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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Cinemascope
Tecnicamente despretensioso, o filme não explora novos caminhos, nem destinos estranhos à carreira do diretor. O longa contém uma trilha peculiar com arranjos marcantes, mas que em alguns momentos não se conectam à narrativa. O filme vale à pena ser assistido, mas...
Cineweb
Com um tom bastante distanciado e frio, o filme parece às vezes não ir tão fundo quanto poderia, ao explorar perdas tão intensas. Ainda assim, parecem tocantes e naturais algumas cenas reunindo Tomas e Kate, que expressa sua dor de um modo admiravelmente contido, nunca raivoso.
Screen International
Tecnicamente, "Tudo Vai Ficar Bem" é uma experiência visual fascinante e que consolida os passos dados por "Pina" [...] Wim Wenders não justifica bem o tratamento dos temas do filme em 3D, mas é um experimento notável.
The Guardian
E, ao mesmo tempo em que é um pouco elegante demais e lento, "Tudo Vai Ficar Bem" é um filme que não é tímido em abordar o efeito de restauração que um trauma pode produzir na criatividade.
Télérama
O 3D, utilizado de maneira intimista para variar, acentua através da profundidade de campo o isolamento dos vários personagens. [...] Pena que Wenders esqueça o seu sujeito de vez em quando, se dispersando em temas anexos.
CineClick
O filme não funciona, James Franco não ajuda, mas o problema está também no roteiro e na direção. O enredo dá grandes saltos no tempo [...], mas o público precisa a todo o momento reaprender quem são esses personagens e como estão suas vidas, e o fato de nenhum deles envelhecer não ajuda.
Critikat.com
Enquanto o filme busca um olhar para acolher a emoção que ele transmite, a câmera se contenta em "fazer cinema" superficialmente, criando apenas uma concha de animação desincarnada sobre uma matéria que possui apenas o calor dos atores para existir.
Estado de São Paulo
Wenders pode estar empolgado com seu elenco [...], mas há um problema nisso tudo. O filme tem saltos no tempo. [...] Os dez anos não passam pelo rosto de James Franco. Um ator mais maduro talvez ampliasse a voltagem emocional, e o filme talvez ficasse melhor.
Folha de São Paulo
"Tudo Vai Ficar Bem" também sofre com a escolha de atores como James Franco e Charlotte Gainsbourg, mais personalidades do que intérpretes de personagens.
New York Times
Tem algo errado com "Tudo Vai Ficar Bem". Mesmo para um filme sobre um escritor independente que luta contra suas emoções, ele soa pesado, como um sonho bom que se tornou pesadelo.
O Globo
Situado entre o melodrama e o suspense, ‘‘Tudo vai ficar bem’’ não tem densidade, sua história exerce o mesmo efeito daqueles longos causos insossos narrados pelos tios em almoços de família.
Papo de Cinema
Para além da história superficial, fica a sensação de que o 3D do filme é desnecessário. Ainda que Wenders saiba como usar a tecnologia, [...] a tecnologia não faz diferença, e talvez o filme, que surgiu pensado em pesar a favor do 3D na produção atual, tenha conseguido o resultado contrário.
Quarto Ato
O grande problema é o roteiro que, apesar de um bom argumento, não consegue seguir. É como se o filme terminasse nos primeiros quinze minutos e a partir daí nos vemos cercados com diálogos francamente forçados e de uma imensa e cansativa sequência tediosa que acompanha toda a narrativa.
Rubens Ewald
Para mim, o problema (do filme) é a presença do insuportável James Franco. Espero que não seja cisma minha, mas desde aquele vexame que deu como apresentador do Oscar, o pior em todos os tempos, não consigo levá-lo a sério...
The Hollywood Reporter
[...] o, além de tudo, mal intitulado "Tudo Vai Ficar Bem" mais parece uma vitrine para o expressivo trabalho de direção, que chega aos limites da cinematografia, do que qualquer outra coisa.
The Playlist
"Tudo Vai Ficar Bem" se desenvolve com um narrativa elíptica; fades terminam as cenas em momentos inverossímeis; trocas de diálogos parecem destinadas a criar um tom opaco ao invés de aprofundar os personagens.
Variety
É improvável que o filme desperte muita empatia dos espectadores, que podem, ao invés disso, passar a maior parte do tempo de projeção se perguntando o porquê de Wenders escolher dramatizar a história pesada em um 3D avançado.