Não recomendado para menos de 12 anos
Doze anos atrás, Rafael Burlan, o irmão do diretor Cristiano Burlan, foi assassinado com sete tiros. O cineasta decide relembrar os fatos, investigando o envolvimento do irmão com as drogas e compondo um retrato da violência que domina os bairros do subúrbio de São Paulo.
4,5
Ótimo
Mataram Meu Irmão
Construindo o passado
por Bruno Carmelo
Nos primeiros minutos deste documentário, não há nada além de uma tela preta. O som indica que o diretor Cristiano Burlan está fazendo uma ligação ao necrotério, perguntando como resgatar os restos mortais de seu irmão. Segue uma conversa profissional e fria com a atendente, tratando de exumação e procedimentos burocráticos sobre a remoção de ossos. Este início pouco sentimental dita o tom do filme inteiro.
As imagens logo aparecem, mas o som continua dominando a narrativa. Conhecemos, pela narração do cineasta, as circunstâncias imprecisas do assassinato de Rafael Burlan, aos 22 anos de idade. Aparentemente, teria sido por causa do roubo de um carro; aparentemente, o jovem estaria cobrando o seu pagamento por um roubo efetuado. É possível que ele estivesse envolvido na venda de drogas também. Na verdade, isto pouco importa ao cineasta: ao invés de muitos documentários que utilizam fatos
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Premiações
Ganhou os seguintes prêmios:- Melhor Filme - Júri Oficial, no 18º festival É Tudo Verdade- Melhor Filme - Júri Popular, no 18º festival É Tudo Verdade- Menção Honora no festival Cinesul- Prêmio Governador do Estado para Cultura 2013
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
-
Ano de produção
2013
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-