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    WiFi Ralph - Quebrando a Internet
    Nota média
    3,5
    17 publicações
    • Ccine10
    • Cinemascope
    • Cinema com Rapadura
    • Collider
    • Estado de São Paulo
    • Observatório do Cinema
    • The Hollywood Reporter
    • Variety
    • CineClick
    • Screen Rant
    • Chicago Sun-Times
    • Cineplayers
    • Folha de São Paulo
    • New York Times
    • Washington Post
    • Screen International
    • The Guardian

    Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.

    17 críticas da imprensa

    Ccine10

    por Emílio Faustino

    Sem dúvida, a continuação superou o filme anterior e entrega uma obra repleta de mensagens e reflexões que levam o expectador dá risada ao choro fácil.

    A crítica completa está disponível no site Ccine10

    Cinemascope

    por Bruno Tavares

    Além de se destacar nos aspectos técnicos, o longa merece todos os méritos por ser uma obra tão atual e necessária, que ajuda a quebrar preconceitos na cabeça dos grandes e ensina os pequenos a pensarem em assuntos chave para sua geração.

    A crítica completa está disponível no site Cinemascope

    Cinema com Rapadura

    por Rogério Montanare

    Deixando os games de lado e retratando a internet, o longa ganha ainda mais criatividade, mesmo que o alicerce da qualidade continue sendo o carisma dos protagonistas.

    A crítica completa está disponível no site Cinema com Rapadura

    Collider

    por Matt Goldberg

    "WiFi Ralph" é um ato de equilíbrio onde ele quer dar às pessoas a diversão ao zombar da cultura da internet, mas ao mesmo tempo conta uma história sobre o que significa ser um bom amigo.

    A crítica completa está disponível no site Collider

    Estado de São Paulo

    por Luiz Carlos Merten

    Colorido, imaginativo, "WiFi Ralph – Quebrando a Internet" é um exemplo da ambição estética a que chegou a animação na era da internet.

    A crítica completa está disponível no site Estado de São Paulo

    Observatório do Cinema

    por Caio Lopes

    Talvez a única coisa que impeça "WiFi Ralph: Quebrando a Internet" de impactar tanto quanto outras animações deste ano – Ilha dos Cachorros, Homem Aranha no Aranhaverso – seja sua ambientação, que apesar de visualmente rica não parece realmente inédita e nem complexa em seu funcionamento.

    A crítica completa está disponível no site Observatório do Cinema

    The Hollywood Reporter

    por Michael Rechtshaffen

    Emprestando à produção um ambiente visual e energético semelhante ao de Zootopia, os diretores mantêm as coisas animadas através de um mundo virtual notavelmente detalhado, repleto de toques coloridos e criativos. [...] É claro que a surpresa mais prazerosa vem do encontro irônico de princesas.

    A crítica completa está disponível no site The Hollywood Reporter

    Variety

    por Peter Debruge

    A deliciosa sequência de "Detona Ralph" transforma o clássico vilão dos games em um meme de internet. [...] O filme também soa como uma leve advertência, reforçando a importância de entender os sites visitados: mídias sociais são potencialmente tóxicos e o eBay pode ser perigoso.

    A crítica completa está disponível no site Variety

    CineClick

    por Daniel Reininger

    A continuação corrige erros do primeiro, amplia a premissa do filme original e explora melhor os videogames e também a internet e a amizade central que move a trama.

    A crítica completa está disponível no site CineClick

    Screen Rant

    por Molly Freeman

    O filme é maior e possui mais coração com uma grande nostalgia Disney, mas sua história se perde em alguns momentos online.

    A crítica completa está disponível no site Screen Rant

    Chicago Sun-Times

    por Richard Roeper

    As aventuras se baseiam principalmente no mundo da Internet, repleto de muitas referências da cultura pop. [...] É tudo muito divertido e inteligente, mas quase perdemos de vista o principal charme do filme: as lições de amizade entre o brutamontes com o coração mole e a pequena corredora.

    A crítica completa está disponível no site Chicago Sun-Times

    Cineplayers

    por Heitor Romero

    "WiFi Ralph: Quebrando a Internet" está condenado a, assim como tudo nos dias de hoje, se tornar obsoleto antes de ter a chance de se eternizar na memória do público.

    A crítica completa está disponível no site Cineplayers

    Folha de São Paulo

    por Leonardo Sanchez

    O filme depende dos cenários delirantes e da brincadeira de oferecer referências de cultura pop.

    A crítica completa está disponível no site Folha de São Paulo

    New York Times

    por Bilge Ebiri

    “WiFi Ralph - Quebrando a Internet” pode parecer apenas mais um filme de animação adorável e engraçado, mas também se conecta à nossa realidade atual de hábitos assustadores. [...] Entre as imagens do filme e o humor irreverente, pode-se notar uma sátira aterrorizante e incisiva sobre a vida online.

    A crítica completa está disponível no site New York Times

    Washington Post

    por Kristen Page-Kirby

    "WiFi Ralph - Quebrando a Internet" ilustra o quão longe a animação por computador pode avançar entre um filme e sua sequência. O mundo da Internet é uma cidade infinita que combina um brilho tecnológico com um ritmo frenético.

    A crítica completa está disponível no site Washington Post

    Screen International

    por Tim Grierson

    O filme é cheio de promessas e potencial mas acaba sendo um pouco decepcionante. A sequência de "Detona Ralph" ostenta alguns conjuntos de piadas inteligentes, mas não combina com o equilíbrio do original. Ralph e Vanellope ainda são uma companhia divertida, mas sua última aventura é cheia de falhas.

    A crítica completa está disponível no site Screen International

    The Guardian

    por Peter Bradshaw

    O filme é algo entre "Jogador Nº1" e "Emoji: O Filme", em um espetáculo de gravidade zero de cores deslumbrantes e perspectivas vertiginosas, uma mistura inerte de memes, marcas, avatares e piadas. Algumas dessas piadas são muito boas como o momento das princesas.

    A crítica completa está disponível no site The Guardian
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