Livre
Em 1976, no Rio de Janeiro, o Palácio Monroe foi demolido e em seu lugar foi construída a praça Mahatma Gandhi, na Cinelândia. Antiga sede da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, em momentos distintos, o local foi alvo de uma intensa campanha difamatória sob a alegação de que trazia prejuízos estéticos à área. O documentário investiga esta situação, revelando os jogos de poder existentes por trás da decisão pela demolição.
2,5
Regular
Crônica da Demolição
Venceram os mais fortes
por Taiani Mendes
Imagens de edifícios e estacionamento ocupam a tela enquanto um homem fala sobre o visionário pecuarista chamado Hélio Franco. Crônica da Demolição começa com uma anedota sobre os leões de mármore que ocupavam a frente do Palácio Monroe. Para quem viveu a época ou conhece a história do desmonte, deve ser curioso. Para quem sequer sabe muito bem o que foi o palacete, no entanto, tal início é um pouco assustador. O maior erro do diretor Eduardo Ades (A Dama do Estácio), estreando em longa-metragem, é tratar a construção como algo presente no imaginário popular, desconsiderando as quatro décadas passadas desde que o descamisado senhor Silva, devidamente autorizado, colocou abaixo a antiga sede do Senado Federal sem a menor cerimônia.Crônica da Demolição é uma reunião de crônicas dos mais diferentes estilos prejudicada pela falta de um texto de apresentação e de um editor mais sensível na ha
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2:18


Agenda
Participante do Festival do Rio 2015.
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
Distribuição própria
Ano de produção
2015
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-