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Cinepop
"Em Pedaços" recai na categoria de filmes que continuam a nos surpreender, não importando quantos filmes você já assistiu em sua vida. Tenha certeza, este é especial.
Cineweb
É nesta jornada de Katja, em suas hesitações e iniciativas, que se desdobram os melhores traços do roteiro e de uma atriz verdadeiramente dona de todos os recursos, fazendo-nos percorrer com ela cada passo deste calvário.
Chicago Sun-Times
Como os melhores filmes de Akin, é um filme forte e emocionalmente puro. Ora tragédia, ou drama de tribunal e um suspense vingativo, "Em Pedaços" é uma jornada de mudança de forma por meio de uma tragédia terrorista, tão indignativo quanto é compassivo.
Cinema com Rapadura
Embora extremamente soturno e pesado, o filme, através de uma crítica política evidente [...] é uma história crítica que aventa questões de reflexão sobre o futuro daquela sociedade – e seu impacto sobre o mundo.
O Globo
O roteiro não deixa muitas brechas para ambiguidade moral. Há um crime bárbaro a ser desvendado e uma mulher, cuja vida foi destroçada, em busca de justiça/vingança.
Papo de Cinema
Graças a uma performance assombrosa, revelando um talento até então insuspeito de Diane Kruger, "Em Pedaços" levanta uma discussão não apenas poderosa, mas vital ao momento histórico em que estamos atravessando.
The Hollywood Reporter
Seguido do fiasco que foi o longa sobre amadurecimento "Goodbye Berlin" no ano passado, Fatih Akin volta e voa com um suspense de ficar na ponta dos pés inspirado pelos assassinatos xenofóbicos na Alemanha por um grupo neo-nazista.
Washington Post
Apesar de muito sobre "Em Pedaços" ser atraente, é um desequilíbrio tonal na estrutura de três partes. Os energéticos acontecimentos anteriores são seguidos por um procedimento no tribunal que é meio arrastado, mas o filme passa a ter um clímax devastador no terceiro ato de suspense.
New York Times
O final é confuso, quando na verdade quer ser devastador, e os lados políticos e pessoais da história, ao invés de se iluminarem, ficam em um impasse. Sra. Kruger, por outro lado, que ganhou o prêmio de melhor atriz em Cannes em maio, deixa uma impressão vívida e assombrosa.
Screen International
Obstinadamente convencional na sua proposta, o filme caminha em uma linha incerta entre honestidade inabalável e exploração emocional grosseira, antes de mergulhar no segundo pilar no questionável final.
The Playlist
Apesar do comprometimento evidente de Diane Kruger ao papel, Katja não possui uma personalidade cativante. Ela existe como extensão do marido e do filho, algo que - no mundo progressista em que vivemos - imediatamente aparece como falha.
Variety
"Mais ou menos" porque a excelente primeira parte passa para um problema relativamente comum, apesar de ter um drama legal lindamente produzido com muitos personagens chocantes e um roteiro que parece ser muito guiado pelas exigências presumidas de cinema mainstream.
Veja
Para dar respaldo à crítica, o diretor e roteirista Fatih Akin se debruça sobre um drama familiar para também debater os limites entre justiça e vingança. Embora tenha fragilidades narrativas e seja manipulador, o drama atinge seu objetivo ao provocar uma catarse no espectador.
Folha de São Paulo
Akin realizou seu melhor filme do ponto de vista estrutural, ainda que se perca nas reações dos personagens, sobretudo de Katja, cujo comportamento nem sempre faz sentido, mesmo num sentimento de desespero e vingança.
The Guardian
O drama medíocre de vingança de Fatih Akin é o filme de televisão da semana [...] Talvez esse filme inteiro teria sido melhor como um drama convencional de tribunal. Porém, uma vez que o veredito é decidido, a ação - ou preocupante falta de ação - precisa começar e é aqui que o filme fica incrivelmente raso.
Critikat.com
"Em Pedaços" se agita em vão em todos os sentidos, acreditando assim representar a indignação da personagem. Mas fundalmentalmente, o fracasso total do filme se deve às intenções constantemente sublinhadas, aliadas à chantagem emocional de uma obcenidade inacreditável.
Télérama
Ultrajes e oposições binárias marcam este fim de conclusão estúpida, um elogio da violência kamizake que chega a tornar irreconhecível o cineasta Fatih Akin.