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    Turma da Mônica - Laços
    Média
    4,0
    228 notas e 25 críticas
    52% (13 críticas)
    20% (5 críticas)
    12% (3 críticas)
    4% (1 crítica)
    8% (2 críticas)
    4% (1 crítica)
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    25 críticas do leitor

    Terbia L.
    Terbia L.

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    5,0
    Enviada em 11 de julho de 2019
    Amei o filme, é muito lindo! As crianças são ótimas! A Mônica é perfeita!!! Gostei do lance do filme ao tratar com os xingamentos do cebolinha contra a Mônica, foi sutilmente brilhante e muito emocionante. Amei!
    Mundo e
    Mundo e

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    5,0
    Enviada em 2 de julho de 2019
    O filme è muito bom minha personagem favorita é a Mônica magali cebolinha e cascão Eu leio os gibis deles desde criança
    Juliana F
    Juliana F

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    5,0
    Enviada em 10 de julho de 2019
    Cresci lendo Turma da Mônica, muitas vezes gibis repetidos, mas não importava. Era Turma da Mônica. A adaptação de Laços, o segundo gibi da trilogia "L" é perfeita. Além de ser emocionante ver os personagens ganharem vida, e trejeitos que só uma adaptação com atores tão cativantes poderiam proporcionar, o filme é nostálgico. Não só por nos lembrar das histórias que lemos a vida inteira, mas também da nossa infância. Das brincadeiras pelo bairro, de andar de bicicleta, de brigar e fazer as pazes no mesmo dia. De como a vida era simples, em nossa infância. Um filme perfeito para voltar no tempo, nos reencontrarmos com a simplicidade da nossa criança interior, além de ser perfeito para apresentar as crianças de agora, de como a vida pode ser linda, com tão pouco.
    YouTube trailer HD N.
    YouTube trailer HD N.

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    5,0
    Enviada em 15 de junho de 2019
    muito legal esse filme vai ser muito toque é que eu passo criança e adulto uma animação de sistemas é muito irada
    FlowerSong s
    FlowerSong s

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    5,0
    Enviada em 7 de julho de 2019
    💗💗💗eu nem tenho quase palavras pra falar, simplesmente lindo,adorei a música, personagem bem feitos pelos atores e ect
    Bárbara T
    Bárbara T

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    5,0
    Enviada em 4 de julho de 2019
    Seja um fã assíduo da turminha desde a primeira infância ou um leitor esporático da galerinha mais amada do Brasil, esse filme é para você. Todo o medo de terem deixado os personagens caricatos demais, ou perdidos demais, ou esquisitos demais, se esvai logo nos primeiros minutos de filme. As crianças estão perfeitas - cada uma com seu jeitinho e personalidade, mas o exagero dos quadrinhos. Elas são encantadoras e não parecem estar lendo um texto decorado - tudo é espontâneo e natural, como deve ser. O bairro do Limoeiro traduz perfeitamente os quadrinhos e o clima atemporal da trama foi um grande acerto do diretor Daniel Rezende (de Bingo, o rei das manhãs). A aventura, a diversão e todos os elementos que nos fazem apaixonados pela Turma da Mônica estão lá. E se você é um fissurado como eu, que conhece até os personagens mais obscuros do Mauricio de Sousa, vai adorar todas as participações especiais do filme. Minha dica: fique de olho nos jornais. Além disso, a aparição do Louco é um primor - certamente um dos pontos altos do longa para mim. Saí do cinema encantada e quero ir assistir novamente nas telonas - dessa vez com a minha mãe, que me apresentou a turminha mais de 20 anos atrás.
    Inah S
    Inah S

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    5,0
    Enviada em 6 de julho de 2019
    Filme maravilhoso! Feito para quem é fã de verdade (muitos detalhes) e tbm para quem não conhece tão bem a turminha! Muito bem produzido e dirigido, houve preocupação com os detalhes, a trilha sonora e a cenografia é impecável! O elenco foi excelentemente bem escolhido e representou fielmente a turminha. Um filme de dar orgulho a cinematografia brasileira! Recomendo e vou assistir de novo! Ah para quem leu o livro o filme é bem fiel, com detalhes a mais que completam a magia e o mundo do Maurício de Sousa.
    Northon Souza
    Northon Souza

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    0,5
    Enviada em 3 de julho de 2019
    O Brasil perdeu uma grande oportunidade de pôr em LiveAction um de seus maiores sucessos de todos os tempos, A turma da Mônica, que não só representa um marco na história das HQs brasileiras, mas também gerações inteiras de fans dos “gibis” de Maurício de Souza, com uma história sem nexo, muito infantil e com atores mirins que poderiam ser melhores trabalhados, fica difícil de avaliar positivamente se o filme já te deixa na expectativa de abandonar o cinema, logo no meio da trama, ou torcer para acabar logo, fica extremamente horrível ver o ator que representa o Cebolinha falando, o cabelo dele é desarrumado, não é penteado com estilo que lembra o personagem, a Magali parece está fingindo até demais, o Cascão tá muito limpo. Na boa, não recomendo à ninguém ver essa perola.
    Christiane T
    Christiane T

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    4,5
    Enviada em 8 de julho de 2019
    Devo dizer primeiramente que sou uma grande fã de Turma da Mônica. Lendo todas as histórias possíveis desde que aprendi a ler, decorei histórias e personagens, contextos e subtextos. O trailer do filme me animou bastante, mas confesso que fui receosa assistir ao filme, considerando que outros filmes recentes de franquias que eu gosto muito me decepcionaram profundamente. Mas não foi o que ocorreu, ainda bem. O filme se mantém pela sua simplicidade: sem exageros, sem o novo ideal cinematográfico de promover agendas de forma nada sutil. O roteiro segue uma história, e dentro dela os fãs são presenteados com diversas coisas. Os atores foram muito bem escolhidos, e a caracterização se manteve fiel. Por exemplo, Mônica, invocada e super forte (as cenas de coelhada são cortadas, mas nas historinhas também são, com raras exceções), mas uma menina sensível e disposta a tudo pelos amigos, e os roteiristas fizeram certo ao incorporar essa sensibilidade da personagem no filme. Apesar da turma ser da Mônica (Mônica e Cebolinha brigam bastante sobre isso, discutindo de quem é a turma... um modo interessante de colocar o nome "Turma da Mônica" dentro do filme), o protagonista acaba sendo o Cebolinha. Mostrando seus clássicos planos infalíveis, sua obsessão em derrotar a Mônica e, claro, o amor que sente por ela, temos um Cebolinha completo. Aliás, são os desenhos do Cebolinha, ou seja, como ele retrata os outros personagens (Mônica, Magali, Cascão, Floquinho) que nos apresentam os personagens como os conhecemos: na imaginação e nos desenhos de uma criança, são assim que eles se parecem. Ao passearmos pelo bairro, vemos diversos personagens do universo do Bairro do Limoeiro, caracterizados para aparecem poucos segundos até alguns poucos minutos. Mas mesmo assim, houve a preocupação de trazê-los. Titi com sua namorada Aninha, vestindo sua tradicional camiseta listrada, Jeremias, Xabéu, Xaveco (única caracterização que achei estranha) e algumas para fãs um pouco mais entrosados no universo de Maurício de Sousa, Seu Juca (que, por fazer apenas uma ponta, não ficou maluco desta vez) e as irmãs Cremilda e Clotilde, que sempre têm um plano para dar um banho no Cascão. Para fazer referência a isso, quando Cascão passa por elas, uma delas tenta limpá-lo com um espanador. Posteriormente, vemos que houve uma preocupação de caracterizar também os pais dos personagens principais; na minha opinião, Lurdinha, a mãe do Cascão, foi a de maior destaque em relação a aproximação com o desenho apresentado nos quadrinhos. O plot se inicia quando o cachorro do Cebolinha, Floquinho, é sequestrado. Cebolinha pede para a turma ajudar a achá-lo, e assim começa a aventura. A maior parte do filme é dentro dessa busca, primeiro pelo bairro, depois pelo parque (com um encontro nada agradável com Tonhão e sua turma, valentão que é uma figura frequente nas historinhas) e, por fim, na mata. Cebolinha e Mônica são o foco, mas Cascão e Magali têm seu brilho. Nas revistinhas, várias historinhas são em volta dos problemas causados pelo medo da água do Cascão (e sua agilidade) e pela fome da Magali, e isso é retratado. Um easter egg é dado assum que eles entram na floresta: todos os personagens perdem os sapatos, menos Cebolinha, o único desenhado com sapatos nos quadrinhos. Ele comenta que os outros três vivem perdendo os sapatos. Visitamos na mata brevemente outra parte do universo de Maurício, o cemitério da Turma do Penadinho. Vemos logo Cranicola em sua pedra, para termos certeza de que estamos no lugar certo. Cascão cita também a expressão "alma penada" em alusão ao protagonista fantasma Penadinho. Durante a noite na floresta, Cebolinha fica acordado vigiando e acaba encontrando o personagem Louco, retratado por Rodrigo Santoro. Nos quadrinhos, a maioria das histórias do Louco são contracenadas com Cebolinha e, no filme, apenas ele o encontra e tem contato. Eles não se conhecem, logo se apresentam, e Cebolinha já passa a ser chamado, como sempre, de Cenourinha. Esse louco tem suas loucuras materializadas como nos quadrinhos (uma curiosidade: quando o personagem foi criado, isso não acontecia), mas isso não foi colocado de forma extravagante. A loucura de Louco no filme é mais complexa, trazendo um breve momento filosófico ao filme, comentando inclusive sobre o que seria a loucura. spoiler: A busca chega ao fim quando eles encontram o vilão, que sequestra os cãezinhos para vendê-los para a indústria de cosméticos, a verdadeira grande vilã, utilizá-los como matéria-prima para o creme contra a calvície Cabelol. Fiquei surpresa com a escolha da indústria como antagonista. Como um conceito abstrato, um vilão mediador foi colocado para dar mais clareza ao público, principalmente infantil. Seria inclusive perturbador pensar no que aconteceu com outros cachorros que não tiveram a mesma sorte de Floquinho, resgatado a tempo. Algumas indústrias já foram vilãs em algumas histórias, graças à donos gananciosos ou funcionários preguiçosos, mas achei corajoso trazer esse conceito para o filme. Ao fim, temos uma festa de comemoração. Mais personagens apresentados a nós por aparecerem na festa: Quinzinho e Cascuda, namorados, respectivamente, de Magali e Cascão. E uma longa troca de olhares entre Cebolinha e Mônica, o casal mais esperado do público brasileiro. Eu demoro um pouco para pensar nas minhas críticas de cinema, pois gosto de considerar bastante os filmes. O filme da Turma da Mônica fica melhor para mim a cada vez que penso em seus detalhes. Não apenas manteve a essência do que é a turma da Mônica e a amizade entre os quatro protagonistas, mas trouxe presentes para todos os fãs que, como eu, puderam agora ver pela primeira vez um live-action desse quadrinho tão amado pelo Brasil.
    Matheus F.
    Matheus F.

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    4,5
    Enviada em 29 de junho de 2019
    Turma da Mônica: Laços é um filme live-actionda Turma da Mônica produzido pela Maurício de Sousa Produções, dirigido por Daniel Rezende, com roteiro de Thiago Dottori, e estrelado por Giulia Benitte, Kevin Vechiatto, Laura Rauseo e Gabriel Moreira. O filme foi baseado no romance gráfico homônimo por Vitor e Lu Cafaggi e a série de histórias em quadrinhos homônima pelo Maurício de Sousa. Dia 19 de junho de 2019 foi lançado o episódio Laços de Amizade do Mônica Toy, dedicado ao filme. Floquinho, o cachorro do Cebolinha, desapareceu. Ele desenvolve um plano infalível para resgatar o cãozinho, mas para isso vai precisar da ajuda de seus fiéis amigos: Mônica, Magali e Cascão. Juntos, eles irão enfrentar desafios e viver grandes aventuras para levar Floquinho de volta para casa. Turma da Mônica - Laços proporciona um roteiro muito bem feito e não errou em nada, apesar dos atores mirins não tenha experiência de atores foram muito bem no seu primeiro filme de sua carreira promissora, aventura para lá de engraçado e emocionante mal pisquei os meus olhos vendo este filme adaptado em live action, já li e reli muitos história em quadradinhos da turminha mais queridas do Brasil. Por isso a minha nota do filme é 4,5 (muito bom) de 5,0.
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