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    Boyhood - Da Infância À Juventude
    Média
    4,3
    1514 notas e 179 críticas
    41% (73 críticas)
    26% (47 críticas)
    12% (22 críticas)
    9% (17 críticas)
    4% (7 críticas)
    7% (13 críticas)
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    179 críticas do leitor

    Vitor Bruno A.
    Vitor Bruno A.

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    5,0
    Enviada em 10 de novembro de 2014
    BOYHOOD “Uma obra prima” Conta a história de um garoto e sua família, e a evolução da sua infância até a vida adulta. Se fosse só isso seria apenas mais um filme comum, mais o impressionante é que o filme levou 12 anos para ficar pronto, ou seja, os atores envelhecem de verdade. É realmente fantástico ver os atores envelhecendo cena a cena e assistir a vida de uma família comum com problemas diversos como qualquer outra, ao longo de 12 anos. A história é voltada mais para vida de Mason (Ellar Coltrane) que tinha 6 anos no início do filme e 18 anos no fim. Vemos ele passar por todas as fases da vida, e por todos os problemas que ela nos proporciona, quando criança, pré-adolescência, adolescência e juventude. Mostra os primeiros valores que aprendemos com a vida. Com certeza em alguma ocasião do filme você irá sorrir e lembrar de algum fato que aconteceu com você. Irá se identificar com alguns diálogos, modo de pensar, maneira de agir, lembrar da sua vida, de uma viagem em família, um passeio inesquecível, festas, primeiro namoro, primeiro porre...etc. Atuações muito boas do elenco. Ethan Hawke (Sr.Mason) como o pai de Mason foi autêntico, Patricia Arquette (Olivia) como mãe de Manson foi ótima, e Lorelei Linklater (Samantha) sua irmã, não conseguiu acompanhar o mesmo desempenho de quando criança. A atuação de Ellar Coltrane (Mason) foi incrível, pelo simples fato de pegarem uma criança de 6 anos para atuar no filme, sem saber como atuaria depois de mais velho, e ele só foi melhorando cena a cena, demonstrando ser um excelente ator. Foi uma idéia genial fazer um filme assim, e gostoso assisti-lo. Diria que o andamento do longa foi impecável, não muito corrido e nem devagar, na medida certa, por mais que tenha sido longo, com 2h 45 minutos, você nem percebe a hora passar. As imagens mostram exatamente cada época em que está se passando. Uma bela trilha e de muito bom gosto para cada cena, só de começar com ColdPlay, já sabia que vinha coisa boa pela frente. Sem dúvida eu nunca tinha visto nada do tipo, não só o fato de ter durado 12 anos impressiona, mais todo o conteúdo fantástico, e irá ficar como uma raridade eterna do cinema.
    alexandrecunha
    alexandrecunha

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    3,5
    Enviada em 9 de janeiro de 2015
    Um filme único do ponto de vista cinematográfico. Filmado em 12 anos corridos, reunindo a equipe por pequenos períodos todos esses anos é inédito e no mínimo curioso. Enredo trivial, atrelado na simples tradução da vida/juventude de um menino/rapaz/adolescente, de classe média, filho de pais separados, cuja mãe se envolve com maridos problemáticos (alcoólatras). O interessante é o desenrolar não ser explicito, não mostrando datas nem anos, ser percebido apenas pelas mudanças/desenvolvimento dos atores mirins envolvidos, dos meninos Mason e Samantha que evoluem muito rápido a cada ano que passa. Achei que fosse ser antológico como Beleza Americana, porém não chegou a tanto. Vale a pena ver por ser único, porém não eleve suas expectativas.
    Tassiana
    Tassiana

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    5,0
    Enviada em 20 de dezembro de 2014
    Uma experiência única! Lindo do começo ao fim. Linklater inovou com simplicidade. Boyhood é sedutor, sensível e muito ambicioso. A passagem do tempo, a memória e a normalidade tornam o filme uma obra-prima. Eu diria que é muito mais do que filme, é uma celebração à vida. Desde a série americana “The Wonder Years” que eu não via algo tão expressivo e emocionante, algo sutil e ao mesmo tempo forte, verdadeiro. Lembro-me de uma frase de “Anos Incríveis” que dizia que “crescer acontece tão rápido...um dia você está de fraldas e no outro você se foi. Mas as memórias da infância permanecem com você durante todo o caminho”. O filme nos mostra isso, e sem efeitos especiais. Sou apaixonada por "Anos Incríveis" e a história de Kevin Arnold; e com Boyhood não foi diferente, me apaixonei com a mesma intensidade. Linklater nos proporcionou momentos singelos e belíssimos.
    Cláudio F
    Cláudio F

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    0,5
    Enviada em 5 de janeiro de 2015
    Depois de assistir o que me veio a cabeça foi "minha mãe adora jiló e eu odeio" Tudo é sempre questão de gosto. Achei um dos filmes mais entediantes que já vi na vida, de interessante só a questão do desenvolvimento real dos personagens (acho que é inédito) que por ser assim, a passagem do tempo flui de uma forma muito interessante. Deram o azar de o menino e não menos a menina crescerem e se tornarem PÉSSIMOS atores. Achei o filme desnecessariamente longo e ZERO de emoção, superficial. Uma história comum sem nenhum brilho.
    Dhyana A.
    Dhyana A.

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    2,5
    Enviada em 20 de janeiro de 2015
    O filme me frustrou... Esperei as 3 horas de duração por algo que nunca veio.qd acabou, me perguntei: já?! Talvez isso seja o interessante do filme: a vida real, que não é um filme! Onde nada extraordinário acontece! Mas vale assistir pela fantástica experiência de filmar o mesmo elenco por tantos anos, sem se valer de efeitos especiais cinematográficos.
    santanche
    santanche

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    4,5
    Enviada em 30 de novembro de 2014
    Até agora, todos os filmes que eu tenho visto usam atores diferentes para mostrar pessoas crescendo ao longo de suas vidas. Mas eu reconheço as pessoas pelo seu olhar. Mesmo que você possa encontrar um segundo ator bem parecido com o primeiro, eles nunca terão o mesmo olhar. E este é um filme fabuloso se você considerar somente esta técnica de acompanhar as pessoas “realmente” crescendo. Especialmente o Mason, cujo olhar e inquietude são marcantes, enquanto ele cresce em frente aos nossos olhos de sua infância à juventude. Um filme mostrando a beleza, a luta, as alegrias e o drama de uma família que se recompõe em múltiplas facetas. O diretor investe na sensibilidade da vida corriqueira ao invés dos grandes eventos. Um projeto maravilhoso, que definitivamente vale a pena ver.
    Flávia P.
    Flávia P.

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    3,0
    Enviada em 21 de fevereiro de 2015
    Filme "morno" com estereótipo bem americano! Mas há quem goste do tema...
    Erica C.
    Erica C.

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    0,5
    Enviada em 26 de janeiro de 2015
    Um filme extenso, nada atrativo, o pior, sem final. Não consigo entender como fazer um filme que o adolescente faz o que quer, quando quer e não tenha nenhuma circunstâncias da vida, como beber a vontade, chegar bêbado em casa, fumar e está tudo bem.....faltar no início da faculdade....sinceramente péssimo exemplo para meu filho! Esperava mais do filme!!!!
    Anderson  G.
    Anderson G.

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    4,5
    Enviada em 6 de maio de 2017
    Dentre muitas vertentes do cinema, uma delas é ser uma janela para a vida, e poucos filmes no cinema conseguem fazer isso com tanta perfeição como boyhood, com sua ideia ousada de ser gravado durante 12 anos, ele consegue sucesso em simplesmente retratar a vida, com todas as suas escolhas, erros, acertos, dramas, amores, desilusões, decepções e esperança. Simplesmente contando a historia de uma mãe e seus dois filhos, a trama passa pelos casamentos mal sucedidos da mãe, a busca da rendição do pai biológico, a busca pelos sonhos, a evolução, estagnação e involução de nossos personagens. O roteiro não é megalomaníaco, não é complexo e nem cheio de reviravoltas, é claro que temos muitos espelhos narrativos, e até alguns easter egg que diretor coloca, mas na sua essência ele é simplesmente retratar os passos de um menino, da infância a juventude, sua clareza e simplicidade causam a perfeição em retratar todas as sutilezas da vida, lembra muito o recente “Manchester a beira mar”, e até do polemico “Azul é a cor mais quente” ,“Boyhood” é quase um épico, um épico da vida real. Com uma moral que é submetida a trazer uma mensagem que “tudo tem seu tempo certo na vida”, é uma mensagem bonita, que o filme a legitima, mas de uma maneira completamente natural, sem querer dar lição de moral ou fazer julgamentos. Com uma fotografia sempre clara e câmeras simples que buscam simplesmente mostrar a naturalidade e beleza do comum, temos uma ótima montagem e um ritmo extraordinário, suas quase 3 horas de duração estão mais para 20 minutos, alias, é quase como espionar a vida de alguém por 12 anos, não posso deixar de citar sua afinada trilha sonora, que entre muitas coisas, ajudam a marcar temporalmente a linha do tempo do filme, além de transmitir sentimentos, sejam eles o puro clima de aventura até a melancolia. Em termos de atuações temos muitos desastres e atuações que se perdem completamente com o passar do filme, afinal, não podemos esquecer que os atores da obra a gravaram durante doze anos, mas temos que citar o ator Ellar Coltrane, que durante os doze anos faz uma atuação incrível (uma pena que veremos o ator em sua fase mirim apenas nesta obra), vale uma menção também a Etha Hawke que consegue dar uma evolução perfeita ao seu personagem mas sem perder sua essência, e claro, não posso terminar sem falar do completamente maluco e ousado Richard Linklater, que rodou de maneira escondia a película por doze anos, e fez um trabalho de direção perfeito, ao mostrar como a vida é simples e ao mesmo tempo complicada , e como todas as suas fases tem uma beleza intrica. “Boyhood” com certeza é um filme único, disso não podemos ter duvidas, é incrível como Richard cumpriu com maestria seu objetivo, e como o mesmo é sutil e não brinca com o telespectador, muitos personagens são evoluídos de maneiras intricas, com gestos que não são destacados na tela, Richard consegue alinhar o roteiro ao ritmo perfeitamente e consegue mostrar através de sua câmera a vida.
    Gianelli R.
    Gianelli R.

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    0,5
    Enviada em 7 de novembro de 2014
    Um filme que levou doze anos de filmagens, traz uma ideia inovadora que não funciona na prática. Os diálogos maravilhosos de Linklater que nos impactam não estão presentes. A proposta se resume a encarar três horas de projeção só pra ver os atores envelhecendo. Faltou fôlego e criatividade, sobrou apenas o personagem tempo.
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