Média
2,1
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Almanaque Virtual
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Folha de São Paulo
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Papo de Cinema
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Washington Post
Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Almanaque Virtual
A embrulhada de personagens, falar de todos aqui seria desperdiçar linhas e testar a paciência do leitor, é uma hipérbole que pode cansar o espectador mais interessado em puro entretenimento, sem tantos dilemas para digerir.
O Globo
As sequências sensíveis com os dois mantêm a curiosidade do público ao longo da projeção. E o roteiro irregular de Steven Rogers consegue fugir da mesmice, com uma virada interessante...
Chicago Sun-Times
Tem a coragem de trazer à tona o tema da fé em um filme de férias mainstream e principalmente secular. Mas perde a maioria desses pontos com sua escolha estranha de transformar [ícones do Natal] em um coro grego que comenta a ação com suas carrancas silenciosas.
Folha de São Paulo
Como se trata de um filme de Natal, a resolução de um conteúdo precisa ser anunciada desde sua apresentação: os familiares que brigam farão as pazes, os solitários encontrarão sua alma gêmea, os doentes irão se curar.
New York Times
Filmes clássicos de Natal têm uma magia que não podem ser fabricada, mas "O Natal dos Coopers" tenta desesperadamente fazer exatamente isso. [...] O resultado funciona como um conjunto de ideias e piadas emprestadas de outros filmes. O filme é ocasionalmente divertido, mas raramente soa genuíno.
Papo de Cinema
É muito pouco para um conjunto que merecia mais. [Esse filme é] tão descartável quanto as embalagens dos presentes que são jogadas no lixo no dia seguinte à festa...
The Guardian
A premissa é brega, a caracterização é em grande parte pobre e não há uma rotineira dança - mas há bizarros flashes bizarras de qualidade, principalmente graças a Olivia Wilde.
The Hollywood Reporter
Agora que a temporada de premiações está perto, deixe-me sugerir uma nova categoria: Elenco Mais Extravagantemente Desperdiçado. E o vencedor é... "O Natal dos Cooper", [...] uma comédia de entorpecente tédio e viscosidade.
Variety
Enfeitado com as habituais armadilhas de visco e ouropel, o filme dá uma guinada desajeitada entre vertigem e melancolia, nunca alcançando o clima agridoce que busca. Falhando em esculpir uma identidade distinta de seus muitos predecessores subgênero, esta [é uma] saga leve e piegas
Washington Post
Um dos filmes de férias mais tonalmente equivocados e atrapalhados da memória recente. Um insulto a mensagens de conforto ou alegria, e total desperdício do tempo e talento de seu elenco. Sério, o próprio Papai Noel sairia do cinema com raiva suficiente para travar sua própria guerra contra o Natal.