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    Irmã Dulce
    Média
    4,2
    123 notas e 18 críticas
    distribuição de 18 críticas por nota
    5 críticas
    5 críticas
    4 críticas
    3 críticas
    1 crítica
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    18 críticas do leitor

    anônimo
    Um visitante
    3,0
    Enviada em 26 de janeiro de 2015
    A pequena Dulce,já caminhava ao lado de sua mãe,em pleno anos 20,nas ruas de Salvador.O que resultou em uma das maiores promessas a partir daquele momento.O cinema nacional tem a capacidade emocionar quando se quer.Tem bons nomes que ainda conseguem fazer boas coisas para o cinema brasileiro.Um deles é o diretor Vicente Amorim,que reserva seu tempo exclusivamente para esses tipos de filme.Onde trouxe lá em 2003,uma história também de superação,em O Caminho das Nuvens,logo após em Um Homem Bom, e Corações Sujos.Todos são filmes completamente com assuntos sérios.E o que não seria diferente em Irmã Dulce.O filme mostra todo a trajetória de uma das figuras mais amadas desse país.Não deixa de ser uma aula para os mais novos (inclusive eu).O filme vive momentos lentos,mais não deixa de ser tocante.As atuações das incríveis Bianca Comparato e Regina Braga,ajudam em muito a trama.A emoção pode tomar de conta a toda cena em que as duas estão.O momento talvez mais emocionante,seja o enconco que ela teve com o Papa.Um marcante momento para "O Anjo Bom da Bahia"
    Mauricio O.
    Mauricio O.

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    4,0
    Enviada em 16 de dezembro de 2014
    Ganhei os ingressos e fui ao cinema, não dei muitos créditos ao titulo por ser nacional! (errei feio) Quando sentei na poltrona e a tela se encheu.... Foi emoção e choro até o final.... Uma obra prima do nosso Brasil, enrendo perfeito, ótima narrativa, figurino com toda a simplicidade, mas real, direção e fotografias impecáveis. Parabéns Brasil nosso cinema é Cultura e História e acima de tudo, Brasilidade...
    Danilo Y.
    Danilo Y.

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    3,5
    Enviada em 18 de novembro de 2014
    Irmã Dulce conta a história real de uma freira que passou toda a sua vida ajudando os necessitados,é um bom filme,com boas atuações,além de uma história boa,mais por ser uma cinebiografia,mas a melhor coisa do filme sem dúvida foi sua trilha sonora,que é impecável.
    Fernando D.
    Fernando D.

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    1,5
    Enviada em 25 de novembro de 2014
    a idéia do filme é interessante e a homenagem é válida . porem o filme é fraco nao passa a emoção que promete em seu trailler , alem do mais o filme se perde com varias histórias se passando ao mesmo tempo e acaba saindo do foco algumas vezes que é a irmã dulce .Os cenarios e figurantes são os pontos fortes do filme muito bem feito .No final das contas nao recomendo o filme
    Samuel  A.
    Samuel A.

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    2,0
    Enviada em 29 de novembro de 2014
    Filme Com Um Roteiro E Gênero Bem Diferente , Não Sei Se Vou Assistir Mais Vou Dar Uma Olhadinhas Nos Teaser .
    Kamila A.
    Kamila A.

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    4,0
    Enviada em 2 de janeiro de 2015
    Você, com certeza, nunca ouviu falar em Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes. Mas, definitivamente, você já ouviu falar em Irmã Dulce, nome que ela abraçou em homenagem à sua falecida mãe após fazer sua profissão de fé e votos perpétuos como freira da Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus. Conhecida popularmente como Anjo Bom da Bahia, Beata Dulce dos Pobres ou Bem-Aventurada Dulce dos Pobres, é essa personagem que é o ponto central da cinebiografia “Irmã Dulce”, filme dirigido por Vicente Amorim. O longa se dedica ao relato da história de vida da Irmã Dulce (interpretada, na juventude, por Bianca Comparato e, na idade adulta, por Regina Braga), enfocando a sua abnegação e a sua dedicação ao próximo, por meio do trabalho filantrópico que ela desenvolveu junto à população mais carente do seu Estado natal, a Bahia – dentre os quais se destacam a fundação do Hospital Santo Antônio, que foi construído no lugar do galinheiro do Convento Santo Antônio (local que abrigou um dos primeiros pontos de atendimento de Irmã Dulce ao público carente) e que, atualmente, atende diariamente a mais de cinco mil pessoas. Para entender a natureza altruísta de Irmã Dulce, o filme nos coloca diante do passado dela, quando ela entrou em contato com a pobreza por meio de visitas que ela realizava com familiares às favelas de Salvador. Visitas que ela também fazia, já freira, distribuindo alimentos e remédios aos mais necessitados. Daí para o conforto e cuidado aos doentes e o amparo àqueles que viviam na pobreza extrema foi uma transição natural para alguém que teve que enfrentar, não só a resistência da própria Igreja a qual ela servia, como também os interesses de políticos e outras figuras públicas. Uma mulher de aparência frágil, chama a atenção o fato de que ela enfrentava todas essas barreiras como muita delicadeza e resiliência, nunca se colocando acima do trabalho que ela realizava – aqui, vale fazer um adendo para valorizar o trabalho maravilhoso desenvolvido por Bianca Comparato no primeiro ato do filme. Irmã Dulce foi uma serva de Deus, alguém que utilizou a sua fé para ajudar os outros e que dedicou a sua inteira existência a oferecer amor ao próximo, como o mandamento que ela tão fielmente cita em várias cenas do filme. Neste sentido, uma das maiores sacadas do roteiro escrito por L.G. Bayão foi sintetizar o impacto de Irmã Dulce na vida daqueles que ela ajudou por meio da relação entre ela e seu “filho”, João (Amaurih Oliveira, numa grande atuação). “Irmã Dulce” acerta muito ao nos mostrar o maior legado dessa incrível mulher: o senso de solidariedade que ela possuía e as diversas obras de caridade que ela deixou e que foram continuadas. O filme é emocionante e muito bonito, nas suas mais diversas passagens, e consegue deixar ainda o seu maior ápice para o final, com a visita do Papa João Paulo II à Salvador, em 1980. É uma obra que faz jus a um verdadeiro espírito de luz que passou pelo nosso plano e que foi uma das maiores ativistas humanitárias que esse mundo já conheceu.
    Matheus T.
    Matheus T.

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    5,0
    Enviada em 29 de novembro de 2014
    esse filme retrata a nossa realidade, que hoje pouquíssima gente se importa com as pessoas mais necessitadas
    Rudknely J.
    Rudknely J.

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    5,0
    Enviada em 8 de dezembro de 2014
    Sempre vejo a minha miséria, vejo que sou independente de Deus, vejo que o pouco que eu faço já é bem pouco. Mas depois desse filme vê todas as dúvidas e ao mesmo tempo as confirmações que eu não sou nada sem Deus e o pouco que eu faço e beeeeem pouco. Filme, lindo emocionante!
    Alan David
    Alan David

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    3,0
    Enviada em 21 de dezembro de 2014
    trailer pareceu interessante, pena que não deu para vê nos cinemas, se sair no Netflix assisto.
    alberlia
    alberlia

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    4,5
    Enviada em 3 de abril de 2016
    Filme belíssimo. Não conhecia bem a história da freira. Quanta resignação e coragem. Um exemplo. Venceu os obstáculos de sua própria saúde para se doar cada vez mais ao próximo
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