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O Melhor Lance
Média
4,2
142 notas e 18 críticas
33% (6 críticas)
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18 críticas do leitor

Eduardo F.
Eduardo F.

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5,0
Enviada em 30/03/16
Filme surpreendente que prende a atenção do início ao fim, grande atuação de Geoffrey Rush e elenco com Jim Sturgess, Sylvia Hoeks e Donald Sutherland. Ótimo filme.
Erika
Erika

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2,5
Enviada em 28/03/16
Filme que começou instigante, como uma trama interessante, mas que no momento em que a personagem Claire Ibbetson (Sylvia Hoeks) apareceu, acabou todo o suspense e o filme se tornou sem emoção. Fora que também foi muito mal elaborado, com diversas falhas. Enfim, filme previsível sim, tanto que no seu desenrolar achei que ele me pregaria uma surpresa, mas para minha decepção não aconteceu nada disso, foi bem óbvio.
Rafael R.
Rafael R.

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5,0
Enviada em 10/09/14
Fui assistir O MELHOR LANCE Imagine nesse instante que você é um artista. Ou melhor… Você é mais que um artista, você tem a função de olhar uma pintura E FALAR O QUANTO ELA CUSTA. Isso no mundo da PINTURA, tem um nome, tá gente? Mas tipo, tu não ta querendo que eu entre numa faculdade de artes plásticas ou que eu acesse o Google nesse instante aqui SÓ PRA TU SABER QUE NOME É ESSE NÉH? Na verdade EU TENHO MAIS O QUE FAZER do que ficar aqui cumprindo com seus caprichos e vontades. Tu ta é sonhando que eu vou fazer isso néh brother??? Pelo amor de Deus(esse deus é com “d” ou com “D”? Bem, não importa… O que importa agora, é que você, como artista, recebe um telefonema ANÔNIMO no seu escritório. Voz doce. Uma mulher do outro lado. APARTIR DAQUI O TEXTO TODO TERÁ SPOILER, ok? Se você não assistiu ao filme, não leia…TODO O TEXTO TERÁ SPOILER. Tenho que avisar novamente? Irei contar partes do filme, TERAÁ SPOILEEEEEEEER. SAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAI . +++++++++++++++++++++++++++++++++++ É, eu sei que você não vai parar de ler. Na verdade, CES NUNCA PARARAM DE LER. Pois bem, essa mulher do outro lado da linha, não se identifica. É claro, o ator desliga o telefone IMEDIATAMENTE. Ah, esse ator principal, é o padrasto da MENINA QUE ROUBAVA LIVROS, lembra? Não conseguia olhar sua imagem desconectando-o com um dos filmes que mais me tocaram ultimamente. Bem a ligação telefônica continua. Dessa vez, NO CELULAR. Afinal, QUE MULHER É ESSA? O que tu faria? Como conseguiu ATÉ O CELULAR DO CARA? Esses caras tem assessores, tem agendas programadas, tem uma vida difícil de encontrá-los. MAS COMO ELA CONSEGUIU O SEU CONTATO PESSOAL? O filme é de raciocínio. É de juntar as peças, é de análises. TODO JULGAMENTO ANTECIPADO SOBRE ESSE FILME, pode ser mera besteira de quem está assistindo. Uma das coisas que o filme mostra em termos artísticos, é que todo artista de verdade VIVE ANGUSTIADO. Ou seja, ele nunca termina uma obra, nunca termina um texto, sempre falta alguma coisa, sempre está inacabado, sempre falta, falta, falta, falta falta, falta…. ESSA PALAVRA PESEGUE O ARTISTA em qualquer área. Bom, essa mulher misteriosa tenta marcar um encontro com esse senhor: TIPO, TU IRIA BROTHER??????? VTN cara !!!!! Não sei quem ta me ligando, eu pergunto o nome e não me é dado, eu ligo de volta e não me respondem, não sei como teve acesso a minha pessoa e ainda por cima QUER MARCAR ENCONTRO? Bom, a curiosidade É O DEMÔNIO galera. É foda. A mulher na verdade, queria o trabalho desse senhor EM OLHAR SUA CASA E DAR UM VALOR para a mesma. Lembra que ele é um artista que olha a arte E AS VALORA? Pois bem, por isso que ela entrou em contato com ele. Mas o mais estranho AINDA ESTÁ POR VIR… O “bagulho” vai ficá doido ainda… A mulher quer que o cara vá até a casa dela, só que ELA NÃO APARECERÁ PARA ELE. Ou seja, ele somente irá ouvir A VOZ DELA. Que maluquice né? O cara questiona tais atitudes, mas nota que ela deixa INÚMEROS DOCUMENTOS DELA para que ele possa ver quem ela é. As coisas pioram quando ela pede para que ele dê valores para essa casa, e isso, só poderia acontecer com a assinatura dela, mas ela terá que assinar SEM APARECER PARA ELE. Tipo assim: SE TU TÁ ACHANDO TUDO ISSO MUITO DOIDO, EU GOSTARIA DE LHE FALAR O SEGUINTE: —EU TAMBÉM ACHO— KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK Cara, como uma pessoa poderia confiar numa outra pessoa assim SEM NEM APARECER PARA ELA?????? Bom, daí vem o problema. Esse senhor começa a se apaixonar por essa mulher misteriosa, a qual, ele nunca viu. Teve um momento que ele, escondido, consegue vê-la, e olha, UMA GATA HEM !!! Aos poucos os dois vão se aproximando. Almoçam juntos. Jantam juntos. E TREPAM JUNTOS TAMBÉM. Ces sabem o que é TREPÁ? Ces querem que eu descreva, COM DETALHES, o que significa a palavra TREPÁ? Bom, isso vai ficar para uma próxima crítica. Ok? Mas joga no Google que tu encontra. Depois me fala o significado. Bem, uma reviravolta ocorre no filme, pois essa menina, NEM PRECISAVA FALAR NÉ? Ela não é boa da cabeça, pois vive trancada em casa. Agora virá a parte final do filme, a qual, foi justamente por ela, que me fez demorar taaaaaaanto pra escrever essa crítica aqui. Na verdade, tem outros filmes que já saíram de cartaz E QUE NÃO FIZ UMA CRÍTICA AINDA, sendo que esse filme aqui, especificamente, teve um final que até agora estou meio que “digerindo ainda”, POR ISSO A MINHA DEMORA. Esse senhor tem um amigo que conserta inúmeras coisas, e esse amigo SE ENVOLVEL COM ESSA MENINA “DOIDA”. Sim, coloquei “doida” entre aspas mesmo, você não leu errado. A pessoa é doida E FAZ ISSO? As coisas não param por aí, pois ela também ROUBOU OS QUEADROS VALIOSOS DESSE SENHOR e fugiu com o novo “namoradinho” com os quadros MILIONÁRIOS. Sabe, eu particularmente, sempre falo que não gosto de facebook, gosto mais de twitter. Sei lá, sinto que o twitter é mais objetivo, é mais rápido, é mais interessante de se ver. Já o facebook, eu torço para que chegue logo o seu fim E QUE VENHA LOGO UMA NOVA REDE SOCIAL. Os motivos são simples, e são só 2: 1°= Conheci 6 pessoas em SP num trabalho que fui fazer por lá. Adicionei as 6 e claro, consequentemente, pessoas muito próximas dessas 6 pessoas gostaram de mim e foram me adicionando, além de aparecer NO MEU FACEBOOK que eu talvez conheça tais pessoas. No total, adicionei 12 pessoas, e depois da 12°, me veio a seguinte mensagem “VOCÊ ESTÁ BLOQUEADO POR 30 DIAS POR TER USADO INDEVIDAMENTE ESSA FERRAMENTA DE ENVIO DE AMIZADE”. Bem, gostaria de saber como o facebook entrou dentro de minha mente para saber SE, DE FATO, EU AS CONHEÇO OU NÃO. 2°= A segunda coisa que me faz não gostar de facebook é que, como o exemplo que dei sobre o pedido de amizade que me bloqueou, assim acontece a mesma coisa quando pessoas lêem meus textos e pedem para que eu entre em alguns grupos criados no facebook. Segundo elas, eu irei gostar. Bom, só que, ao entrar em alguns grupos, a mesma coisa acontece, e agora vc não fica bloqueado só por 30 dias, mas 45 dias. Eu dei essa volta toda, só pra explicar um acontecimento. Num grupo qualquer, NÃO SEI MAIS O NOME DO GRUPO, uma menina publicou a foto de um livro e ao lado desse livro, tinha um celular “caro”. A descrição que ela colocou para essa postagem foi a seguinte: “Meu namorado me deu. Será que é amor?” Bom, eu deixei um comentário que gerou inúmeros outros comentários. O meu comentário foi esse: “E se acabar o amor? Onde você ENFIA esses presentes?” O meu comentário SÓ FOI ESSE. Sabe, não sei se vocês viram o documentário na internet, mas já existem pessoas religiosas que não estão mais usando o termo “Até que a morte os separe”. Estão excluindo esse termo. Quais motivos? Ora, estamos em 2014, né? Esse termo era da época de Cristo na terra, isso se não for antes até. Veja, a comparação que foi dada na foto que citei, era uma comparação DO PRESENTE co-ligado, anexo, interligado COM O AMOR QUE A PESSOA POSSIVELMENTE PUDESSE TER. Daí, nos comentários, a própria menina, já nem falava de amor, mas sim, de UMA AMIZADE. Sumiu o amor SÓ POR UM COMENTÁRIO, FOI? Bom, o que eu quero colocar para a reflexão nisso tudo: Sou favorável que a pessoa compre SEU PRÓPRIO PRESENTE. Sou favorável que a pessoa SE SUSTENTE, sou favorável que a pessoa, embora casada, entenda que AQUILO ALÍ ACABA. Se existe dúvidas sobre isso ainda, pegue os dados estatísticos e veja o que tem ocorrido nos casamentos. E olha que eu nem quero falar de famosos hem, estou me atendo APENAS para as pessoas ditas “fora do mundo artístico”. Neste filme, esse senhor queria morar com essa menina e disse que TUDO AQUILO ALÍ (a casa), era dela também. Como assim cara? A pessoa trabalha, estuda, envelhece, tem sucesso artístico E DIZ QUE A CASA É DE UMA DESCONECIDA TAMBÉM????? Bom, termino esse texto aqui, entendendo que: O QUE É SEU, É SEU, E PRONTO. Ah, ele para em frente a uma delegacia para tomar providências. Mas isso, você só vai saber, VENDO O FILME, ta?
Yasmin V.
Yasmin V.

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3,5
Enviada em 21/06/18
Apesar de ter desejado um outro final para a história, gostei muito do filme. A atuação do Geoffrey Rush foi impecável. Vale a pena assistir.
Maria Clara M.
Maria Clara M.

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4,5
Enviada em 29/04/18
Filme lindo! Notamos que cada detalhe é posto nesta película como uma engrenagem a compor uma máquina! Prende o espectador do começo ao fim devido a seu ritmo fluente, como também, aos mistérios arquitetados. Recomendo a quem gostar de ''The Best Offer'' assistir ao clássico ''Um Corpo que Cai'' e notar as referências!
Elisana R.
Elisana R.

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5,0
Enviada em 26/11/15
Realmente um bom filme! Instigante do início ao fim, com roteiro inteligente e boas atuações. Recomendo!
Emerson M.
Emerson M.

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5,0
Enviada em 02/09/15
Ótimo filme. Envolvente e instigante do início ao fim.
Heleusa C.
Heleusa C.

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5,0
Enviada em 04/05/15
O filme é perfeito... O melhor que assisti nos últimos tempos... Mas Eu PRECISO ler o livro. Alguém pode me dizer se há um roteiro publicado desta maravilhosa obra de Tornatore?
Marcio S.
Marcio S.

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4,5
Enviada em 12/12/14
Há filmes que são construídos aos nossos olhos e que conseguimos encaixar cadenciadamente cada cena quando chegamos ao final. Percebemos que o filme nos contou muito ao longo dele e que cada peça se encaixa perfeitamente como uma engrenagem. O Melhor Lance se encaixa perfeitamente na descrição acima. Giuseppe Tornatore diretor do excelente Cinema Paradiso mostra que ainda realiza obras consistentes ao dirigir e roteirizar este filme, criando um suspense que as vezes beira um cinema Hitchcockiano no modo de filmar e que ainda conta com a ajuda de Ennio Morricone para compor a trilha sonora do filme. Virgil Oldman (Geoffrey Rush) é um renomado especialista em arte que vive conduzindo leilões. Ele é contratado por Claire Ibbetson (Sylvia Hoeks) para conduzir um inventário das obras de artes que seus pais lhe deixaram. Ela é a única herdeira. Os dois tem algo em comum. Ambos são pessoas fóbicas e encontram um no outro a possibilidade de se libertarem. Tornatore consegue conduzir cada plano através de uma montagem que nos deixa tenso na cadeira. Ficamos apreensivos em vários momentos. Há planos detalhe que lembram os filmes de Hitchcock e a própria história parece lembrá-lo também. Há planos que nos remetem há filmes de terror. A própria casa com um caseiro que manca faz nos lembrar um caseiro/mordomo já tradicional em por exemplo contos sobre Drácula e se analisarmos, há algo que é sugado ao longo do tempo, como o sangue que o Drácula necessita para viver, quando Oldman entra por aquela porta. O diretor consegue realizar o filme como uma obra de arte semelhante a um quadro. Há planos que dizem tanto para o filme que quando chega-se ao final percebemos o quanto eles são importantes para o filme. Uma passada de mão em um quadro ou a dedução de falsidade de uma obra de arte fazem perfeitamente com que refletimos ao fim do filme o quanto aquelas cenas conseguem falar conosco sobre a trama. Então corre-se o risco de confundirmos a eficiência com algo obvio, ou seja, acharmos que há um roteiro obvio, mas na verdade é a junção de quadro a quadro tão eficiente que nos faz ser conduzidos de maneira enganosamente obvia, pois chegamos a conclusões importantes devido a ele ser eficaz na maneira que é contado. O filme é conduzido de maneira que possua várias metáforas visuais. É impossível não traçar um paralelo entre o trabalho de Oldman e a trama, lembrando que ele é um exímio identificador de obras falsas. Desde o início Tornatore consegue transmitir muito com aquela vela. A utilização de luvas pode ser algo que protege Oldman das pessoas e que o fato dele não olhar muito nos olhos das pessoas faz com que ele realmente não consiga enxergar, eu diria, obras de arte humanas. O fato dele entrar por aqueles portões também significa a entrada em um portal que o levará há algo que o possuirá gradativamente de modo que aos poucos sua vida será transformada. Antes dele entrar o diretor filma um plano aberto que a casa preenche todo o quadro, enfatizando algo que poderá engolir Oldman. O figurino ajuda muito a contar a história, pois primeiro a tinta no cabelo (mais um vez um plano detalhe que lembra Hitchcock), depois as luvas, em seguida suas roupas e seu cabelo. Há vários outros momentos que podemos traçar algo metafórico. Cabe ainda destacar a trilha criada por Morricone, que apesar de não ser uma da melhores se encaixa perfeitamente com a atmosfera do filme. Vale destacar a atuação de Geoffrey Rush, apesar dos outros também não terem decepcionado, mas apenas não foram tão exigidos. Geoffrey Rush consegue tornar Oldman como um homem levemente simpático pela sua inibição (o que na verdade isso acontece pela sua fobia), mas extremamente antipático e prepotente. Mesmo ele não sendo uma das pessoas mais agradáveis do mundo conseguimos talvez não nos identificarmos com ele, mas construirmos algo como uma cumplicidade velada. Suas feições são alteradas suavemente e não bruscamente e compõe de maneira adequada a personalidade de um homem que esconde seus sentimentos em seu interior para se proteger. Sylvia Hoekes faz com que sua Claire aos poucos se torne carismática aos nossos olhos, mas isso se deve mais em minha opinião ao mise-en-scène. Misturando elementos do cinema Tornatore consegue realizar um ótimo filme que é contado como deve ser, ou seja, através de planos que conduzem claramente a narrativa até a resolução final. Ao assistirmos, enxergamos o quanto cada quadro pode ser importante para o filme. O Melhor Lance é um acerto na obra de Tornatore.
Sidnei C.
Sidnei C.

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3,5
Enviada em 12/10/14
Há um “quê” de Hitchcock e seu clássico Um Corpo Que Cai neste suspense dramático orquestrado por Tornatore (de Malena e Báaria – As Portas do Vento) e está na curiosidade obsessiva que a jovem e reclusa Claire Ibbetson (Hoeks) exerce sobre Virgil Oldman (Rush em mais uma atuação primorosa), um leiloeiro especialista em arte com um aguçado dom de descobrir falsificações. O grande trunfo do diretor está exatamente no desenvolvimento do roteiro, que desnuda os personagens pouco a pouco, para depois reconstruir suas facetas. Ela sofre de agorafobia (o medo de sair de casa) e por isso faz contato com Virgil para que ele possa avaliar uma grande coleção de obras de artes herdadas do pai, num primeiro momento tudo é feito sem contato físico entre dois. Ele, por sua vez, um homem solitário e avesso à vida social, vive de aplicar golpes secretamente com a ajuda de um amigo (Sutherland), desvalorizando obras para mais tarde arrematá-las no próprio leilão, curiosamente sempre pinturas de jovens mulheres. Quando descobre o potencial do novo trabalho, ele recruta o jovem Robert (Sturges), um restaurador de obras para que remonte uma curiosa obra que ele rouba aos poucos da mansão de jovem herdeira. À medida que seu contato físico com Claire vai se tornando realidade, uma obsessão descontrolada vai tomando conta de sua vida e nada pode ser o que parecer ser. As obras concedem beleza à estética do filme, assim como a trilha sonora pontual de Morricone colabora para gerar uma atmosfera curiosa que fisga o publico logo no começo. O desfecho um tanto quanto “morno” pode desapontar alguns, mas o prazer de construir todo o quebra-cabeça que vai se desenrolando ao longo dos 120 minutos de projeção, faz valer a sessão, afinal, não há como desprezar um filme feito pelo responsável que homenageou a própria arte, a obra máxima Cinema Paradiso.
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