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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Cinepop
Com críticas sociais à violência, ao desemprego e à impunidade, o filme consegue trazer uma trama leve e fazer piadas. Claro que nem todas funcionam, mas as que funcionam fazem o filme valer a pena.
Omelete
Apesar de usado em excesso em algumas cenas, o conceito funciona em grande parte do longa, que ri de si mesmo e do formato cinematográfico de criar tramas e situações-problema envolvendo o protagonista.
Cinema com Rapadura
Até existe, por trás da premissa, um subtexto interessante de um grupo de moradores da periferia indo morar em um bairro nobre [...], mas que acaba se perdendo no tal script frágil e desleixado [...] que prefere apostar na construção de estereótipos para fazer rir.
Folha de São Paulo
O humor, sempre desobediente ao politicamente incorreto, permanece nada sutil e, para muitos, toda a graça do programa soará ainda mais ofensiva na tela grande.
O Globo
[Paulo Gustavo] evidencia precisão no humor e diverte ao comentar com o público a realização do próprio filme. Mas o exagero predomina em diversas sequências e em determinadas atuações, comprometendo o resultado.
Cineweb
"Vai que Cola – O Filme" é pouco mais de uma hora e meia de pura gritaria – parece que a graça aqui equivale a um histrionismo nas interpretações. É um tipo de humor anacrônico, que pretende fazer rir literalmente pelo grito, e raramente funciona.
Almanaque Virtual
Os diálogos, acima do tom e extremamente pobres, podem mesmo provocar um mal estar físico como dor de cabeça. Ausência do senso de ridículo e cafonice extrema são outros tópicos do manual de atitudes condizentes com o “perfil suburbano de ser”.
Rubens Ewald
[Paulo Gustavo] é o único do elenco central que é realmente engraçado, embora aqui limitado a fazer piadinhas de metalinguagem. [...] Comédia não tem que ser caricatura e exagero.