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Cinepop
Os diálogos movidos a rock and roll, o carisma dos personagens e o excelente roteiro adaptado são alguns dos destaques desse emocionante filme [...] fazendo com que o espectador não consiga desgrudar os olhos da telona.
Screen International
Uma mistura hábil e bem orquestrada entre romance, música e tragédia. O filme vai provavelmente deve ser mais sedutor para jovens mulheres, mas com Chloë Grace Moretz atuando, ele deve funcionar muito bem com este público.
Almanaque Virtual
O excesso de clichês, misturado àquela sensação de já termos visto boa parte daquelas cenas em outras produções, faz o longa cair na armadilha da trivialidade. Ainda assim, "Se Eu Ficar" possui seus atrativos, especialmente ao público ao qual se destina.
Chicago Sun-Times
Chloë Grace Moretz tem apenas 17 anos, mas [...] em "Se Eu Ficar”, sua presença segura e naturalista faz muito para tornar um material inconsistente palatável.
Cinema com Rapadura
Por muito utilizar o recurso do flashback, temos a impressão que a história caminha em um formato não linear, o que é de um acerto tremendo. Por somente dar pistas e revelar a trama pouco a pouco, o cineasta aguça a curiosidade do espectador, que a todo o momento tenta entender qual o sentido do conto ser levado daquela forma.
Cineweb
A comparação com "A Culpa é das Estrelas" é inevitável, até pelo longa ainda estar fresco na memória do público. Assim como este, ele também é o típico filme “feito para chorar”. Mas existia ali uma sinceridade muito mais eficiente do que a vista em "Se Eu Ficar".
Diário de Pernambuco
Nem "A Culpa é das Estrelas" teve o amor fluindo tão vigorosamente em diálogos que ignoram os meandros entre pieguice, inocência e odes apaixonadas.
Estado de Minas
No fim das contas, mesmo sendo uma lição meio piegas, o filme nos leva a refletir sobre várias questões relacionadas à família, ao amor, à amizade, à morte, a perdas e, sobretudo, a valorizar momentos simples do dia a dia, principalmente ao lado de quem gostamos.
New York Times
A contribuição de "Se Eu Ficar", como de "A Culpa é das Estrelas" e outros livros do mesmo tipo, é que ele atribui questões de vida ou morte a uma básica crise de identidade moderna.
O Globo
O diretor investe num bem precioso em relação à passagem da vida humana: as memórias dos bons momentos, a única herança possível ao final da existência. [...] Impressiona a bela interpretação de Chloë Grace Moretz.
Omelete
Moretz, que equilibra bem delicadeza e força, também garante que sua personagem não pareça uma tola ao empunhar um violoncelo. [...] O que impede "Se Eu Ficar" de superar o estigma de filme adolescente é a sua incapacidade de abandonar os piores clichês do gênero...
Papo de Cinema
Um filme simpático em sua construção, que se desenrola sem grandes tropeços, cumprindo com eficiência as expectativas – por mais descartáveis que sejam suas promessas.
Preview
Assim como "A Culpa é das Estrelas", "Se Eu Ficar" é adaptado de um best-seller [...] e fala de amor e morte. Mas é menos lacrimoso. [...] O romance é o ponto forte, mas o diretor RJ Cutler abre a paleta temática para falar até de decisões profissionais.
CineClick
Com jeitão deprê, interpretações exageradas e um clima típico de filme adolescente, o longa aposta em uma narrativa simples e óbvia, claramente voltada para um público mais jovem.
Cineplayers
Embora “Se Eu Ficar” seja árduo para qualquer crítico de cinema por não sair minimamente do lugar comum dos romances teen contemporâneos, serve pelo menos enquanto revelador de alguns sintomas, dentre os quais o desgaste do gênero nos últimos anos e a coxinhização do pop rock.
The Guardian
O esperto elenco se ocupa com emoções insossas pelas salas de espera, mas a espécie de canção em modo karaokê do Smashing Pumpkins desesperadamente precisaria de alguém desligando os aparelhos.
The Hollywood Reporter
Fácil saber por que Chloe Grace Moretz quis fazer "Se Eu Ficar" [...] Mas, passados alguns minutos da melosa história adolescente de amor e morte, é provável que você goste que ela não tivesse. Isto é, a menos que você também seja uma adolescente.
Variety
Embora muitos espectadores possam ficar comovidos enquanto a tela se apaga com lentos tons de rock leve na trilha sonora, a execução geral é tão banal que é possível ficar mais emocionado com as boas intenções dos diretores do que com a emoção que de fato está na tela.