, mas só em algumas coisas. Nota: ⭐⭐⭐⭐
    Maxwella O
    Maxwella O

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    5,0
    Enviada em 18 de agosto de 2019
    Obra prima, mas só entenderão quem é fã de Tarantino. Ótimas interpretações. Adorei os momentos finais.
    Rodrigo Gomes
    Rodrigo Gomes

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    3,0
    Enviada em 10 de agosto de 2019
    O tipo de filme que assistimos apenas pelo elenco. O roteiro é bem sem graça e durante uma hora e quarenta minutos não tem muito o que ver, apenas um longa parado e monótono, que chega a ser bobo, fora totalmente do que esperamos desse diretor. No fim, Tarantino finalmente mostra sua marca registrada em um ápice nem tão esperado, que eu diria salvar o longa. Muito extenso e desnecessário.
    Clarissa C
    Clarissa C

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    1,0
    Enviada em 17 de agosto de 2019
    Filme para cinéfilos. Deveria passar apenas em cinemas de Hollywood. Diante do elenco e do diretor, esperava muito mais. Decepção resume.
    Wilson Gouveia
    Wilson Gouveia

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    5,0
    Enviada em 15 de agosto de 2019
    Pelo amor de Deus né Bruno Carmelo. Refaça essa crítica. 3 estrelas para um Obra-Prima dessa é vergonhoso. Até a imprensa, que é a mais rígida, reconheceu o belo trabalho (mais uma vez) feito por Tarantino. Filme épico!
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