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Spotlight - Segredos Revelados
Média
4,4
1352 notas e 98 críticas
26% (25 críticas)
42% (41 críticas)
20% (20 críticas)
7% (7 críticas)
3% (3 críticas)
2% (2 críticas)
Você assistiu Spotlight - Segredos Revelados ?

98 críticas do leitor

Luiz G.
Luiz G.

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4,0
Enviada em 27/02/16
Spotlight é a cara do Oscar, filme baseado em fatos reais com um roteiro muito bem feito, sem furos, e um elenco de primeira que sustenta o filme. No entanto, não é o filme para ver duas vezes, nem é o filme que traz algo peculiar para a sétima arte.
Anderson  G.
Anderson G.

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3,5
Enviada em 08/07/16
Embora a questão e a critica que o filme traz consigo seja muito importante, o modo como a historia é contada, é muito comum, se o roteiro não fosse bom, a maioria do publico dormiria na metade do filme, não tem trilha sonora, não tem fotografia, ou qualquer toque diferente do diretor, é um filme comum, com atuações medianas para boas, e um roteiro bom e bem interessante, tal como a grande aposta traz o universo do mercado financeiro, Spotlight traz o universo do mercado do jornalismo investigativo, e é um filme intrigante. Melhor filme de 20I6?Oscar, está de sacanagem.
Jake D.
Jake D.

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5,0
Enviada em 03/02/16
Spotlight... o filme conta a história real de um grupo de jornalistas que investigam um caso de pedofilia envolvendo a igreja católica, já deu para ver que a história é muito séria, e ela á abordada de uma maneira que sempre foca no assunto. Não tem nenhum deslize de roteiro aqui, roteiro que inclusive, é muito bem escrito por Tom McCarthy. Tom também dirigiu o filme, e ele fez um trabalho excelente aqui, todas as cenas são cheias de detalhes. As atuações são ótimas, todos estão bem: Michael Keaton, Mark Ruffalo, Rachel McAdams, Liev Schreiber e entre outros. A fotografia também é belíssima, uma das melhores que eu já vi na minha vida, e a trilha sonora também é muito boa e impactante. Spotlight é um filme impecável que deve ser assistido por qualquer cinéfilo. Recomendo!
Bader
Bader

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4,0
Enviada em 11/01/16
O filme não aborda a pedofilia dentro da Igreja Católica, descrita apenas através dos poucos depoimentos das vítimas, pois seu tema central é a importância do jornalismo investigativo. Confirma-se pela enésima vez o papel fundamental de uma imprensa livre para o progresso da sociedade, que tem nos Estados Unidos da América o seu principal baluarte. Excelente roteiro e interpretação dos atores, mas o filme exige bastante atenção do espectador.
Leonardo d.
Leonardo d.

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4,5
Enviada em 16/01/16
É um filme sobre a ambiguidade no funcionamento das instituições e dos sistemas: judicial, da Igreja e da imprensa. Nenhum é tão podre a ponto de não mostrar sua relevância para a sociedade, e nenhum é tão puro que não possa ser questionado e desnudado. O diretor Tom McCarthy consegue mandar seu recado porque é preciso, conciso, sóbrio e sabe bem onde pretende chegar: na revelação de que a Igreja Católica se estrutura como uma organização mafiosa (na sequência inicial, dois padres - um deles acusado de pedofilia - entrando num carro preto da Santa Igreja parecem dois gângsteres partindo juntos para o crime). Os jornalistas protagonistas, por sua vez, apenas aos poucos percebem a real dimensão da história que têm em mãos (atentem para a cena em que eles entrevistam, por telefone, um psicanalista que tratou de padres pedófilos: a câmera parte do rosto de Michael Keaton e se afasta, até finalizar num plano geral englobando os quatro jornalistas da equipe Spotlight. Esse movimento, além de permitir que o espectador enxergue a reação de espanto de cada um dos personagens, simboliza o quão distante estão os investigadores de descobrir toda a extensão dos fatos). A onipotência e a onipresença da Igreja Católica são retratadas por McCarthy de forma sutil, porém eficiente: em várias cenas pode-se ver uma igreja ao fundo, e o espectador não consegue escapar da suspeita de que cada uma delas pode ser o cenário de um crime terrível. Mesmo opções ousadas, que poderiam descarrilhar o filme para o sensacionalismo ou a denúncia vazia, funcionam muito bem (o principal exemplo é o coral natalino infantil servindo de trilha sonora para as cenas em que os jornalistas escrevem a matéria para o jornal. Em mãos erradas, poderia ser uma escolha de mau gosto; nas de McCarthy, causam repulsa e revolta no espectador). Por fim, e eis aqui mais uma prova de maturidade do autor, vale lembrar o que foi dito lá no início: a mídia também merece ser questionada pelos seus métodos e escolhas, seja quando finge imparcialidade, seja quando deixa escapar a oportunidade de denunciar barbaridades como tais. E se é assim com a equipe do Boston Globe, o que dizer da turma do "Globe" do Jardim Botânico?
Benedicto Ismael C.
Benedicto Ismael C.

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3,0
Enviada em 07/01/16
Após exaustivas pesquisas uma equipe de jornalistas concluiu seu levantamento sobre a questão da pedofilia na arquidiocese de Boston, tendo a reportagem desencadeado a acusação de 249 padres e a descoberta de mais de 1500 vítimas na região de Boston, além da renúncia de um cardeal, que acabou sendo transferido para Roma. Com a imposição do celibato aos seus preceptores, a Igreja impôs uma ruptura na observância do funcionamento das leis naturais da Criação, gerando um desastroso desvio de conduta, o que acabou afastando muitos fieis da religiosidade nesta fase de muita aspereza e ausência de Amor no planeta Terra. Acomodadas e desalentadas, muitas pessoas deixaram de procurar, e nada poderão encontrar, pois como disse o Mestre Jesus: só quem procurar, achará a verdade e o significado da vida.
Felipe F.
Felipe F.

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4,5
Enviada em 22/01/19
O diretor Tom McCarthy que até então não havia feito nada muito valoroso, nos mostra em Spotlight que não é preciso pirotequinias, cenas fortes e adrenalina para se fazer um ótimo filme. E é isso que temos aqui, um filme que aborda o jornalismo investigativo de uma forma por assim dizer, bem jornalesca e burocrática, e o mais surpreendente é que funciona. O roteiro é ótimo, as atuações são excelentes, sem exceções, todos atuam de forma muito natural e convincente, é de se encher os olhos. Spotlight não é um filme para qualquer um, eu propriamente não costumo gostar de dramas mornos de mais, mas esse foi um filme que me conquistou, um filmaço, ótimo filme.
Jeff J.
Jeff J.

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4,0
Enviada em 14/03/16
REFLEXÃO. Quantos filmes nos fazem refletir de verdade? E não é qualquer reflexão, é a reflexão sobre as bases da fé, ou nos supostos caminhos ou instrumentos usados pelo Divino para a humanidade. Se não refletirmos nesse ponto, dificilmente não vamos parar para pensar no caos emocional, psicológico e social que enfrentam os sobreviventes do crime do qual trata o filme. FIXAÇÃO. Posso denominar assim não conseguir tirar o olho da telona? E o que atrai tanto assim? Nada mais que a história em si. Sem alarde, sem figura, sem merchant, sem qualquer artifício desnecessário. A história é rica, e é bem contada. E você não fecha os olhos esperando o desfecho. Gostei por demais do filme, imensamente. Gostei da ânsia investigativa, da qual algumas pessoas citaram, realmente motivante. Enquanto assistia ponderava que aquilo realmente havia acontecido. Existem pessoas sedentas de mostrar a verdade, não só por status, mas pela transparência, pela publicidade, por ser simplesmente verdade, lindo o que essas pessoas realizaram em detrimento do que tantas hoje fazem nas igrejas, e digo num tom generalizado, igrejas, denominações, placas etc. Há muita mentira. Há muita hipocrisia. Há muita atrocidade sendo feita sob o manto da santidade, e o filme para exemplificar esses tristes abusos e mentiras reprisou nesse caso, esse insulto da Igreja Católica a fé de tantas pessoas devotas. Triste a verdade, mas é verdade, e ela pode ser triste. Mas é necessário mostrar que não é só Deus que está de olho, aliás quando um filme desses granjeia esse espaço, essa notoriedade, olha se não foi Deus dando uma força, o Diabo tem lutado contra ele mesmo.
Katia G.
Katia G.

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3,5
Enviada em 21/02/16
Aqui a estrela que brilha não é a atuação dos atores, apesar da boa performance de alguns deles; o forte deste filme na realidade é mesmo o enredo!...a estória em si. Ao meu ver, podemos ler este filme de três ângulos possíveis 1) é um filme denuncia, já que revive a divulgações de noticias por um time de jornalistas do Boston Globe ( conhecidos pelo nome de Spotlight ), sobre mais de 600 abusos de menores, em Boston, cometidos por mais de 87 padres católicos em 2012. Realidade triste no seio da Igreja Católica, e que pelo que extrai do filme, é de certa forma incentivada por uma parte do alto clero, que faz vista grossa para com essas atrocidades, e pior ainda, atrapalha o bom andamento da Justiça com chantagens psicológicas, materiais e ate físicas. 2) podemos fazer uma leitura, digamos jornalística, e ver nele um modo de fazer e construir uma noticia, que valha a pena de ser divulgada. E não somente um modo de se construir a noticia, mas o modo profissional, o modo correto e o modo justo de buscar, pesquisar e divulgar a verdade dos fatos, doa a quem doer 3) e finalmente podemos fazer uma leitura ética do filme. De fato os personagens ( jornalistas )se envolvem em um dilema ético, ao tratar do problema dos padres pedófilos; na busca por fatos concretos ( provas ) dos abusos eles se envolvem com pessoas de poder das mais variadas instancias ( bispo, advogados, juízes, diretores de centros comunitários, etc) que não somente sabem dos fatos e escondem, mas também os ameaça se por acaso a verdade venha a tona. Assim o dilema é: publico e assumo as consequências, ou sou condescendente com tudo isso em nome da tranqüilidade e segurança?...o interessante é ver no mundo jornalístico a dificuldade da busca da verdade ( me refiro ao jornalismo sério e com o compromisso com a verdade, evidentemente ). A verdade deve ser absolutamente buscada, quase extraída a força dos cantos mais recônditos onde ela se esconde!!! o filme é a luta desses personagens para investigar e resgatar as verdades escondidas, subjugadas e desprezadas no meio da hipocrisia, das mentiras, da falsidade e impunidade que reina, não somente dentro da Igreja Católica, mas também no mundo que gira em torno dela. Felizes eram os Gregos que acreditavam que a verdade se impunha a nós, reta, cristalina e sem intermédios!!!!
alexandre Cunha
alexandre Cunha

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2,5
Enviada em 23/01/16
Quase sempre concordo coma as críticas do AC, mas desta x tenho que discordar, achei o filme bem básico, monótono e sem nenhuma surpresa no enredo, minha nota fica em 2,5.
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