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    Deuses do Egito
    Média
    3,4
    974 notas e 126 críticas
    distribuição de 126 críticas por nota
    23 críticas
    17 críticas
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    21 críticas
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    126 críticas do leitor

    F. V. Fraga
    F. V. Fraga

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    2,0
    Enviada em 25 de fevereiro de 2016
    [[[PARÁGRAFO]]]‘Deuses do Egito’ é o tipo de filme “caça-níquel” que prioriza os efeitos especiais e é desleixado com o roteiro, atuações e demais aspectos técnicos. Essa espécie de audiovisual é quase sempre um fiasco de crítica, mas sobrevive por que agrada o público médio, que vai aos cinemas em busca de diversão e nenhuma reflexão. Esse mercado de audiovisuais de ação tem enchido os bolsos dos produtores, motivo pelo qual ele só cresce, com diversos lançamentos nos últimos anos, que diminuem cada vez mais a credibilidade dos “arrasa-quarteirões” hollywoodianos. [[[PARÁGRAFO]]]Longas-metragens do tipo “blockbuster” recebem críticas negativas desde sua popularização nos anos 70 com ‘Tubarão’ (1975) e ‘Star Wars’ (1977), atualmente se estendendo ao mercado de filmes de heróis, principalmente dos cinéfilos e críticos amantes da Nova Hollywood e do cinema Europeu. Porém, as produções de Steven Spielberg, George Lucas e mesmo os do Marvel Estúdios, mantiveram uma qualidade reconhecida ao longo dos anos como uma forma de “arte pop”, principalmente por sua capacidade de se conectar com o público e sua evolução nos efeitos especiais. Entretanto, suas habilidades em arrecadar dinheiro nas bilheterias despertaram um “nicho” de longas que se apoiam principalmente na ação e nos efeitos gráficos, para agradar um público menos exigente, produzindo algumas aberrações na opinião de quem gosta de um cinema mais esmerado, como ‘Imortais’ (2011) e ‘Frankenstein - Entre Anjos e Demônios’ (2014). [[[PARÁGRAFO]]]O diretor de ‘Gods Of Egypt’ (no original) é Alex Proyas, conhecido principalmente pelos filmes ‘O Corvo’ (1994) e ‘Dark City: Cidade das Sombras’ (1998). E foi exatamente com esses longas-metragens, especialmente ‘Dark City’, que ele se destacou no final dos anos 90 por utilizar efeitos visuais como linguagem para fazer elogiados longas, do gênero “cine pipoca”. Infelizmente, ainda que Proyas tenha alguma afinidade com o tema de seu novo trabalho, visto que ele nasceu no Egito, apesar de ter crescido e se naturalizado na Austrália, ele não consegue repetir suas qualidades demostradas em seus primeiros filmes. [[[PARÁGRAFO]]]Evidente que a responsabilidade na falta de qualidade não é apenas do diretor e demais envolvidos com os aspectos técnicos. Mesmo que Alex Proyas tenha se especializado em filmes medianos de ação nos últimos anos, como ‘Eu, Robô’ (2004) e ‘Presságio’ (2009), nenhum deles é tão desleixado e esquecível quanto ‘Deuses do Egito’. O descuido com que se produzem este tipo de longas “desnecessários” é responsabilidade de todos que alimentam esse mercado, dos produtores, ao público que paga pelos ingressos. Ainda que talvez a sua existência seja minimamente justificada pela capacidade de proporcionar duas horas de distração escapista, para as pessoas que vão às salas de cinema nos finais de semana. [[[PARÁGRAFO]]]Os aspectos negativos mais relevantes do longa-metragem estão na negligência do roteiro e na forma equivocada como são utilizados os efeitos especiais. O roteiro é escrito por Matt Szama e Buk Sharpless, ambos de filmes de gênero parecido e igualmente de qualidade questionável como ‘Drácula: A História Nunca Contada’ (2014) e ‘O Último Caçador de Bruxas’ (2015). A Direção de Arte se apoia demais nos efeitos gráficos, que ficou a cargo de Michael Turner que já fez um trabalho mais satisfatório em ‘O Grande Gatsby’ (2013), mas que aqui deixou com que a “artificialidade” das imagens atrapalhasse a narrativa, lembrando muito cenas de CG feitas para os jogos eletrônicos. Grande parte do longa, lembram as “cutscene” de games como ‘God Of War’, que apesar de serem aceitáveis para os videogames, geram muita estranheza no cinema. [[[PARÁGRAFO]]]Outra crítica que o longa-metragem já enfrentou, antes mesmo de seu lançamento nas salas de cinema, foi em relação à escolha étnica dos atores. Esse fato chegou a fazer com que o estúdio e o diretor se desculpassem nas redes sociais. Erro este que sempre aconteceu em Hollywood e que não é exclusividade deste filme. Basta se lembrar de recentes como ‘Êxodo: Deuses e Reis’ (2015) de Ridley Scott, que também tiveram um elenco predominantemente branco para retratar povos egípcios e hebraicos. [[[PARÁGRAFO]]]Mesmo que o elenco se esforce para entregar alguma “verdade” para o enredo, não há com(o) suas performances salvarem a história. Nikolaj Coster-Waldau (Game Of Thrones) que interpreta o deus Horus, tenta estabelecer alguma parceria em tela com o ator Brenton Thwaites (O Doador de Memórias), que vive o mortal Bek e que não formam, de todo, uma dupla desprovida de carisma. Porém, até o efeito que utilizam para fazer com que os deuses fiquem fisicamente mais altos do que os mortais, atrapalham na interação dos dois. Assim como são desperdiçadas às atuações de Geoffrey Rush, que faz o deus Ra e pouco aparece; e de Gerard Butler, que até por seu personagem lembrar demais o Rei Leonidas de ‘300’ (2006), não ajuda quando está em cena. Sem mencionar as personagens femininas das belas Elodie Yung e Courtney Eaton, que são mais uma vez meramente secundárias e acessórias, como na maioria deste tipo de filme.
    Paulo S
    Paulo S

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    0,5
    Enviada em 26 de fevereiro de 2016
    Querem um filme que explore mitologia? Assistam a Fúria de Titãs de 1981. Esse filme, Deuses do Egito, é um insulto a história, à bela mitologia religiosa dos egípcios. Fui assistir, e não vi nenhuma conexão entre o que foi contado no filme, com a mitologia clássica de Osiris, Horus e Set, pelo contrário, estragou. Deveriam ter pelo menos para deixar mais credível, ter mantido as características étnicas do povo egípcio, que era de pele escura. Era assim que os egípcios imaginam seus deuses, da mesma cor deles - morenos ou negros e não germânicos de olhos azuis e verdes.
    Juliana M.
    Juliana M.

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    0,5
    Enviada em 26 de fevereiro de 2016
    O CGI ta matando Hollywood!!! Quando bem usado ele complementa a obra, mas quando ele é usado erroneamente e exageradamente temos exemplos de atrocidades visuais como essa. Nem sei por onde começar, pelo roteiro pobre com diálogos horríveis, pelos personagens caricatos e exagerados, pelo visual Playstation 2, pela falta de personificação étnica, pela direção mais ou menos, etc. São inconstáveis as inconsistências desse filme, só digo um coisa, fique em casa e espere chegar na tv ou sair em blu-ray, pois a chances de você se arrepender por ter gastado dinheiro com filme são extremamente altas. Poderia escrever um longa e negativa crítica sobre esse filme, mas não tive a paciência e coragem de ver o naufrágio desse navio até o final.
    Nelson J
    Nelson J

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    5,0
    Enviada em 26 de fevereiro de 2016
    Ótima diversão, com excelentes efeitos especiais. No Egito antigo, deuses viviam no meio dos mortais e Horus deve assumir o trono de Isis, mas o seu irmão Set invade a cerimônia, o mata e ainda luta e cega Horus, que só não é morto devido a sua amada deusa Hathor se submeter a Set que espalhará destruição de mortais e deuses. O jovem ladrão Beck para proteger sua amada Zayra que é morta na fuga irá roubar o olho de Horus para que ele lute contra Set sob a proteção de Ra. Deuses e mortais se juntarão nesta guerra.
    Diogo S.
    Diogo S.

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    0,5
    Enviada em 30 de agosto de 2016
    Deuses do Egito é o tipo de filme que não tem absolutamente nada pra oferecer e é só mais um caça-niquel sem vergonha que nós vemos por aí o tempo todo. A começar pelo roteiro que além de genérico é uma completa bagunça e não sabe em que direção quer ir, são tantas subtramas e nem uma delas consegue despertar o mínimo de interesse no espectador. Como se não bastasse isso, a computação gráfica desse filme é horrenda, parece um Vídeo Game, e o pior é que tudo nele é CGI, o que provoca uma artificialidade sem fim em tudo que acontece. Até mesmo os bons atores que o filme tem no elenco estão afetados, absolutamente nada se salva aqui, isso sim é o que nós podemos chamar do cúmulo do lixo.
    Giovanni  N.
    Giovanni N.

    Segui-los 1 seguidor Ler as 2 críticas deles

    4,5
    Enviada em 18 de maio de 2016
    Filme excelente! Roteiro e atuações maravilhosas! A com computação grafica foi muito bem utilizada e criou um efeito agradável ao olhar.
    Rodrigo Gomes
    Rodrigo Gomes

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    5,0
    Enviada em 28 de fevereiro de 2016
    Ótimo filme. Roteiro muito interessante com ação todo o tempo e ótimas interpretações. Os efeitos especiais são um ápice para o longa, que facilmente poderia ter uma continuação. Nossos olhos ficam presos a tela sem piscar.
    Sidney  M.
    Sidney M.

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    3,5
    Enviada em 26 de fevereiro de 2016
    Um filme leve e divertido, nada tão grandioso, mas que vale apena assistir para passar o tempo. Boa trilha sonora.
    Agnaldo G.
    Agnaldo G.

    Segui-los 1 seguidor Ler as 2 críticas deles

    5,0
    Enviada em 27 de fevereiro de 2016
    Super indico esse filme. Fui assistir meio desconfiado sem opção aí meu filho disse que viu no YouTube elogios Pq produzido em computação gráfica. Excelente na produção na trilha sonora e no enredo. Dando cinco estrelas sem duvidas. Valeu a pipoca o ingresso e acastiçado da companhia.
    Samilla C.
    Samilla C.

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    1,5
    Enviada em 29 de julho de 2016
    o pior filme da historia da mitológia egípcias,eu achava que o roteiro ela legal e tudo,mas tudo é um lixo,os efeitos especias é uma droga total nunca vi um lixo ingual á esse,pior que o lanterna verde.
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