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    Anomalisa
    Média
    3,6
    181 notas e 26 críticas
    distribuição de 26 críticas por nota
    7 críticas
    8 críticas
    6 críticas
    4 críticas
    0 crítica
    1 crítica
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    26 críticas do leitor

    Jake D.
    Jake D.

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    5,0
    Enviada em 6 de fevereiro de 2016
    Anomalisa... Uma animação que conta a história de Michael Stone, um palestrante motivacional, que viaja para a cidade de Connecticut para dar uma palestra. No hotel em que ele se hospeda, conhece Lisa, uma garoto por quem se apaixona. A direção do filme é de Charlie Kaufman, e ele faz um trabalho excelente aqui, consegue filmar perfeitamente os bonecos em cena, certamente é um trabalho de direção perfeito. O roteiro também é de Charlie Kaufman, e mais uma vez, ele escreveu muito bem, com ótimos diálogos, inclusive tem um diálogo entre Michael e Lisa que é incrível. Outro ponto positivo, é que a animação muitas vezes apresenta um lado mais maduro, inclusive, o filme possui uma cena de sexo que é super realista, então, é a prova de que animação não é só filme para criança, mas já tivemos outras animações que mostram ser para um publico mais adulto, como: Mary e Max, Persépolis, Waking Life, entre outros. Anomalisa é um filme que demonstra ser para pessoas maduras e que consegue ser original em todos os aspectos, excelente animação. Recomendo!
    Lucas F.
    Lucas F.

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    4,0
    Enviada em 31 de janeiro de 2016
    Sobre a solidão que nos habita. As muitas vozes e o mais do mesmo que nos rodeia o tempo todo. Simples e bem construído. Brilhante!
    Gabriele M
    Gabriele M

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    0,5
    Enviada em 2 de dezembro de 2018
    O pior filme que já vi na vida! Horrível, irritante e sem sentido. Perda de tempo! Não sei como o site te e coragem de avaliar como pontuação máxima!
    Nelson J
    Nelson J

    Segui-los 6184 seguidores Ler as 1 171 críticas deles

    5,0
    Enviada em 1 de fevereiro de 2016
    Perfeito. Pura inspiração e visão existencial. Esta animação para adultos está focada na pasteurização, na normalização geral do comportamento humano. Todos os personagens são parecidos e possuem a mesma voz. O palestrante sobre atendimento ao cliente, percebe que algo está errado no seu próprio comportamento e visão de mundo. Inesperadamente ele conhece Lisa, que tem voz diferente, cicatriz no rosto, uma pessoa aparentemente singular, por isso Anomalisa de anomalia e Lisa. Sua paixão pode sucumbir a ordem e a norma aceita por todos, pois ele pode se relacionar com qualquer pessoa normalizada. O filme discute o politicamente correto e normal, que servem de modelo global. Os próprios personagens são robotizados. Brilhante e na disputa do Oscar de animação 2016. Não perca.
    F. V. Fraga
    F. V. Fraga

    Segui-los 73 seguidores Ler as 64 críticas deles

    5,0
    Enviada em 27 de janeiro de 2016
    [[[PARÁGRAFO]]]Os pôsteres de ‘Anomalisa’ (2015), tanto o nacional quanto os internacionais, trazem a frase “o filme mais humano do ano”, atribuída a Matt Patches da revista Esquire. O trailer, muito bem feito aliás, complementa “e não tem nenhum humano nele”, entre outras frases que traduzem as diversas impressões que o longa-metragem deixa em quem o assiste. O filósofo Friedrich Nietzsch concordaria, após assistir à animação em “stop motion” idealizada por Charlie Kaufman, dizendo “humana, demasiada humana”. [[[PARÁGRAFO]]]O novo trabalho de Kaufman, em parceria com o animador Duke Johnson, utiliza a maioria dos elementos, escritos por ele, já presentes em seus elogiados trabalhos anteriores. É engraçado e inteligente como ‘Quero Ser John Malkovich’ (1999), ousado e sincero como ‘Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças’ (2004). Não é tão metalinguístico e obviamente multicamadas como ‘Adaptação’ (2002), mas é tão instigante e inusitado quanto. A direção não é tão ambiciosa, quanto a de ‘Sinédoque, Nova York’ (2008), porém é do mesmo modo fascinante e mais eficaz em se conectar com o público. [[[PARÁGRAFO]]]Animações com temáticas adultas são um tanto quanto raras, aparecendo a cada dois ou três anos. Muitas vezes o gênero é subestimado pelo público maduro e não conta com o apoio financeiro, igual ao das feitas e pensadas para as crianças. Geralmente elas se tornam sucesso de crítica, mas não de bilheteria, como os dramas políticos e de guerra “Persépolis” (2007) e “Valsa com Bashir” (2008). Utilizar a representação da nudez e do sexo de forma despudorada em filmes animados é ainda mais incomum e quando ocorre, quase sempre são em produções não hollywoodianas, como no espanhol ‘Chico & Rita’ (2010) e em vários animes japoneses. A norte-americana mais “avançadinha” neste sentido é a “semianimação” feita em rotoscopia e dirigida por Richard Linklater, ‘O Homem Duplo’ (2006). Porém, poucas tratam a relação sexual de forma tão “real”, com uma dinâmica desengonçada, pouco sensual e com direito a felação, como nesta escrita por Charlie Kaufman. [[[PARÁGRAFO]]]‘Ano malisa’ causa mais estranheza com seu “stop motion”, que não tem a pretensão de imitar os seres humanos, pois suas marcas no rosto deixam evidente que se tratam de “bonecos”, mas isso não os deixa menos expressivos. Algumas séries animadas, que utilizam este recurso de animação, são tão ousadas quanto, como a violenta ‘Celebrity Deathmach’ (1998/2007), entretanto no cinema, poucas são tão existenciais e a medida do possível “realistas”. Com conteúdo existencialista há a, também de Linklater, ‘Waking Life’ (2001), no entanto, seus longos diálogos, não representam tão bem a melancolia, a depressão e o egoísmo humano, presentes nas nossas sociedades cada vez mais individualistas, como no texto de Kaufman. [[[PARÁGRAFO]]]O longa-metragem animado é o segundo trabalho como diretor do roteirista consagrado pelos filmes citados anteriormente, mas que já não lançava um longa há sete anos. Sua primeira direção de um longa-metragem, foi o também já mencionado ‘Synecdoche, New York’. Adaptado de uma peça de teatro sonora sua, onde o texto era lido no palco pelos atores, sem cenários e figurinos, a ideia de transformá-lo em um filme animado foi do amigo e produtor Dino Stamatopoulos, sócio do estúdio de animação Starburns Industries, responsável por animar, entre outras, a série Mary Shelley's Frankenhole (2010 -). [[[PARÁGRAFO]]]O longa de animação foi financiado de forma coletiva pelo “Kickstarter”, modalidade de arrecadação conhecida como “crowdfunding”, que pretendia conseguir 200 mil dólares e obteve doações de mais de 400 mil. Quando Kaufman lançou a campanha de financiamento, justificou o pedido por “patrocinadores”, um tanto inusitado para quem já está inserido no mercado, argumentando que a indústria não aceitaria financiar e deixa-lo produzir o filme da forma que ele idealizara. Segundo suas palavras o longa-metragem devia ser feito “fora dos padrões de hollywood”, sendo no mínimo lamentável, que um profissional tão conceituado encontre tanta dificuldade de conseguir uma empresa que investisse dinheiro em um projeto seu. Esse erro em subestimar a obra, ficou ainda mais evidente, depois que o longa animado recebeu o Grande Prêmio do Júri no Festival de Veneza e foi indicado ao Oscar de Melhor Animação. [[[PARÁGRAFO]]]O personagem principal da história é o inglês Michael Stone, escritor do livro ‘‘Como posso ajudar a ajudá-los?’’, uma espécie de manual de atendimento ao Cliente. Durante sua viagem aos Estados Unidos, para uma palestra sobre o livro, descobrimos que ele sofre de uma espécie de depressão, tendo perdido o interesse pelas pessoas a sua volta. Depois do seu voo de avião, o restante do enredo se passa basicamente dentro do hotel onde está hospedado e sua atitude em relação as pessoas só se altera quando encontra a personagem Lisa, uma fã de seu livro, que acaba despertando o interesse do escritor por apresentar características diferentes das demais pessoas. [[[PARÁGRAFO]]]Para quem tenta interpretar o título do filme, antes de assistir, pode pensar que ele faz uma fusão dos termos Animação + Monalisa, talvez. Durante o decorrer do enredo se descobre de onde vem o nome, ligado a essa personagem importante para o nome do longa, que não é de toda pouco parecida com a Monalisa do quadro. O trabalho de dublagem é fundamental para a construção da narrativa, através das vozes de David Thewlis (Michael Stone), Jennifer Jason Leigh (Lisa) e Tom Noonan (vários). O fato de Noonan dublar todos os outros personagens, inclusive mulheres e os familiares de Stone é o que exemplifica metaforicamente como o personagem principal vê/ouve o mundo. [[[PARÁGRAFO]]]No fim, o roteiro não tenta nos entregar nada de edificante, não há redenção moral para Michael Stone. A forma como ele trata Lisa, depois do contato inicial, quando ela não é mais uma novidade para ele; e um presente estranho que o mesmo dá para o filho, não nos permite criar empatia por ele, antes disso, nos faz reconhecer muitos comportamentos humanos egoístas de outras pessoas ou até de nós mesmos. ‘Anomalisa’ certamente é criativo e diferenciado dentro do gênero animado e entra para lista dos melhores filmes introspectivos dos últimos anos, ao lado de outros como ‘Ela’ (2013), de Spike Jonze, antigo parceiro de Kaufman. É difícil que ganhe o Oscar de Melhor Animação, porém, a forma como foi financiado, e o fato de estar concorrendo ao lado de ‘Divertida Mente’, ‘Shaun, o Carneiro’, ‘O Menino e o Mundo’ e ‘As Memórias de Marnie’, já são uma conquista, pois não tem a mesma abertura do mercado voltado para o público infantil, tanto que é o único não recomendado para menores de 14 anos.
    Celso M.
    Celso M.

    Segui-los 109 seguidores Ler as 178 críticas deles

    5,0
    Enviada em 11 de fevereiro de 2016
    O filme é de uma profundidade imensa.Retrata a vida pessoal de um homem com ascensão, porém infeliz quanto à sua vida particular chegando a ser confuso mostrando seus medos, inseguranças como um verdadeiro ser humano. É uma animação fenomenal cheia de sentido que concorre ao Oscar de 2016 com toda a sua glória. Não é para crianças. Não as deixe assistir. Contém cenas de nudez e sexual. Uma animação perfeita, delicada e competente. Confiram!
    Eduardo Santos
    Eduardo Santos

    Segui-los 95 seguidores Ler as 182 críticas deles

    4,5
    Enviada em 1 de fevereiro de 2016
    Um homem que é solitário mesmo rodeado de gente. É casado, tem um filho e ainda é um profissional respeitado em sua área. Mas o que falta a esse homem é justamente encontrar o fascinante e revigorante amor. Pode parecer bastante simplificado e clichê, ou até mesmo algo que beire a pieguice ou aqueles romances super açucarados. Mas muito pelo contrário. Anomalisa é um filme único, extremamente conceitual e original. Começando pelo fato de ser uma animação para adultos - não que isso não exista. O que vale aqui é a forma como esta fascinante história é narrada. O semblante frio do protagonista vai aquecendo no decorrer do filme, que é super enxuto e bem realizado tecnicamente. Os bonecos, que excluindo os protagonistas têm basicamente o mesmo rosto, são estranhamente humanos. Aliás, esse filme é mais humano que muito filme protagonizado por atores reais por aí. É um filme denso, intenso e que fala de solidão e afeto de maneira muito peculiar. Tem mesmo aquela cara de clássico instantâneo e obrigatório. E Charlie Kauffman, responsável por uma filmografia extremamente estranha, com muitos toques de bizarrice e fuga do lugar comum, criou aqui o seu filme menos esquisito, e talvez o mais impactante. É um filme que cativa e fala sobre personagens plausíveis, reais, contemporâneos e com seus dilemas existenciais. A cena final é linda, e traz uma mensagem de esperança, mesmo depois de tropeços e desencantos. É um filme belíssimo, pra ser revisto várias vezes. E a presença de Lisa, ou Anomalisa como é intitulada, dá um frescor à trama e ela é a personagem que faz o filme se libertar da amargura de seu outro protagonista, Michael Stone. Só uma cena próxima ao fim me fez não dar nota máxima ao filme, mas que é pra ser visto com carinho e atenção especial, isso com certeza. Digno de todos os elogios que vem recebendo. E prepare-se para reflexões e intensidade, pois isso Anomalisa traz de sobra.
    Neto S.
    Neto S.

    Segui-los 3785 seguidores Ler as 773 críticas deles

    3,5
    Enviada em 19 de janeiro de 2016
    Michael Stone (voz de David Thewis) é um palestrante motivacional que acaba de chegar à cidade de Connecticut. Ele segue do aeroporto direto para o hotel, onde entra em contato com um antigo caso para que possam se reencontrar. A iniciativa não dá certo, mas Michael logo se insinua para duas jovens que foram ao local justamente para ver a palestra que ele dará no dia seguinte. É quando ele conhece Lisa (voz de Jennifer Jason Leigh), por quem se apaixona. Animaçao diferente, com uma excelente Historia, bons personagens, boa trilha sonora,a animaçao tem cenas de nudez, recomendo. Nota 8.0
    Alvaro S.
    Alvaro S.

    Segui-los 339 seguidores Ler as 349 críticas deles

    3,5
    Enviada em 3 de junho de 2016
    Esta animação não tem nada de infantil. Aliás ela é bem ousadinha. Ainda não sei bem o que pensar sobre este filme. Ele é estranho. Mas até aí tudo bem, afinal o diretor e roteirista é o Charlie Kaufman, o cara por trás dos roteiros de outros filmes tão estranho quanto, como os, Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças, Adaptação e Quero Ser John Malkovich. Michael, um famoso escritor sobre técnicas de venda, viaja para ministrar uma palestra e acaba vivendo situações fora da sua rotina ao se apaixonar por Lisa, uma mulher com voz única. É importante ressaltar que, com exceção do Michael e Lisa, todos os demais personagens têm a mesma voz, ou seja, foram dublados pela mesma pessoa. A crítica foi praticamente unânime em ovacionar esta obra. Eu só consigo dizer que foi uma experiência diferente, curiosa e original. Com certeza original! Curiosidade. Nominado ao Oscar de Melhor Animação. Nota do público: 7.4 (IMDB) Nota dos críticos: 92%(Rotten Tomatoes) Bilheterias EUA - $3,7 milhões Mundo - $5,7 milhões Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
    Alan David
    Alan David

    Segui-los 2332 seguidores Ler as 685 críticas deles

    3,5
    Enviada em 3 de fevereiro de 2016
    Uma história inteligente, daquelas que mergulha na alma humana, mas não é uma animação para crianças, é um filme adulto só que animado.
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