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    Moonlight: Sob a Luz do Luar
    Média
    3,8
    1089 notas e 98 críticas
    distribuição de 98 críticas por nota
    16 críticas
    25 críticas
    17 críticas
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    98 críticas do leitor

    Hugo D.
    Hugo D.

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    2,0
    Enviada em 21 de fevereiro de 2017
    Um filme com uma ótima sinopse, mas que não consegue entregar o que promete. É um drama muito dramático mesmo, mas que acaba sem o menor envolvimento por conta das atuações muito travadas em todas as três fases da história. Se salvou apenas Naomie Harris que passa uma verdade na pele da mãe viciada em todas as fases do filme. O protagonista é fraco em todos os momentos e é impossível entender a indicação de Mahershala Ali para ator coadjuvante, ele mau aparece no filme.
    Mariana A.
    Mariana A.

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    1,5
    Enviada em 28 de fevereiro de 2017
    Os assuntos abordados até são muito bons, mas não sensibiliza, não emociona. Os pulos que dão na fase da vida de Chiron deixa muitas interrogativas. A sinopse não promete o que diz.
    Jake D.
    Jake D.

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    5,0
    Enviada em 3 de abril de 2017
    Moonlight: Sob a luz do luar... este é um filme espetacular, ganhou o óscar de melhor filme e foi muito bem merecido. O filme conta a história de Chiron, mais precisamente, em três momentos, a infância, adolescência e a fase adulta. A direção do filme é do Barry Jenkins, e ele faz um trabalho incrível, os movimentos de câmera são todos muito bem conduzidos, a maneira que o filme é contado é excelente, além do ótimo trabalho de edição aqui. O roteiro desse filme é maravilhoso, a história é comovente e cativante, os personagns são todos muito bem escritos e os bons diálogos também ajudam a enriquecê-los. Em termos de interpretação, todos estão impecáveis. Todos os três atores que interpretam o Chiron merecem destaque. Alex R. Hibbert, Ashton Sanders e Trevante Rhodes, são excelentes interpretações, mas os coadjuvantes também estão muito bem, a Naomie Harris está perfeita nesse filme, e o Mahershala Ali sem dúvidas mereceu o óscar de melhor ator coadjuvante. Visualmente o filme também é belíssimo, com uma fotografia linda que chega a ser colírio para os olhos, e a trilha sonora também é muito boa. Moonlight é um filme imperdível, o prêmio de óscar de melhor filme não foi injusto, esse filme acerta em praticamente tudo, vale a pena assistir. Recomendo!
    Luiz Antônio N.
    Luiz Antônio N.

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    2,0
    Enviada em 22 de janeiro de 2017
    Moonlight - mais um dos possíveis filmes concorrentes ao Oscar 2017, também muito elogiado pela crítica, Mas eu não achei essas coisas todas achei até meio sem graça história meio arrastada e com final tão sem graça
    Vitor I.
    Vitor I.

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    1,5
    Enviada em 23 de fevereiro de 2017
    muito parado e simplista. um romance bobo numa historia cliché que não resolve nada. o filme só se promove por ser sobre romance gay.
    Celso M.
    Celso M.

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    5,0
    Enviada em 26 de fevereiro de 2017
    Um filme que retrata profundamente as fases de uma vida e seus resultados, deixando claro que traumas, sofrimentos e experiências passadas podem afetar o resultados do que escolhemos, assim como um animal selvagem que pode ser criado para matar, ou para proteger. Com sensibilidade e maestria, nos conduz a um mundo cheio de vida, frustrações, ensinamentos e amor. Você ficará em transe, acompanhando esta belíssima viagem sobre seres humanos que precisam, acima de tudo, de carinho, cuidado e compreensão. Simplesmente dirigido com esmero e muito talento, o diretor Barry Jenkins, traduz com sua câmera, a difícil tarefa de se compreender uma vida. Indispensável em na minha humilde opinião, o melhor do OSCAR até então. As atuações são tão cativantes e perfeitas, que parecem, verdadeiramente, estar acontecendo . Lindo. Três momentos da vida de Chiron, um jovem negro morador de uma comunidade pobre de Miami. Do bullying na infância, passando pela crise de identidade da adolescência e a tentação do universo do crime e das drogas, este é um poético estudo de personagem.
    Kamila A.
    Kamila A.

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    3,5
    Enviada em 14 de março de 2017
    A cena mais importante de Moonlight: Sob a Luz do Luar, filme dirigido e escrito por Barry Jenkins, é justamente aquela que explica o título do longa, na qual Juan (Mahershala Ali, numa performance vencedora do Oscar 2017 de Melhor Ator Coadjuvante) explica para Little (Alex R. Hibbert) o momento em que ele decidiu a pessoa que ele iria ser. Little ainda não conseguirá entender a mensagem de Juan, devido à sua pouca idade, mas o que ele quis dizer é que nunca devemos nos deixar levar pelo olhar que os outros possuem sobre nós, e sim nós que devemos decidir a maneira pela qual os outros devem nos enxergar. Essa cena diz muito também sobre a trama de Moonlight: Sob a Luz do Luar. Por meio dela, acompanhamos a jornada de crescimento de Little/Chiron (Ashton Sanders)/Black (Trevante Rhodes) nas três fases mais importantes – digamos assim – da sua vida: a infância, a adolescência e a vida adulta. É interessante perceber que as três fases da existência de Chiron possuem elementos bastante comuns, com os quais ele terá que lidar recorrentemente, como a falta de um ambiente familiar sólido; a mãe (Naomie Harris, em atuação indicada ao Oscar 2017 de Melhor Atriz Coadjuvante) viciada em drogas; a tentação do mundo da criminalidade; o bullying na vida escolar e a repressão da sua sexualidade e de sentimentos básicos como a raiva, a dor, a tristeza. Todo esse background será fundamental para o homem no qual Chiron se transformou e que se apresenta a nós no terceiro capítulo de Moonlight: Sob a Luz do Luar. Ao emular a grande figura masculina que teve em sua vida (Juan) e ao modificar seu físico por completo, Black pode ter resolvido boa parte de seus problemas; entretanto, para ele se tornar alguém de verdade, ele tem muitas coisas no seu lado íntimo para trabalhar. Por isso mesmo, o final aberto do filme nos deixa com a sensação de que, talvez, Black esteja pronto para enfrentar os seus medos mais íntimos, se enxergando de verdade, como a pessoa que ele verdadeiramente é. Vencedor do Oscar 2017 de Melhor Filme, Moonlight: Sob a Luz do Luar é um filme que representa muito bem a sua personagem principal, com a opção de uma narrativa repleta de silêncios e de lacunas que deverão ser preenchidas por nós (plateia). Por falar no roteiro, este é o elemento mais irregular do filme, especialmente pela maneira como não desenvolve a contento as personagens (com exceção de Chiron) e nos deixa por fora de muitos acontecimentos que seriam importantes para o desenrolar desta história. Fica a sensação de que este é um filme que promete mais do que cumpre.
    Thiago G.
    Thiago G.

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    0,5
    Enviada em 28 de fevereiro de 2017
    O pior filme da década! Ganhou melhor filme pela quota: enredo fraco, linguagem pobre e a temática nada original envolvendo homosexualidade.
    Nelio M.
    Nelio M.

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    0,5
    Enviada em 2 de março de 2017
    Não vi nada demais no filme... Tedioso e muito fraco. Na minha opinião só levou os 3 Oscar pra calar a boca da mídia que reclamou da ausência de indicações de artistas negros no ano passado. Dar o Oscar de melhor ator coadjuvante para Mahershala Ali que aparece uns 10 minutos apenas no filme, foi o fim da picada. Acredito que outros que disputavam a estatueta teriam mais chances de levar.
    João Baron
    João Baron

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    4,5
    Enviada em 26 de maio de 2017
    Estudo e desenvolvimento de personagem. É isso que 'Moonlight' traz para seu espectador. Em um belíssimo drama, Barry Jenkins e sua câmera incontrolável mostram a vida de um garoto negro pobre, que vive em Miami com sua mãe. O longa dividido em três atos bem definidos é literalmente uma obra-arte. Digo literalmente pois se você não pensar e refletir sobre a película após a subida dos créditos, você provavelmente não vai gostar da produção. O filme indie é para poucos, ele precisa ser trazido para perto do espectador. O protagonista, Chiron, (muito bem vivido pelos três atores) é um personagem introspectivo e inseguro, não só sobre sua sexualidade, o tema mais pertinente do filme, mas também sobre seu caráter e sobre seu verdadeiro eu. Com uma fotografia linda e muito chamativa , que traz o azul do título (Moonlight em inglês é Luar) progressivamente durante a jornada do pobre menino. É um filme onde os diálogos são muito bem feitos, mas o que chama atenção mesmo é o silêncio, que torna o trabalho dos atores ainda mais geniais. O silêncio é o filme. É uma produção que precisa ser apreciada com os olhos e não com os ouvidos. As atuações são sublimes. Mahershala Ali (Juan) é o destaque do primeiro ato, que ator genial (vide seu Oscar de Melhor ator coadjuvante); Naomie Harris (Paula, mãe de Chiron) que trabalha durante todo o longa também faz um trabalho esplêndido, que descoberta para Hollywood; Janelle Monaé (Teresa) é outra grande descoberta, apareceu em cenas pontuais e foi muito bem; Alex R. Hibbert (Chiron criança) tem uma agonia e uma incerteza que dão uma identidade para o personagem-título que Rodes vai buscar no último ato. Ashton Sanders (Chiron adolescente) descobre o verdadeiro Chiron e faz uma grande atuação e confirma a identidade do menino antes desconhecido; Trevante Rhodes (Chiron adulto) tem o trabalho mais difícil dos três (além de ser sua estreia no cinema), tem que buscar a insegurança da criança e aceitar a identidade conquistada na adolescência, tem que ser inocente e frio, e é. Grande atuação, que cena final ! Também conseguem manter o alto nível os três atores que fazem Kevin (Jaden Piner, criança; Jharrel Jerome, adolescente e Andre Holland, adulto). Acredito que a duração dos filme deveria ser mais longa e a história um pouquinho mais bem contada. A imparcialidade no tempo dos três atos incomoda um pouquinho, faltou tempo para o Chiron criança e o Chiron adulto. Mas fora isso, o filme é perfeito. Ele não vai te deixar maravilhado quando você acabar de assistir, você precisará digerir Moonlight, como eu disse, precisará estudar a obra de arte que está na sua frente.
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