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Steve Jobs
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Média
3,8
298 notas e 32 críticas
16% 5 críticas
41% 13 críticas
34% 11 críticas
3% 1 crítica
6% 2 críticas
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32 críticas do leitor

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Críticas mais úteis
Alan David

Segui-los 19 seguidores Ler as 352 críticas deles

3,5Bom
• Atualizado em 18/01/2016

belíssimas atuações, com Fassbender muito a vontade e competente no papel de Steve Jobs, só que o filme retrata 3 momentos da carreira dele, tentou dramatizar sua história com sua filha nessas 3 etapas, nisso o longa deixar a desejar, poderia ser muito mais completo do que foi.

http://parsageeks.blogspot.com.br/2016/01/cinema-269-steve-jobs_18.html

Thiago H. C.

Segui-los 7 seguidores Ler as 136 críticas deles

5,0Obra-prima
• Atualizado em 17/01/2016

Pensando diferente, o roteirista Aaron Sorkin e o diretor Danny Boyle tornam a vida de Steve Jobs num interessante e virtuoso filme de bastidores, apresentando um inteligente roteiro de diálogos ágeis e bem escritos, o que faz com que Kate Winslet e Michael Fassbender entreguem ótimas atuações.

http://planoextra.blogspot.com/2016/01/steve-jobs-critica.html

Nelson J.

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4,0Muito bom
• Atualizado em 16/01/2016

Fassbender está muito bem, assim como as interações com Kate Winslet, Seth Rogen, Jeff Daniels e a filha Lisa interpretada por diferentes atrizes. Estranhei não concorrer ao Oscar de Melhor Roteiro. Este filme está focado na personalidade de Jobs que o moveu para a inovação e desprezo pela indústria da melhoria contínua. Ele representa a ruptura com o status quo e não mede esforços para atingir seu objetivo. Por ter sido adotado, devolvido e depois novamente correr o risco de ser devolvido pela segunda família adotiva, devido a um processo da mãe biológica, Steve foi mal construído como pessoa, de acordo com a suas próprias palavras e dai a sua dificuldade em reconhecer sua filha biológica. Belo filme.

Marco G.

Segui-los 11 seguidores Ler as 243 críticas deles

3,5Bom
• Atualizado em 16/01/2016

O filme trata de mostrar a genialidade e personalidade difícil do personagem. Mesmo com bons atores e roteiro, não acredito que tenha sucesso na premiação do Oscar.

Dani A.

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2,0Fraco
• Atualizado em 25/12/2015

A história de vida dele é muito mais interessante do que o que foi retratado no filme. Achei o filme sem graça.

Jean X.

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3,5Bom
• Atualizado em 17/01/2016

Estamos em 2016, eu sempre espero um pouco mais dos filmes. O filme é basicamente todo dentro de um prédio. Contudo é um bom filme.

Diego D.

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1,0Muito ruim
• Atualizado em 17/01/2016

Filme sem muita criatividade não mostra direito a história de jobs, talvez se mostrasse a evolução da Apple até a morte dele!! não gostei é de dormir o filme. rss

Milene Z.

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5,0Obra-prima
• Atualizado em 24/12/2016

Adoreiiiii huehuehuehuehuuehuehuuehueheuheuheuheuheuheuhuheuhheuheuheuehuehuehuehuehndunedijddimwrcmifmcurjcikjuhuhundudmidndidmdidmidmdud difmdidneidjdidmrifmrimdidjrjirmfirmdjdjdirnrii

Dagoberto M.

Segui-los 6 seguidores Ler as 51 críticas deles

4,5Ótimo
• Atualizado em 12/12/2016

Um filme com características de cinema de arte, longe de parecer um filme norte americano. Dialogos fantásticos. Tem que ser visto

W.Almeida

Segui-los 0 seguidor Ler as 6 críticas deles

4,0Muito bom
• Atualizado em 02/10/2016

Direção e estrutura garantem a Steve Jobs (2015) um dos melhores aproveitamentos da vida do magnata no cinema A figura controversa do bilionário à frente de uma das maiores empresas de tecnologia do mundo sempre foi objeto de desejo de cineastas hollywoodianos. Jobs (2013) foi o primeiro longa ficcional lançado após a morte do CEO da Apple. Não agradou. Nem mesmo os fãs do bilionário e muito menos a crítica aprovaram a biografia. Dois anos depois, Steve Jobs veio para realinhar a imagem que o público tem da figura. Neste, Jobs é mostrado como um sujeito dualista, que mesmo aparentando estupidez, demonstra que importa-se com as relações de afeto de seus mais próximos. Estruturalmente simples, a biografia abrange uma história longa, que é passada ao espectador por meio de flashes de memória, que são alternados entre as três principais situações do longa. Três lançamentos. Macintosh, NeXT Cube e iMac. Em comum, o fato de que, como o próprio Jobs (Michael Fassbender) disse, parece que 20 minutos antes de cada lançamento, todos os convidados vão beber em um bar e voltam para retomar divergências antigas com o CEO. O filme inicia com uma demonstração da excentricidade de Jobs. A possibilidade de não ter um simples “hello” no processo de inicialização do Macintosh o tira da própria sanidade. Após, deixa claro a relação de Jobs com a mídia, quando toda sua atenção é canalizada em um discurso de ódio proferido em um diálogo com seu braço direito, a secretária pessoal Joanna Hoffman (Kate Winslet). Algo como uma sequência é estabelecida já no primeiro evento. Mídia, filha e “chefe”, este que, no caso, é John Sculley (Jeff Daniels). Nem sempre ela é cumprida, porém é constante a importância dessas três entidades na vida do bilionário, que ironicamente não dava tanta importância ao dinheiro. Também é importante salientar as atuações de Fassbender e Winslet, que transparecem com maestria as individualidades dos personagens e seus conflitos internos. Todavia, os embates de Jobs com a mãe de sua filha, Chrisann Brennan (Katherine Waterston) e a relação dele com a própria filha, Lisa (Ripley Sobo), compõem o núcleo principal do filme, que é intercalado com seus desvios de personalidade e sua ascensão no mercado. O excesso de informação, muitas vezes financeiras e computacionais, atrapalham o espectador comum, que acaba tendo um colapso de desentendimento. No entanto, não chega a ser nada que atrapalhe na importância real do filme, que cumpre bem a proposta de ser uma biografia digna de um dos maiores gênios da indústria informática do século XX.

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