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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Almanaque Virtual
É na atuação de Michael Fassbender que o filme encontra seu maior impacto. Suas expressões simetricamente impávidas transmitem toda a frieza calculista de um computador humano sem falhas.
O Globo
Esse produto ganhou o corpo do lindão Michael Fassbender, um ator tão bom que consegue a proeza de mostrar o quanto seu protagonista podia ser odiável, mas ainda assim deixar aberta uma porta para admirá-lo. São ótimas suas cenas ao lado de Kate Winslet...
Variety
[...] o escritor Aaron Sorkin, o diretor Danny Boyle e o astro Michael Fassbender fizeram para seu objeto de estudo um filme brilhante, enlouquecedor, engenhosamente concebido e monstruosamente auto-engrandecedor que ele merece.
Washington Post
Impulsionado pelo engenhoso roteiro de Aaron Sorkin e pela direção vibrante e energética de Danny Boyle, "Steve Jobs" é uma experiência cinematográfica estimulante.
Papo de Cinema
O mais inteligente do roteiro de Aaron Sorkin é criar um ambiente em que tudo aquilo poderia acontecer, nos dando uma ideia do que viveu o personagem, seus dramas, intenções e pensamentos, mas nem por isso sendo acorrentado pela veracidade dos fatos.
Chicago Sun-Times
O nome de Michael Fassbender estará nos debates a partir de agora até a noite do Oscar sobre indicações para melhor ator, por sua fascinante interpretação como Jobs [...]
Cinema em Cena
Ainda assim, o ponto alto de qualquer roteiro de Aaron Sorkin é mesmo o duelo verbal entre suas criações, que adotam um ritmo típico das screwball comedies, exaurindo aos poucos o espectador (mas uma exaustão positiva, ressalto).
Cinemascope
Com essas escolhas acertadas de elenco, trilha sonora, direção de arte, fotografia e roteiro com seus diálogos dinâmicos e afiados, conseguimos apreciar uma cinebiografia feita, felizmente, de maneira diferente.
Cinepop
[...] funciona muito bem se visto mais como uma obra ficcional e romantizada do que um filme que busca apresentar fatos reais. O roteiro que constrói um ídolo imperfeito e busca explicações para suas atitudes duvidosas é montado de tal forma que chega a convencer.
Collider
A poderosa dinâmica apresentada entre cada lançamento [de produtos] é fascinante. Tudo que leva às repetidas reclamações é magnificamente escrito e bem atuado.
Folha de São Paulo
O esquematismo parece ser o ponto fraco do filme, mas acaba se revelando uma de suas forças. Foi a forma que Sorkin achou para fugir da biografia convencional e transformar a vida de Jobs em tragédia grega...
New York Times
Às vezes, a câmera parece tão agitada que acaba por distrair o espectador - dificuldade por estarpreso em um filme que é composto quase inteiramente de conversas apressadas em espaços fechados.
Omelete
Boyle tem o mérito de filmar sem exageros e usa bem os corredores e imagens projetadas para simbolizar dúvidas e pensamentos de Jobs. As idas e vindas na linha temporal, mescladas com os diálogos super rápidos de Sorkin, também são bem montadas...
Quarto Ato
Tudo o que Aaron Sorkin decide contar, faz com dignidade. O fim de seus atos surpreendentemente acompanhados da trilha pontual de Daniel Pemberton, sua montagem muito corajosa ao reunir dois arcos dramáticos em uma mesma sequência, seu roteiro muito preciso, suas atuações inspiradoras...
Rolling Stone
O roteiro de Aaron Sorkin nunca suaviza para Steve Jobs, mas Michael Fassbender também nos mostra a humanidade dele. Isso é essencial para entendermos o pioneiro renegado que criou produtos sofisticados, embora por dentro de si só tivesse circuitos emaranhados.
Screen International
Não é descrédito dizer que "Steve Jobs", a biografia iconoclasta e propulsiva do visionário que revolucionou o mundo digital e democratizou a computação dirigida por Danny Boyle, é um estudo do auto-engradecimento capitalista - um filme que deixa um incômodo apesar de seu ironicamente feliz final.
Screen Rant
"Steve Jobs" é um retrato de qualidade do fundador da Apple, com uma cativante atuação de Fassbender - embora o filme tome liberdades em relação à história para mostrar a visão de mundo de seu personagem e sua evolução pessoal ao longo dos anos.
The Hollywood Reporter
[...] Steve Jobs poderia ter sido um filme muito distante, algo como um documentário, não fosse pelo elemento essencial de sua filha Lisa. Esta parte da história de Jobs acrescenta um conflito doloroso em aspectos bem humanos [...]
The Playlist
Um estudo de personagens delirante, veloz e bem orquestrado, "Steve Jobs" é um retrato ambicioso, profundo e cativante sobre o preço que se paga por ser um gênio.
Zero Hora
O cineasta conduz com ritmo e segurança o desenvolvimento da trama, que vai revelando, aos poucos, o caráter intratável do protagonista e de suas conturbadas relações com colaboradores, amigos e familiares...
CineClick
"Steve Jobs" cumpre todos os requisitos que se espera de uma cinebiografia do empresário e conta com boas atuações, especialmente de Kate Winslet [...]. O problema é que a produção não vai além disso.
Cineplayers
Ainda que ele [o roteirista Aaron Sorkin] tenha tentado colocar muita informação num roteiro cujo formato não se sustenta direito e é voltado para o elo dramático mais fraco da história, as atuações valem o preço do ingresso.
Boston Globe
Nós não assistimos filmes hollywoodianos pelos fatos mais concretos, mas seria interessante pensar que estamos recebendo alguma verdade junto com o entretenimento. Talvez o roteirista Aaron Sorkin pense que não podemos lidar com a verdade.
Cineweb
É justamente este tom ambíguo, entre a admiração e a repulsa em relação ao seu retratado, um dos principais méritos do filme – aliado à interpretação intensa de Michael Fassbender, que consegue fazer esquecer que não tem qualquer semelhança física com o verdadeiro Jobs...
Diário de Pernambuco
É uma cinebiografia que ousa no formato retórico [...] e evita idealizações sobre o personagem-tema, retratado de forma bastante crítica, principalmente por causa da negligência com a filha.
Rubens Ewald
A sensação do público é que já viram este filme antes e se for o caso não precisam se abalar em sair de casa. Ainda assim eu gosto da direção inquieta de Boyle, que cria um clima envolvente, uma fotografia inquietante...
ScreenCrush
"Steve Jobs" certamente pensa de um modo diferente, mas não com muita profundidade. A estrutura em três cenas é inegavelmente única, mas também é frustrantemente repetitiva e dramaticamente limitada.
The Guardian
O ótimo senso dramático do roteirista Aaron Sorkin funciona melhor quando todas as apostas estão altas, apesar do filme constantemente nos informar o quão incrível é tudo que está acontecendo, é desapontador perceber o quão difícil é se importar de verdade com tudo que está acontecendo na tela.
Chronic'art.com
O projeto tenta fortemente ser um apêndice de "A Rede Social". Mas é difícil para Boyle atingir seu objetivo, porque três filmes diferentes devoram um ao outro nesta história, conferindo a "Steve Jobs" um caráter monstruoso.
Critikat.com
Sorkin e Boyle tentam edificar o que eles gostariam que fosse uma grande obra no estilo de Shakespeare. Mas ao ocultar totalmente a dimensão humana do que ainda aparenta ser um melodrama, a dupla acabaa apresentando uma obra fria e pretensiosa demais.