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Corrente do Mal
Nota média
3,9
33 publicações
  • Boston Globe
  • Chicago Sun-Times
  • Papo de Cinema
  • ScreenCrush
  • Télérama
  • The Guardian
  • Cinema com Rapadura
  • Cinepop
  • Cinepop
  • Almanaque Virtual
  • Chronic'art.com
  • CineClick
  • Cinema em Cena
  • Cineweb
  • Collider
  • Critikat.com
  • New York Times
  • O Globo
  • Pipoca Moderna
  • Screen International
  • The Guardian
  • The Hollywood Reporter
  • The Playlist
  • Variety
  • Washington Post
  • Blogs Pop
  • Cineplayers
  • Screen Rant
  • Estado de Minas
  • Omelete
  • Cinemascope
  • Folha de São Paulo
  • Télérama

Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.

33 críticas da imprensa

Boston Globe

por Ty Burr

"Corrente do Mal" não reinventa os clichês operados em "Halloween" e seus infinitos imitadores tanto quanto acrescenta-lhe um novo tipo de medo - um sentimento de culpa e vergonha da Geração Y que se espalha como mancha de sangue. Um filme independente, seguro de si e assustador como o diabo.

A crítica completa está disponível no site Boston Globe

Chicago Sun-Times

por Simon Abrams

O que há de mais inquietante em "Corrente do Mal" é a forma como apresenta o sexo nem como anormal, nem como benéfico. Por outro lado, o sexo em "Corrente do Mal" draga, indiscriminadamente, emoções pré-existentes para fora, como um gênio cruel que nunca pode ser devolvido à sua lâmpada.

A crítica completa está disponível no site Chicago Sun-Times

Papo de Cinema

por Yuri Correa

Contando também com uma trilha sonora que remete diretamente aos filmes de John Carpenter – o que por si só já é um feito no estabelecimento de tensão – "Corrente do Mal" ainda chega a um desfecho tão incomodativo quanto o resto de sua duração...

A crítica completa está disponível no site Papo de Cinema

ScreenCrush

por Britt Hayes

"Corrente do Mal" é um comentário surpreendentemente complexo sobre a sexualidade dos jovens adultos, usando um simples conceito de modo tão eficiente que o terror metafórico é ao mesmo tempo provocante e fácil de despertar identificação, sem ser alarmante ou condescendente.

A crítica completa está disponível no site ScreenCrush

Télérama

por Jérémie Couston

Com uma rara economia de recursos e um sentido do espaço fora de quadro que lembra o cinema de Jacques Tourneur, David Robert Mitchell constrói um filme de zumbis ultra assustador, porque desprovido da ironia que parasita este gênero tão explorado.

A crítica completa está disponível no site Télérama

The Guardian

por Peter Bradshaw

O conto de David Robert Mitchell sobre uma maldição fatal que só pode ser transmitida para um amante inconsciente toca em sentimentos primitivos de forma tão eficiente que você não consegue fazer nada além de ficar traumatizado.

A crítica completa está disponível no site The Guardian

Cinema com Rapadura

por David Arrais

“Corrente do Mal” é, além de um suspiro de inspiração dentro de um gênero que dá poucos sinais de novidade, um filme que faz com que o espectador siga refletido a respeito do que assistiu por um bom tempo.

A crítica completa está disponível no site Cinema com Rapadura

Cinepop

por Georgenor Franco Neto

"Corrente do Mal" pode ser considerado um filme de terror minimalista – minimalista inclusive na caracterização das entidades – que cumpre com louvou a missão principal de um filme do gênero: deixar o espectador com um mal-estar ao sair da sala de cinema.

A crítica completa está disponível no site Cinepop

Cinepop

por Pablo R. Bazarello

Não é só na narrativa e roteiro que "Corrente do Mal" surpreende com um sopro de originalidade dentro do cinema do gênero. A obra vai além caprichando em outros itens. [...] é uma baita veneração aos filmes da década de 1970...

A crítica completa está disponível no site Cinepop

Almanaque Virtual

por Zeca Seabra

Uma alegoria sobrenatural onde trechos de "O Idiota" de Dostoievsky são usados para sublinhar uma situação assustadora e muito atual.  Fruto de um cineasta antenado, "Corrente do Mal" é um filme de terror por excelência, mas repleto de conceitos minimalistas.

A crítica completa está disponível no site Almanaque Virtual

Chronic'art.com

por Jérôme Momcilovic

David Robert Mitchell aprendeu com os mestres que, para fazer um belo filme de terror, é menos importante fazer um bom monstro do que construir o medo - no caso, de uma pequena sociedade de adolescentes condenados a viver, uns com os outros, seu último pesadelo de infância.

A crítica completa está disponível no site Chronic'art.com

CineClick

por Edu Fernandes

A tensão é construída pela movimentação da câmera e o objetivo não é causar sustos gratuitos, como os atuais títulos do gênero costumam fazer. Assim, a produção consegue sustentar uma atmosfera de tensão que deixa o espectador na beira da poltrona.

A crítica completa está disponível no site CineClick

Cinema em Cena

por Pablo Villaça

Impecável também em seu desfecho [...], "A Corrente do Mal" é uma obra que comprova que, nas mãos de um bom diretor, um longa de terror é uma obra de arte tão digna e memorável quanto o mais lacrimoso dos dramas de época.

A crítica completa está disponível no site Cinema em Cena

Cineweb

por Rodrigo Zavala

O diretor abusa das tomadas amplas e planos longos para proporcionar ao espectador uma visão completa do cenário para identificar por onde o mal está chegando. Nada de sustos, gritos, muito sangue. Só a vaga ideia de que algo está vindo, devagar, inabalável e fatal.

A crítica completa está disponível no site Cineweb

Collider

por Perri Nemiroff

"Corrente do Mal" é um estudo de personagem particularmente contundente. Não se trata apenas da novidade da situação, e sim sobre a maneira como Jay lida com sua personalidade. Um bom motivo pelo qual esse filme funciona tão bem é a atuação incrivelmente natural de Monroe no papel.

A crítica completa está disponível no site Collider

Critikat.com

por Pierre-Édouard Peillon

O filme dilui a sua angústia em uma longa trajetória vertiginosa, onde a ameaça não para de surgir como um bumerangue: alternando entre a espera e a fuga sem destino, Jay não pode escapar ao horror pela simples razão que ele está dentro dela.

A crítica completa está disponível no site Critikat.com

New York Times

por Stephen Holden

Age segundo um princípio que poucos filmes de terror têm a coragem de abraçar: o desconhecido é o desconhecido. Pistas para a fonte e os motivos desta ameaça são lançadas, mas não somam. Como o mal em um filme de horror de David Lynch, ele está lá fora, no meio da noite, esperando para te pegar.

A crítica completa está disponível no site New York Times

O Globo

por Mário Abbade

Por meio da trama, Mitchell retrata metaforicamente as doenças sexuais transmissíveis, principalmente a Aids. Em “It follows” (no original), o diretor recria com assinatura autoral um estilo de terror característico dos anos 1970 e 1980, em que o subconsciente é o primeiro a ser acionado.

A crítica completa está disponível no site O Globo

Pipoca Moderna

por Márcio Santos

Ao deixar todas as explicações no ar, o diretor Mitchell deixa tanto seus personagens como o espectador num estado constante de tensão – um terreno desconhecido no qual tudo e todos podem ser elementos de ameaça.

A crítica completa está disponível no site Pipoca Moderna

Screen International

por Fionnuala Halligan

Há efeitos especiais no filme, claro, mas Mitchell trabalha [...] para criar a maior parte do suspense por meio de luz, atmosfera e som. Sua vizinhança parece uma colônia persistente nos arredores de algo em ruínas, com uma podridão que avança com a lentidão de zumbis.

A crítica completa está disponível no site Screen International

The Guardian

por Mark Kermode

Aos alfabetizados em truques cinematográficos, "Corrente do Mal" se apropria de tantos clichês de gênero manipulativos quanto explora, embora com um senso de distância de filme de arte que se esforça para negar suas emoções mais vulgares.

A crítica completa está disponível no site The Guardian

The Hollywood Reporter

por David Rooney

Assustador, cheio de suspense e cadenciado, este habilidoso pequeno filme de horror usa conscientemente as metáforas de gênero sem nunca ceder ao público, dando-lhe uma original expressão de seriedade que faz dele ainda mais envolvente.

A crítica completa está disponível no site The Hollywood Reporter

The Playlist

por Eric Kohn

Existe um profundo terror associado à ideia bizarra de algo lentamente vindo te matar, caminhando em sua direção. Cada um desses personagens, no processo de passagem á fase adulta, consegue se relacionar com isso.

A crítica completa está disponível no site The Playlist

Variety

por Peter Debruge

Com um início forte e perdendo a força no final, este suspense elegante e assustador deve ampliar significativamente o público de Mitchell sem decepcionar seus primeiros fãs.

A crítica completa está disponível no site Variety

Washington Post

por Michael O'Sullivan

Um dos filmes mais assustadores que eu já vi. E também é um dos mais belos. [...] O filme tem um ritmo sagaz e deliberado que coincide com o langor metódico de seu vilão. Se há partes em que a ação abranda, eles nunca são torpes ou maçantes. O desconforto está sempre lá, mesmo que invisível.

A crítica completa está disponível no site Washington Post

Blogs Pop

por Luiz Gustavo Vilela

Se há um porém, sua raiz está justamente em um dos trunfos, que é a falta de definições claras para a maldição. O mesmo medo do desconhecido que é explorado por Mitchell por não termos ideia de como a criatura irá atacar, pode ser interpretado – não sem um pouco de má vontade – como desleixo.http://www.pop.com.br/cinema-e-series/critica-o-clima-de-paranoia-de-corrente-do-mal/

A crítica completa está disponível no site Blogs Pop

Cineplayers

por Rafael W. Oliveira

"Corrente do Mal" não é um filme inovador ou de grandes ideias. E talvez nem seja o responsável por algum tipo de revolução que o gênero possa vir a sofrer no futuro. Mas é certamente um projeto louvável pela inversão inteligente que faz dos clichês do gênero, indo contra a maré do marasmo...

A crítica completa está disponível no site Cineplayers

Screen Rant

por Sandy Schaefer

Este será sem dúvidas um dos mais assustadores, estilosos e bem-feitos filmes de terror de 2015, apesar de algumas falhas. [...] O filme consegue criar uma atmosfera perturbadora, para deixar o espectador sempre desconfortável.

A crítica completa está disponível no site Screen Rant

Estado de Minas

por Carolina Braga

Apesar de tratar o sexo como elemento-chave do roteiro, "Corrente do Mal" é bastante assexuado. [...] A câmera de Mitchell, pelos enquadramentos escolhidos, passa a sensação de que todos ali estão sendo observados. Como todo bom terror psicológico, a tensão está no vazio, o que é mais angustiante.

A crítica completa está disponível no site Estado de Minas

Omelete

por Marcelo Hessel

Embora "Corrente do Mal" incorra em clichês fáceis de filme indie [...] e não consiga sustentar por muito tempo seu suspense sem cair no humor involuntário, o filme consegue identificar bem esse mal que assola os EUA pós-crise: o mal da nostalgia enquanto condição social.

A crítica completa está disponível no site Omelete

Cinemascope

por Ana Carolina Diederichsen

Usa bem a construção do suspense, se pautando nos tradicionais clichês do terror. Outro aspecto positivo é que, mesmo sem efeitos especiais mirabolantes e monstros de aparências terríveis, garante alguns bons sustos. [...] mas pelo frisson que causou, o longa poderia (e deveria) ser mais ousado.

A crítica completa está disponível no site Cinemascope

Folha de São Paulo

por Alexandre Agabiti Fernandez

Mitchell alude ao temor adolescente em relação às doenças sexualmente transmissíveis e critica de passagem o puritanismo da sociedade americana. Apesar da novidade, o resultado não empolga: os atores são limitados e a manipulação do suspense tem altos e baixos...

A crítica completa está disponível no site Folha de São Paulo

Télérama

por Pierre Murat

O mais incômodo é o roteiro. David Robert Mitchell imaginou uma solução para os personagens se livrarem deste vírus mortal: passando a outras pessoas através do sexo! Uma ideia que o olhar ambíguo do diretor torna completamente asquerosa.

A crítica completa está disponível no site Télérama
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