Média
3,6
publicações
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New York Times
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Almanaque Virtual
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Chicago Sun-Times
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The Hollywood Reporter
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Variety
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Cineweb
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O Globo
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The Guardian
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Folha de São Paulo
Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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- Melhores filmes de acordo a imprensa
New York Times
A pungente atuação do Sr. MacLiam reflete a sempre mutável combinação de confusão, pânico, raiva e desejo de Conor retomar uma antiga identidade agora fora de alcance. O filme deixa isso claro em uma cena de amor terna e delicadamente conduzida [...]
Almanaque Virtual
A força motriz do sucesso do filme, que facilmente poderia descambar para o dramalhão modorrento, é a preferência pelo riso ao invés das lágrimas do espectador. Diversão que emociona na medida certa, sem que seja necessário dispensar a profundidade que tira o público da alienação e o convida à reflexão.
Chicago Sun-Times
[A trama] soa dolorosamente triste e, no fim das contas, piegas. Mas, como os verbos ativos que constituem o seu título, "Run & Jump" é surpreendentemente vivo, cheio de inesperados arranques e explosões de humor e verdadeira emoção.
The Hollywood Reporter
Forte é solidário, silencioso e atento, mas ávido por estar presente quando possa ser útil. O desfecho de Keogan e Green, ao minimizar o melodrama e evitar o sentimentalismo, é incomumentemente (e, dada a natureza dos personagens, apropriadamente) contida.
Variety
Green e o co-roteirista Keogan conseguiram capturar a beleza de uma família obviamente cheia de falhas, nem perfeita nem demograficamente balanceada demais, parecendo portanto verdadeira, e transmitiu um senso de plenitude...
Cineweb
Green está mais interessada na trajetória de personagens, colocando a narrativa em função desta. Ajuda muito o fato de ter atores excepcionais. [...] Não há como negar, o filme é de Maxine, dona de um sorriso contagiante, e uma personagem repleta de nuances...
O Globo
Um filme simpático — mas previsível. [...] De qualquer modo, Steph Green conduz o filme com alguma sensibilidade, minimizando, parcialmente, as limitações do roteiro (assinado pela própria diretora em parceria com Ailbhe Keogan). Há bons momentos ao longo da projeção.
The Guardian
O filme é persuasivo em suas nuances calmas, de observação, quando Green confia nos olhares dos personagens durante refeições, para mostrar as falhas dentro daquele lar, por exemplo.
Folha de São Paulo
Podemos sempre imaginar o que se passa nas cabeças das pessoas [...] Isso é meio que atrapalhado pelo quadro exageradamente próximo dos personagens, fechado, sem paisagem (e sem grande significado a não ser um grande atravancamento da imagem).