Notas dos Filmes
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    Boyhood - Da Infância À Juventude
    Média
    4,3
    1590 notas e 319 críticas
    distribuição de 319 críticas por nota
    116 críticas
    94 críticas
    52 críticas
    28 críticas
    12 críticas
    17 críticas
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    319 críticas do leitor

    Vitor Bruno A.
    Vitor Bruno A.

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    5,0
    Enviada em 10 de novembro de 2014
    BOYHOOD “Uma obra prima” Conta a história de um garoto e sua família, e a evolução da sua infância até a vida adulta. Se fosse só isso seria apenas mais um filme comum, mais o impressionante é que o filme levou 12 anos para ficar pronto, ou seja, os atores envelhecem de verdade. É realmente fantástico ver os atores envelhecendo cena a cena e assistir a vida de uma família comum com problemas diversos como qualquer outra, ao longo de 12 anos. A história é voltada mais para vida de Mason (Ellar Coltrane) que tinha 6 anos no início do filme e 18 anos no fim. Vemos ele passar por todas as fases da vida, e por todos os problemas que ela nos proporciona, quando criança, pré-adolescência, adolescência e juventude. Mostra os primeiros valores que aprendemos com a vida. Com certeza em alguma ocasião do filme você irá sorrir e lembrar de algum fato que aconteceu com você. Irá se identificar com alguns diálogos, modo de pensar, maneira de agir, lembrar da sua vida, de uma viagem em família, um passeio inesquecível, festas, primeiro namoro, primeiro porre...etc. Atuações muito boas do elenco. Ethan Hawke (Sr.Mason) como o pai de Mason foi autêntico, Patricia Arquette (Olivia) como mãe de Manson foi ótima, e Lorelei Linklater (Samantha) sua irmã, não conseguiu acompanhar o mesmo desempenho de quando criança. A atuação de Ellar Coltrane (Mason) foi incrível, pelo simples fato de pegarem uma criança de 6 anos para atuar no filme, sem saber como atuaria depois de mais velho, e ele só foi melhorando cena a cena, demonstrando ser um excelente ator. Foi uma idéia genial fazer um filme assim, e gostoso assisti-lo. Diria que o andamento do longa foi impecável, não muito corrido e nem devagar, na medida certa, por mais que tenha sido longo, com 2h 45 minutos, você nem percebe a hora passar. As imagens mostram exatamente cada época em que está se passando. Uma bela trilha e de muito bom gosto para cada cena, só de começar com ColdPlay, já sabia que vinha coisa boa pela frente. Sem dúvida eu nunca tinha visto nada do tipo, não só o fato de ter durado 12 anos impressiona, mais todo o conteúdo fantástico, e irá ficar como uma raridade eterna do cinema.
    alexandrecunha
    alexandrecunha

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    3,5
    Enviada em 9 de janeiro de 2015
    Um filme único do ponto de vista cinematográfico. Filmado em 12 anos corridos, reunindo a equipe por pequenos períodos todos esses anos é inédito e no mínimo curioso. Enredo trivial, atrelado na simples tradução da vida/juventude de um menino/rapaz/adolescente, de classe média, filho de pais separados, cuja mãe se envolve com maridos problemáticos (alcoólatras). O interessante é o desenrolar não ser explicito, não mostrando datas nem anos, ser percebido apenas pelas mudanças/desenvolvimento dos atores mirins envolvidos, dos meninos Mason e Samantha que evoluem muito rápido a cada ano que passa. Achei que fosse ser antológico como Beleza Americana, porém não chegou a tanto. Vale a pena ver por ser único, porém não eleve suas expectativas.
    Cláudio F
    Cláudio F

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    0,5
    Enviada em 5 de janeiro de 2015
    Depois de assistir o que me veio a cabeça foi "minha mãe adora jiló e eu odeio" Tudo é sempre questão de gosto. Achei um dos filmes mais entediantes que já vi na vida, de interessante só a questão do desenvolvimento real dos personagens (acho que é inédito) que por ser assim, a passagem do tempo flui de uma forma muito interessante. Deram o azar de o menino e não menos a menina crescerem e se tornarem PÉSSIMOS atores. Achei o filme desnecessariamente longo e ZERO de emoção, superficial. Uma história comum sem nenhum brilho.
    Gianelli R.
    Gianelli R.

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    0,5
    Enviada em 7 de novembro de 2014
    Um filme que levou doze anos de filmagens, traz uma ideia inovadora que não funciona na prática. Os diálogos maravilhosos de Linklater que nos impactam não estão presentes. A proposta se resume a encarar três horas de projeção só pra ver os atores envelhecendo. Faltou fôlego e criatividade, sobrou apenas o personagem tempo.
    Maíra M.
    Maíra M.

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    2,5
    Enviada em 25 de janeiro de 2015
    Um filme que confirmou minhas péssimas expectativas sobre as indicações ao Oscar deste ano e me fez pensar sobre o que realmente importa em um bom filme. Mesmo sabendo que a resposta sobre isso sempre é relativa, por dizer respeito muito mais a QUEM se importa do que ao QUE importa, me fiz essa pergunta. E me fiz essa mesma pergunta porque, quando assisti a Gravidade, e o filme ganhou o Oscar, e um dos argumentos foi o fato de ter sido filmado em ambiente com zero gravidade, estranhei, repensei o estranhamento e continuo estranhando. Não estudo cinema (ainda), pelo menos não formalmente, em uma Universidade. Mas me identifico com o cinema porque nele eu posso simplesmente sentir. Isso, pra mim, é um dos pontos-chave em um filme: o que ele me faz sentir e no que ele me faz refletir. Postas as premissas, contextualizada a análise, devo dizer que o filme é algo extremamente superficial do ponto de vista da sensibilidade. Sua paciência faz uma ginástica enorme pra você aturar as 2 horas e meia vendo passar a vida de uma família composta por mãe, filho e filha (mais um pai ausente que aparece de vez em quando pra se fingir presente). As personalidades são banais (a do protagonista é tão inerte que eu cheguei a pensar que era uma provocação), a rotina desinteressante é sufocante. Alguns dizem: Ah, mas o que é a vida senão essa rotina desinteressante, essa sucessão dos mesmos erros no "amor" etc? Bom, acho que não é porque a sua vida é um saco que nós vamos agora querer condenar os filmes ao mesmo insucesso. Mas você se sustenta ali na cadeira. Afinal “o filme foi filmado ao longo de doze anos, acompanhando o processo de envelhecimento dos personagens”, é um trabalho diferente. Ok. Você se sustenta ali, vendo diálogos banais, enquadramentos banais, pequenos conflitos banais. E só. Era isso? De um filme, sobretudo com tantas indicações a um prêmio tão aplaudido, espera-se isso? Um formato? Um modo de gravação? Devo respeitar um filme porque “deu trabalho”, porque a gravação durou doze anos ou porque foi filmado em ambiente com zero gravidade, em outras palavras, devo respeitar um filme porque custou caro? A resposta é: sim, desde que seja norte-americano e veicule mensagens com este caráter, já dizia o São Oscar. Me apropriando das palavras da própria Olívia (interpretada por Patricia Arquette, indicada ao prêmio de melhor atriz secundária), “eu achava que tinha mais”. O sentimento que eu tive foi: saí de casa para ver um filme no estilo de Corrente do Bem. Aquele que o professor da oitava série passa segmentado pros alunos uma ou duas vezes por semestre. Um pedacinho em cada aula. Pra dizer que usou uma mídia na aula. Pra variar um pouco a “metodologia”. Pra usar a sala de TV da escola. Então o professor tem que escolher um filme: que seja fofinho, com o qual os adolescentes se identifiquem (então tem que ter adolescente no filme), com algum conflito (mas não muito, pra não mostrar “violência”.. uiuiui), e “que passe bons valores”. E, nessa busca do professor da oitava série por esse produto acabado e ainda com cheirinho de plástico, é na cultura norte-americana que ele vai esbarrar (o filme é quase uma aula sobre o american way of life, seus esportes, sua educação, sua política, suas tradições – ainda posso ver a cena do avô do Mason dando-lhe um rifle de presente de aniversário de 15 anos e ensinando-o a atirar logo em seguida). Em suma, uma narrativa repetitiva sobre uma história familiar na última década. Um filme bom para um simples entretenimento, com rasas referências contemporâneas, pouco a se refletir e pouco a ser atiçado aos olhos e ouvidos de quem observa. Seria um filme comum, desmerecedor de comentários positivos ou negativos. Não fosse o fato de ter sido filmado ao longo de 12 anos. Não fossem as tantas indicações ao Oscar. Não fosse a rasgação de seda, a meu ver descabida, a esse simples... filme.
    Taiani M.
    Taiani M.

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    2,5
    Enviada em 6 de novembro de 2014
    Um menino cresce diante da câmera. Bonito, bacana e é o que acontece ao longo de 3 horas. Sensacional essa ideia de filmar ao longo de vários anos, como ninguém pensou nisso antes? Pensaram sim, todos aqueles que compraram câmera e usaram para filmar os eventos de família, a reunião anual do Natal, momentos importantes ou bobos, a vida. Ah, você não filmou coisas políticas, não sabia muito de edição, não escolheu muito bem a trilha sonora? Então por isso não saiu uma "obra-prima"... "Boyhood" se sustenta unicamente por sua proposta diferenciada e isto não foi o suficiente para me impressionar ou emocionar. Ficará na memória como "aquele filme com doze anos de filmagens" e cinema pode - e deve - ser bem mais que isso.
    Teresa M.
    Teresa M.

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    2,5
    Enviada em 9 de novembro de 2014
    Tive a sensação de ter ficado realmente 12 anos no cinema. Desperdício de tempo, de ficar filmando o garoto por tanto tempo, e o meu, de passar essas horas no cinema. Esse recurso reforçou, é lógico, a idéia da transformação e , sem dúvida, confere interessa especial ao filme. Mas é só. A história não tem nada de especial, muito embora o casal principal do elenco seja muito eficiente e carismático.
    Anderson  G.
    Anderson G.

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    4,5
    Enviada em 6 de maio de 2017
    Dentre muitas vertentes do cinema, uma delas é ser uma janela para a vida, e poucos filmes no cinema conseguem fazer isso com tanta perfeição como boyhood, com sua ideia ousada de ser gravado durante 12 anos, ele consegue sucesso em simplesmente retratar a vida, com todas as suas escolhas, erros, acertos, dramas, amores, desilusões, decepções e esperança. Simplesmente contando a historia de uma mãe e seus dois filhos, a trama passa pelos casamentos mal sucedidos da mãe, a busca da rendição do pai biológico, a busca pelos sonhos, a evolução, estagnação e involução de nossos personagens. O roteiro não é megalomaníaco, não é complexo e nem cheio de reviravoltas, é claro que temos muitos espelhos narrativos, e até alguns easter egg que diretor coloca, mas na sua essência ele é simplesmente retratar os passos de um menino, da infância a juventude, sua clareza e simplicidade causam a perfeição em retratar todas as sutilezas da vida, lembra muito o recente “Manchester a beira mar”, e até do polemico “Azul é a cor mais quente” ,“Boyhood” é quase um épico, um épico da vida real. Com uma moral que é submetida a trazer uma mensagem que “tudo tem seu tempo certo na vida”, é uma mensagem bonita, que o filme a legitima, mas de uma maneira completamente natural, sem querer dar lição de moral ou fazer julgamentos. Com uma fotografia sempre clara e câmeras simples que buscam simplesmente mostrar a naturalidade e beleza do comum, temos uma ótima montagem e um ritmo extraordinário, suas quase 3 horas de duração estão mais para 20 minutos, alias, é quase como espionar a vida de alguém por 12 anos, não posso deixar de citar sua afinada trilha sonora, que entre muitas coisas, ajudam a marcar temporalmente a linha do tempo do filme, além de transmitir sentimentos, sejam eles o puro clima de aventura até a melancolia. Em termos de atuações temos muitos desastres e atuações que se perdem completamente com o passar do filme, afinal, não podemos esquecer que os atores da obra a gravaram durante doze anos, mas temos que citar o ator Ellar Coltrane, que durante os doze anos faz uma atuação incrível (uma pena que veremos o ator em sua fase mirim apenas nesta obra), vale uma menção também a Etha Hawke que consegue dar uma evolução perfeita ao seu personagem mas sem perder sua essência, e claro, não posso terminar sem falar do completamente maluco e ousado Richard Linklater, que rodou de maneira escondia a película por doze anos, e fez um trabalho de direção perfeito, ao mostrar como a vida é simples e ao mesmo tempo complicada , e como todas as suas fases tem uma beleza intrica. “Boyhood” com certeza é um filme único, disso não podemos ter duvidas, é incrível como Richard cumpriu com maestria seu objetivo, e como o mesmo é sutil e não brinca com o telespectador, muitos personagens são evoluídos de maneiras intricas, com gestos que não são destacados na tela, Richard consegue alinhar o roteiro ao ritmo perfeitamente e consegue mostrar através de sua câmera a vida.
    Ana Paula S.
    Ana Paula S.

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    2,0
    Enviada em 3 de janeiro de 2015
    É um filme ordinário, que trata da vida ordinária de um garoto ordinário. Nada que traga uma reflexão ou que acrescente algo na nossa vida ordinária. Não assistimos a um filme pra ver o ordinário, assistimos pra presenciar o extraordinário, pra ver e sentir o que não acontece em nossas vidas, essa é a magia do cinema, apresentar algo que não conhecemos.
    Tassiana
    Tassiana

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    5,0
    Enviada em 20 de dezembro de 2014
    Uma experiência única! Lindo do começo ao fim. Linklater inovou com simplicidade. Boyhood é sedutor, sensível e muito ambicioso. A passagem do tempo, a memória e a normalidade tornam o filme uma obra-prima. Eu diria que é muito mais do que filme, é uma celebração à vida. Desde a série americana “The Wonder Years” que eu não via algo tão expressivo e emocionante, algo sutil e ao mesmo tempo forte, verdadeiro. Lembro-me de uma frase de “Anos Incríveis” que dizia que “crescer acontece tão rápido...um dia você está de fraldas e no outro você se foi. Mas as memórias da infância permanecem com você durante todo o caminho”. O filme nos mostra isso, e sem efeitos especiais. Sou apaixonada por "Anos Incríveis" e a história de Kevin Arnold; e com Boyhood não foi diferente, me apaixonei com a mesma intensidade. Linklater nos proporcionou momentos singelos e belíssimos.
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