Meu AdoroCinema
Meu Passado Me Condena 2
Nota média
2,0
12 publicações
  • Cinepop
  • Blogs Pop
  • CineClick
  • Almanaque Virtual
  • Cineweb
  • Estado de Minas
  • O Globo
  • Rubens Ewald
  • Papo de Cinema
  • Cinema com Rapadura
  • Folha de São Paulo
  • Omelete

Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.

12 críticas da imprensa

Cinepop

por Renato Marafon

Fui assistir a essa sequência sem muita expectativa, já que achei o filme original mediano. Eis que me surpreendi. A roteirista Tati Bernardi conseguiu se renovar, e fazer uma crônica atual do casamento, além de criar empatia do espectador com ambos os personagens principais.

A crítica completa está disponível no site Cinepop

Blogs Pop

por Claudio Yuge

Sabe aquela história de que uma piada contada duas vezes perde a graça? [... aqui não funciona. Porque, ao final de “Meu Passado Me Condena 2″, dá pra notar que o primeiro, esse sim, era uma boa piada. Este é um filme, não precisa fazer esforço pra tirar sorrisos de quem está na poltrona.

A crítica completa está disponível no site Blogs Pop

CineClick

por Edu Fernandes

Além dos bons temas, o roteiro procura por soluções dramáticas criativas, que não sejam tão parecidas com as usadas em filmes e seriados estadunidenses, mas que também não sejam tão esdrúxulas a ponto de causar estranhamento.

A crítica completa está disponível no site CineClick

Almanaque Virtual

por Emmanuela Oliveira

Fábio Porchat, após recente bom desempenho em uma fita dramática, “Entre Abelhas” (2015) de Ian Sbf, ocupa-se com um humor automático, sem esforço e substância para manter rítmico o fôlego do enredo. Miá Melo, apenas correta, é uma protagonista que passa com a mesma discrição de um coadjuvante.

A crítica completa está disponível no site Almanaque Virtual

Cineweb

por Alysson Oliveira

O fiapo de narrativa que gruda uma cena à outra faz parecer uma sitcom de televisão alongada – excessivamente alongada, aliás, sem assunto para se sustentar em quase duas horas.

A crítica completa está disponível no site Cineweb

Estado de Minas

por Carolina Braga

Por mais tradicional que seja a cultura portuguesa, a forma como as rígidas convenções sociais são apresentadas viram crítica a um modo retrógrado de perceber os papéis de homens e mulheres nas relações. "Meu Passado me Condena 2" perdeu graça e, assim como o casamento de Miá e Fábio, caiu na rotina.

A crítica completa está disponível no site Estado de Minas

O Globo

por Daniel Schenker

As poucas diferenças não favorecem esse novo (?) filme. O registro de humor bate na tela de forma mais exagerada, o roteiro reúne situações previsíveis, e a mensagem final é dispensável.

A crítica completa está disponível no site O Globo

Rubens Ewald

por Rubens Ewald Filho

O problema é que a todo o momento e em todas as situações os diálogos são muito fracos e cabe a Fábio melhorar tudo inventando palhaçadas e situações de improviso. Tudo bem que de vez em quando acerta. Mas não é stand up para ele segurar sempre as pontas.

A crítica completa está disponível no site Rubens Ewald

Papo de Cinema

por Robledo Milani

Porchat [...] está mais exagerado do que nunca, e Miá Mello pode até ser simpática, mas precisa se esforçar muito ainda para ser uma atriz razoável. Assim, "Meu Passado Me Condena 2" resulta em uma tentativa pífia de extrair a última gota de um projeto que já foi longe demais...

A crítica completa está disponível no site Papo de Cinema

Cinema com Rapadura

por David Arrais

Curiosamente, os poucos momentos em que é possível dar alguma risada são aqueles em que os atores, principalmente Porchat, parecem livres para trabalhar com o que tem de melhor, o improviso. Até mesmo o veteraníssimo comediante Antônio Pedro parece engessado com o fraco material que tem nas mãos.

A crítica completa está disponível no site Cinema com Rapadura

Folha de São Paulo

por Alexandre Agabiti Fernandez

Com uma história frouxa, personagens caricatos, roteiro sem ousadia, piadas estereotipadas e uma direção no piloto automático, o filme afunda na mediocridade.

A crítica completa está disponível no site Folha de São Paulo

Omelete

por Gabriella Feola

Se a parte do romance é basicamente nula, a comédia fica a cargo de Porchat e dos dois trapaceiros. Apesar de repetitivo, ainda há graça no jeito Porchat de falar [...] Já Miá, com sua fala pausada de fonoaudióloga, pontuando ênfases com expressões faciais teatrais, faz o contraponto...

A crítica completa está disponível no site Omelete
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