Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    Livre
    Média
    4,2
    522 notas e 37 críticas
    distribuição de 37 críticas por nota
    6 críticas
    14 críticas
    13 críticas
    2 críticas
    1 crítica
    1 crítica
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    37 críticas do leitor

    Alvaro M.
    Alvaro M.

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    4,0
    Enviada em 21 de janeiro de 2015
    Primeiro uma crítica a quem deu uma estrêla para o filme. Numa época de entressafra intelecto-cinematográfica, cheia de desenhos animados, comédias brasileiras e filmes infantis de heróis, esnobar o Wild é o mesmo que dizer: Não há mais o que ver. Fique em casa. Que filme em cartaz é melhor do que Wild? Cinco estrelas eu acho uma forçação de barra. Quatro estrelas é a justa medida. Filme feito com muito cuidado, com muito apuro, temática interessante, boas interpretações. Quem gosta de cinema não pode se dar ao luxo de esnobar Wild. Avante. Todos à mágica sala escura. P.S. Para não dizer que o filme não tem defeitos, achei um pouco longo.
    Diogo R.
    Diogo R.

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    2,0
    Enviada em 22 de fevereiro de 2015
    "Livre", recebeu duas indicações ao Oscar 2015. Uma, exagerada, a outra, talvez não. Reese Witherspoon concorre a melhor atriz (prêmio que já ganhou com "Johnny e June"). Sua personagem, Cheryl Strayed, ninguém menos que a protagonista, tem sim seu charme e carrega o filme nas costas. Sim, Witherspoon foi bem no papel. Mas longe, muito longe de uma atuação extraordinária. Indicação exagerada. Laura Dern concorre a melhor atriz coadjuvante. A indicação é justa, o prêmio, se conseguir, será também exagerado. O filme como um todo é morno e niilista. Morno porque mesmo as cenas mais intensas não chegam a chocar ou emocionar, tudo é apresentado com flashes rápidos. De explícito mesmo apenas a nudez de Witherspoon, mas também de forma rápida. Sem grandes emoções, um filme que tenta reunir tudo em um só (suspense, romance, drama, comédia) e acaba não sendo nada. Até mesmo o relacionamento familiar é um raspão na história. E niilista porque, ao contrário do que legitimamente se esperaria, acaba sendo vazio. A moral é: se você tem problemas, jogue tudo para o alto e fuja deles (!). Uma decepção para um filme que tentou flertar com o cult sucesso de bilheteria. Não é ruim, mas está distante de ser bom.
    I don't know .
    I don't know .

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    5,0
    Enviada em 3 de outubro de 2015
    Nada melhor que um bom drama : Carambas que caminhada em, filme maravilhoso, não assisto um bom drama desde ''Para sempre Alice''. Em fim, é incrivel o jeito com que ela encara a vida e a morte da mãe, tentando se encontrar, recomeçar. - Atriz Reese Witherspoon, fez uma ótima atuação, apesar de eu não ser muito fã dos trabalhos dela, porem nesse ela me impressionou. - Enredo bom E assim prevalece essa frase: “O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim terás o que colher.” ―Cora Coralina
    Willian M.
    Willian M.

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    3,0
    Enviada em 16 de março de 2015
    Diretor: Jean-Marc Valleé Ator/Atriz: Reese Witherspoon “Usei drogas e sexo como consolo para dor.” Na bem da verdade, essa história de sair para natureza para se encontrar ou refletir, não soa bem aos MEUS ouvidos. Na bem da verdade, esse filme é bem parecido com outros dois filmes: Na natureza selvagem e 127 horas, esses dois também biográficos. Em comparação a esses dois filmes, a história de Cheryl Strayed se diferencia em um aspecto, e acredito que faça toda a diferença, os porquês. Entendam, Na natureza Selvagem e 127 horas são filmes onde os protagonistas adoram ir para a natureza, curtem a natureza, procuram a natureza. Diferentemente desses dois exemplos, Cheryl tropeça na natureza. Sua mãe sempre foi seu ponto seguro, sempre foi seu norte. Após a morte de sua mãe, Cheryl entrou numa onda de autodestruição, que inclui drogas pesadas, sexo com estranhos e prostituição. Tudo que tinha de mais seguro, mais certo, se esvaiu junto com a vida de sua mãe. Então, após se entregar a esse declínio destrutivo de sua vida, Cheryl tenta retomar tudo que se perdeu junto com a morte de sua mãe, através dessa travessia. Foi aí que a protagonista desse filme tropeça no inesperado. Nessa busca por amadurecimento e superar conflitos internos. Foi o recomeço nesses 1770 km. Uma das coisas que mais me chamou a atenção nesse filme foi como ele foi montado, de forma que a história de Cheryl é contada em fragmentos de memórias em desordem, e o mais interessante para eu é que, as memórias não surgem como o algo normal ou simples que vem quando você senta na sacada de sua casa para refletir ou quando você fica 5min a olhar para o horizonte, não. As memórias vêm em pequenas situações que nos remete a outro estado, partida de um gesto, de um cheiro, de uma música ou de uma simples forma. Essa é a melhor coisa do filme, pois nos remete a outro estado, o estado de realismo.
    Leonardo d.
    Leonardo d.

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    2,5
    Enviada em 24 de janeiro de 2015
    A viagem solitária como trilha para o autoconhecimento é uma ideia corriqueira, e o roteiro pouco inspirado não traz qualquer surpresa ou perspectiva nova sobre o assunto (explora-se até o "leve na mala apenas o que for verdadeiramente útil", metáfora batida para as coisas que realmente valem a pena na vida). Embora Reese Witherspoon tenha uma atuação irrepreensível, a história da personagem, recheada de tragédias extremas (pai alcoólatra violento, morte da mãe, vício em heroína, traições e divórcio recente), recebe uma encenação morna e diluída, sem a força dramática necessária para extrair empatia ou comoção do espectador, como se o diretor não desse conta de falar de tanta desgraça em tão pouco tempo. Assim, entre uma parada e outra na caminhada pela costa do Pacífico, tanto a protagonista quanto o próprio filme parecem não saber direito qual o melhor caminho para percorrer.
    Celso C.
    Celso C.

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    1,5
    Enviada em 21 de fevereiro de 2015
    Um filme extremamente: Não sei porque fizeram! Todo mundo está perdido nele. Principalmente quem assiste. A protagonista na estrada que não sabe bem porque, o que ou para onde esta indo ou tentando ir. O Diretor que, acredito, achava que estava fazendo um grande filme, estava igualmente perdido. Todos os caminhos levam para um nada que se repete todo momento. Um tédio, nos primeiros 20 minutos tentei me suicidar 2 vezes! Joguei minha cerveja e meus petiscos no lixo. spoiler: Tirando a cena do hotel com a tentativa da protagonista em levantar as tralhas e colocá-las nas costas , o resto e tédio, tédio, tédio. A fotografia vale pelo que vale. Música tediosa do começo ao fim. Resumindo: Um filme para que ainda está com dúvida no suicídio, seja ele qual for, no álcool, nas drogas, num buraco de golf, dentro de um cano de esgoto, chingando a sogra. Na metade do filme já tinha colocado na mente que se alimentar é uma grande besteira e eu posso viver sem comer ou beber alguma coisa por anos. Se você tiver coragem e paciência eu recomendo: assista.
    anônimo
    Um visitante
    4,0
    Enviada em 21 de setembro de 2015
    Quantos filmes já vimos com essa temática de caminhada ao ar livre,aventura solitária.Mas algo é novo em "Livre".Temos uma protagonista feminina.Resee Whiterspoon desde que atuou em "Johnny & June" não faz algo tão brilhante assim.Aqui,ela tem um espaço totalmente pra si.Grita,chora,sofre...tudo com perfeição,digna de ser indicada ao Oscar.Acompanhamos uma história impressionante,de como uma mulher foi levada a fazer aquilo,(já que o filme é baseado em fatos reais).Viajamos juntos em seus pensamentos,desde sua infância sofrida,ao lado da mãe e irmão,até sua separação com namorado infiel.Ao longo do caminho Cheryl (Resee),encontra sim outros personagens,de fato acaba sendo algo esporádico,sem muita ação na mudança da história.Além de atuar,Resee produz o longa,viveu horas intensas pesquisando passo a passo sobre o acontecimento.E não esquecendo,temos a ótima direção de Jean-Marc Vallée,o mesmo de "Clube de Compras Dallas".Fotografia,trilha sonora e filme de um personagem só,recomendadíssimo. -Filme assistido em 21 de Setembro de 2015- Nota 8
    Kamila A.
    Kamila A.

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    3,5
    Enviada em 20 de março de 2015
    Se Cheryl Strayed (Reese Witherspoon, indicada ao Oscar 2015 de Melhor Atriz), personagem principal do filme “Livre”, dirigido por Jean-Marc Vallèe, tivesse uma frase de cabeceira, com certeza, seria: “Perder-se também é caminho”, de Clarice Lispector. Essa afirmativa resume muito bem a jornada pela qual ela vai passar no decorrer do longa, que acompanha a personagem enquanto ela se aventura, totalmente sozinha, pela Pacific Crest Trail, trilha que possui um total de 4620km e se estende da fronteira dos Estados Unidos com o México até a fronteira deste país com o Canadá. Da mesma maneira, existe muito de Cheryl no sobrenome que ela adotou após se divorciar de Paul (Thomas Sadoski). A palavra strayed, em inglês, significa extraviado. E foi justamente isso que acabou acontecendo com Cheryl após a morte de sua mãe, Bobbi (Laura Dern, indicada ao Oscar 2015 de Melhor Atriz Coadjuvante): ela perdeu o contato consigo mesma, passando a vivenciar o seu luto com um comportamento inconsequente, que incluía o vício em heroína e a infidelidade constante ao marido. O que leva, então, uma pessoa que tem uma vida completamente abusiva a deixar tudo para trás para embarcar, sem experiência passada nesse tipo de situação, para uma aventura solitária em uma das trilhas mais inóspitas existentes nos Estados Unidos? É a essa pergunta que “Livre” tenta responder. Existe dentro de Cheryl um desejo forte e, talvez, mais inconsciente: os 4620km da Pacific Crest Trail representam, para ela, um caminho de penitência, em que ela, além de se permitir vivenciar a dor física do luto que ela negou dentro de si, encontra no contato puro e profundo com a natureza o reencontro consigo mesma e com a pessoa que ela era antes de ela se perder de si. É uma história que tem um quê filosófico, mas que, na sua essência, nos deixa uma mensagem muito bonita de recomeço e que está relacionada diretamente com uma frase linda de Chico Xavier que diz que: “embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”. Foi isso que Cheryl se permitiu: recriar a sua história. Acompanhar esse caminho dela de (re)descobertas, por meio da atuação natural e de entrega de Reese Witherspoon, é inspirador.
    F. V. Fraga
    F. V. Fraga

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    4,0
    Enviada em 30 de janeiro de 2015
    Reese Witherspoon foi a vencedora do Oscar 2006 por "Johnny & June / Walk the Line" de 2005 e quase dez anos depois obtém sua segunda indicação ao apresentar sua melhor performance como atriz até o momento. É quase impossível assistir "Livre / Wild" de 2014 e não comparar com "Na Natureza Selvagem / Into the Wild" de 2007, mas o mais recente, além de conseguir ser "Girl Power", talvez tenha mais conteúdo social na bagagem. O diretor Jean-Marc Vallée, que em 2013 dirigiu "Clube de Compras Dallas / Dallas Buyers Club", rendendo prêmios de melhor ator e coadjuvante para Matthew McConaughey e Jared Leto, neste ano pode ser que emplaque um prêmio da academia para uma atriz principal. O filme é a cinebiografia de um período da vida de Cheryl Strayed, que após o falecimento da mãe - interpretada por Laura Dern em uma atuação inspirada - começou a levar um modo de vida autodestrutivo. Após trair o marido, Paul (Thomas Sadoski) com diversos homens, utilizar heroína e suspeitar estar grávida de um pai desconhecido, ela resolve radicalizar para se livrar desta fase. Decide percorrer sozinha 1.800 km da Pacific Crest Trail, trilha que se estende da fronteira dos estados unidos com o México até o limite com o Canadá. Poucos afirmariam que os prêmios recebidos por Witherspoon em 2006, Globo de Ouro, Oscar, entre outros, não foram merecidos de alguma forma. Mas é evidente que Hollywood gosta de premiar jovens atrizes, como uma espécie de incentivo ao seu mercado. Alguns questionariam se foi o caso, no ano em que ela foi vencedora, assim como diz-se de outras, como Jennifer Lawrence em 2013. Porém no filme de 2014 (2015 no Brasil) o que vemos é uma atriz madura e em plena forma dramática, que faz jus a indicação, sem sombras de dúvidas. Assim como no longa-metragem dirigido por Sean Pen em 2007, a fotografia e as paisagens de Livre são bucólicas e expressam cada sentimento da personagem. Apesar de os dois se passarem em um cenário inóspito, em "Wild" o ambiente se torna mais agressivo, por tratar-se de uma mulher num local frequentado, na sua maioria, por mais testosterona. O irônico é que não é a vida selvagem que oferece o maior perigo, mas sim os próprios seres humanos masculinos, neste caso. Tememos que Cheryl possa ser estuprada cada vez que ela se encontra sozinha com um ou mais homens, preocupação que não tínhamos com Chris McCandless / Alexander Supertramp (Emile Hirsch) em "Into the Wild", por motivos óbvios. Isto pode nos fazer questionar o que é ser selvagem, são estes aspectos que tornam a jornada de Strayed mais carregada de significados sociais. Durante seu caminho vemos que o que ela carrega na mochila não é apenas o peso das roupas e materiais de sobrevivência, que quase a impedem de seguir em frente. O que mais pesa é a culpa e a sensação de impotência. A cada item que ela vai deixando pelo caminho para ficar mais leve é um passo a mais que ela segue em direção a aceitação de si mesma e das convenções da civilização. A direção de Vallée é muito competente em comunicar o que ele quer expressar. Cada movimento de câmera, como close-ups ou panorâmicas, transmitem momentos de reflexão ou solidão. Os flashbacks inseridos de modo não-linear e catárticos, em várias partes da edição, também expressam momentos onde os pensamentos da personagem aparecem sem sua vontade. Escolhas simples, como a verdadeira Cheryl transportando Reese - na cena de sua primeira carona, dando o início a sua jornada, gerando um tom metalinguístico - que confere credibilidade a obra, quase como se a protagonista real passa-se um bastão de cumplicidade para seu alter ego, preparando-a para uma experiência similar. A atriz principal vem de trabalhos menos expressivos nos últimos anos, como "Água para Elefantes / Water for Elephants" de 2011, "Amor Bandido / Mud" de 2012 e destacando-se novamente em "Sem Evidências / Devil's Knot" de Atom Egoyan, também de 2014 e igualmente com uma atuação muito diferente das anteriores. É uma retomada na sua carreira de forma muito contundente e que provavelmente vai render novos bons trabalhos. Ainda neste ano, ela estará em "Vício Inerente" de Paul Thomas Anderson e já está confirmada no elenco de "Downsizing", próximo filme de Alexander Payne . Ela vai disputar o Oscar de melhor atriz de 2015, com Marion Cotillard, Felicity Jones, Julianne Moore, Rosamund Pike e apesar de não haver uma favorita, não seria nenhuma injustiça se vencesse.
    Neto S.
    Neto S.

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    4,0
    Enviada em 6 de outubro de 2015
    Após a morte de sua mãe, um divórcio e uma fase de autodestruição repleta de heroína, Cheryl Strayed (Reese Witherspoon) decide mudar e investir em uma nova vida junto à natureza selvagem. Para tanto, ela se aventura em uma trilha de 1100 milhas pela costa do oceano Pacífico. Muito Bom , Livre tem uma Boa Trilha Sonora , Boa Historia ,o Filme e Tenso , Reese Witherspoon esta Excelente Nesse Filme , Recomendo Nota 9.0
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