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Cineplayers
Tendo em mãos esse presente, Juliette Binoche mais uma vez passeia seu imenso talento, indo do riso às lágrimas em questão de segundos numa mesma cena.
Critikat.com
Apoiado em diálogos sólidos e uma câmera que acompanha magnificamente o estado de sua personagem (com planos demarcados e intensos, e movimentos quase bêbados), "Deixe a Luz do Sol Entrar" tem a beleza de explorar conscientemente a ingenuidade dos sentimentos de Isabelle sem menosprezá-los.
Screen International
Ao invés de insignificantemente chique, essa é uma obra inteligente, com atuações sofisticadas e - apesar da sua borda cerebral - emocionalmente rica. [...] o filme é menos fotográfico do que os trabalhos anteriores de Denis, muito mais verbal - porém, [...] o que é frequentemente mais importante é o rítmo da língua.
The Guardian
Esse é um filme adulto, mais picante do que doce, sedutor, oblíquo e liderado por uma incrivelmente inteligente e emocionalmente generosa performance de Juliette Binoche. [...] Que prazer estiloso esse filme é. Ele faz você se sentir mais sensual e inteligente.
The Hollywood Reporter
Engraçado, leve e incrivelmente perceptivo sobre as vidas e os relacionamentos muito complicados que levamos, principalmente quando envolvem membros do sexo oposto. [...] O que surpreende é o quanto suas piadas nos comovem.
Télérama
Uma das raras cineastas francesas que acredita na supremacia da forma sobre todo o resto, Claire Denis consegue produzir uma sensação inédita no que diz respeito a um único e antigo tema: a busca pelo amor.
Variety
"Deixe a Luz do Sol Entrar" não é um filme pessimista, ou um inteiramente anti-romântico. Auxiliado pela calorosa intimidade da direção de fotografia de Agnes Godard, Denis identifica alegrias repentinas e êxtases hormonais na caça dos namoros.
Cineweb
É impressionante, mais uma vez, acompanhar como La Binoche é capaz de nos envolver nos processos de sua personagem – especialmente as mulheres, provavelmente -, por mais caóticas e conflitantes que sejam suas escolhas.
Observatório do Cinema
O filme é uma sucessão de conversas permeadas por esperanças, afetos e desafetos, que caminham muitas vezes entre a trivialidade e o existencialismo (muito mais para o lado do existencialismo).
Papo de Cinema
O todo se ressente ligeiramente da falta de uma urdidura mais consistente. Todavia, há uma cisão valorosa, pois permanente, entre os modelos familiares e a erupção do querer um tanto desenfreado de Isabelle.
Folha de São Paulo
Essa Paris dos endinheirados e descolados seria duramente criticada por Denis nos velhos tempos, mas aqui só serve para mostrar o deslocamento total de Isabelle, incapaz de se encaixar no meio artístico pedante da capital francesa.
The Playlist
Verdade seja dita, o filme é frequentemente muito consciente de seu excesso de diálogos, mas esse reconhecimento não torna os diálogos entediantes mais agradáveis.
Veja
A diretora Claire Denis (Minha Terra, África) exibe os desejos e as frustrações de uma protagonista afetivamente frágil e vulnerável em "Deixe a Luz do Sol Entrar".