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Cinquenta Tons de Cinza
Críticas AdoroCinema
2,5
Regular
Cinquenta Tons de Cinza

Muito beijo, pouca mordida

por Renato Hermsdorff
Christian Grey (Jamie Dornan) é jovem, discreto, podre de rico, dono de um tanquinho invejável; Anastasia Steele (Dakota Johnson) é mais jovem ainda, estudante de literatura e inocente. É a partir do encontro desses dois personagens que se constrói a trama central de Cinquenta Tons de Cinza. Dois arquétipos (no caso, clichês mesmo) que, se não fosse por um gosto peculiar do Sr. Grey (como ele gosta de ser chamado) passariam despercebidos no imaginário coletivo mundial: ele é adepto do BDSM (Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo).

Cinquenta Tons de Cinza - FotoA informação faz sentido para o caso de você ter hibernado nos últimos quatro anos. Baseado na obra da escritora E. L. James lançada em 2011, a adaptação hollywoodiana da diretora Sam Taylor-Johnson para a história que já vendeu mais de 100 milhões de exemplares no mundo todo (a trilogia), no entanto, está mais para o make love do que para o fuck, ao contrário do que preconiza o protagonista.

Para além das frases de efeito (que ele pronuncia), da voz sussurrada (que ela entoa), das interpretações sofríveis (na verdade, bem mais dele do que dela, Dornan, quase robótico, parece ter sido orientado a seguir contido, mas só transparece tensão), uma trilha original de um pornô de quinta e de todo o riso involuntário que o conjunto provoca, há, sim, nudez a dar com pau, como se diz (muito mais dela do que dele, há de se observar o conservadorismo). E esse é o ponto “ousado” (aspas que se justificam pelo caráter da discriminação de gênero) do filme.

Cinquenta Tons de Cinza - FotoPassada a primeira metade de um moralismo vergonhoso (além de exigir exclusividade na relação, ela nem sequer pode consumir álcool, a pedido do "dominador"), os dois embarcam na relação sexual propriamente dita. Há boas cenas, de fato bem dirigidas, mas, ao contrário do que se poderia imaginar, o sexo é politicamente correto no trato, asséptico (ninguém sua) até na construção do cômodo que deveria ser palco de altas sacanagens – e com câmera lenta para suavizar a chicotada.

E a narrativa é contraditória. O personagem que bate o pé ao dizer que não é do tipo “corações e flores”, na cena seguinte está passeando de mãozinhas dadas com a donzela indefesa. Apesar de machista, a submissão de Ana não chega a ser misógina, afinal, é consentida e prevista em um inacreditável e literal contrato, como os de aluguel, dos mais chatos, que ele propõe – e cujas cláusulas mais “chocantes” ela faz questão de excluir, em mais uma atitude retrógrada. 

Cinquenta Tons de Cinza - FotoEra de se esperar, no entanto. Hollywood não gosta de quebrar tabus. Mas o buraco é mais embaixo quando, para justificar uma preferência sexual, digamos, não convencional, a obra impõe a necessidade de atrelá-la a um trauma (mesmo que o filme não se alongue na questão), a uma condição “fora do normal”. E precisa de justificativa? O sexo, mesmo o não convencional, não pode ser prazeroso pura e simplesmente (desde que acordado entre as partes)?

Ok, vamos assumir que se trata de uma história de amor, acima de tudo. Sob essa ótica, Cinquenta Tons de Cinza é (só) mais um melodrama açucarado no cardápio de Hollywood - de final surpreendente, diga-se. Enquanto não se decide se ele cede ao romantismo dela ou se ela abre mão das suas convicções para brincar no mundo dele, há um interessante jogo de perseguição – bem-humorado – entre os dois.

Mas as situações resultam repetitivas ao longo das duas horas de projeção. E os conflitos seguem fracos. No fim, o filme está muito mais para a palheta sépia mórmon da saga Crepúsculo do que para a sensualidade de cores vibrantes de 9 1/2 Semanas de Amor. Ou seja, muito beijo, pouca mordida.
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Comentários

  • thiago nunes
    pior do que a " cinderela baiana" com carla Perez
  • Kely M.
    a critica faz jus ao filme, faltou mais "ação" ao conteúdo do livro e os atores não pareciam a vontade em seus personagens... Agora pense, o que será de 50 tons mais escuro? Nada de trevas...?
  • Bruna B.
    Li os três livros da série e posso dizer com toda certeza que o filme é apenas inspirado na obra, pelo fato da autora consentir mesmo que contrariada a liberdade para que alterações neste fossem feitas. Fica claro que mais de 500 páginas se fossem representadas o filme duraria bem mais que apenas 120 minutos. Existem 20 minutos de cenas picantes que poderiam ter sido maior exploradas.O filme a propósito, acredito eu por ser o primeiro da série se tornou cansativo em seus diálogos mecânicos e levemente apimentados frustrando muitas expectativas pela inexperiência e ingenuidade de Srta Anastácia Steele. A química dos dois atores é boa, Jamie Dornan é bastante imponente e seguro, a coisa de pele entre ambos que muitos desejavam tende a melhorar, Dakota Johnson a ínterprete fala ao tempo todo sussurrando com os olhos marejados e isso irrita. Não vão ao cinema pensando assistir um longa como “Ninfomaníaca”, pois não é essa a proposta para a trilogia. Trata-se de um romance medianamente apimentado repleto de conflitos emocionais e inesperadas transformações.
  • fernando S.
    sem entusiasmo, pensei que fosse melhor.
  • Roberta C.
    não gostei do filme , li os livros e achei que o filme iria seguir o livro , foge totalmente e cortou as melhores partes do livro , não tem nada de mais no filme , me decepcionei '-'
  • Josi-amiga V.
    Parabéns! Você falou tudo. :)
  • Anselmo Nunes N.
    Achei o filme sofrível. Poderia ter ido melhor engendrado. Fica muito chato e não se desenvolve...Talvez pelas fracas e incipientes interpretações dos personagens centrais...Faltou ousadia...Talvez se tivesse sido filmado fora de Hollywood e seus padrões retrógados e cheios de glichês, ficasse melhor...Uma penúria!
  • Tere Yadid S.
    ARTIGO: Cinquenta Tons de cinza Tere Yadid Sztokbant - tere@psico.net.brpsicóloga, psicanalista e autora do livro “Escolhas e Relações Amorosas” Após assistir ao filme Cinquenta Tons de Cinza resolvi compartilhar um ponto de vista que não o concebe como um conto de fadas (príncipes não machucam princesas) e nem se detém ao politicamente correto de que um homem jamais poderia bater numa mulher. Já havia me chamado a atenção, no ano passado, a quantidade de pessoas – especialmente mulheres – de vários países, que devoraram os três volumes desse enredo restrito à turbulenta relação de Christian Grey e Anastacia Steele. Tirei o foco da violência contra as mulheres e pensei em alguns aspectos emocionais presentes nesse relacionamento provocativo capaz de exercer tamanho fascínio ou repúdio. Algumas pacientes, inclusive, manifestaram seu desejo de encontrar um parceiro como Christian. Provavelmente porque para além da riqueza, do luxo e dos mimos sedutores, estamos diante de um encontro emocional profundo e transformador. Explico: as experiências primárias da vida de uma pessoa deixam um registro no inconsciente de todos. O amor e/ou o desamor tem início na dupla mãe-bebê. As experiências afetivas dos primeiros anos formam uma matriz de um modo de se relacionar que direciona a vida amorosa dos adultos.Christian carrega no corpo marcas de queimaduras de cigarro como um registro da violência sofrida em seus primeiros anos: uma mãe viciada em crack que também o deixou passar fome. Essas marcas são o retrato das feridas em sua alma. Ele não permite que elas sejam tocadas. Tocar seu corpo é como colocar o dedo nessas feridas fazendo-o sangrar e reviver uma dor intensa. Christian não pode se livrar delas assim como não pode apagar sua história de abuso, de privação, de maus tratos e de desamparo. Ele apenas comunica sua tristeza através das melodias tristes que toca no piano desde muito pequeno. Como defesa frente ao sofrimento e à baixa autoestima, processos psíquicos inconscientes complexos fizeram com que ele desenvolvesse uma personalidade arrogante junto a um narcisismo defensivo. Não é por acaso que ele se utiliza de penas de pavão para acariciar e excitar suas “presas” – penas lindas e coloridas de um animal que ao se exibir é capaz de capturar o olhar de admiração de todos à sua volta. Faltou-lhe, na verdade, um olhar colorido de uma mãe amorosa que refletisse para ele – tal como um espelho - o seu verdadeiro eu. Um olhar constitutivo que pudesse atribuir um sentindo à sua existência. Ao contrário dessa experiência tão importante, Christian refere-se a um mundo interior composto por uma variação de tons de cinza - uma alusão à vida nebulosa que teve, a um contato frio, destituído de afeto e depressivo. Seus pais adotivos, apesar de amorosos, não conseguiram construir uma relação de intimidade com o filho. Christian volta a sofrer abusos aos 15 anos de idade – dessa vez ligados à esfera sexual – por parte da melhor amiga de sua mãe. Viveu uma relação que se estendeu por seis anos sem ao menos despertar-lhe alguma suspeita do que se passava diante de seus próprios olhos. Assim, a atuação da violência de Christian tem raízes naquelas as quais ele próprio esteve submetido em diferentes momentos da sua formação física, psíquica e emocional. Identificado aos agressores, numa espécie de jogo do contrário, ele passou da impotência à onipotência. O exercício de um controle extremo sobre os outros e do impulso de dominação podem ser compreendidos como uma vingança e como uma compensação de um caos interior. Ao evitar pensar na sua dor emocional ele a coloca na ação. De masoquista ele passa a atuar de forma sádica – ambas faces da mesma moeda. A vida de Christian transcorre dessa maneira até ele conhecer Anastacia. Sua proposta dos jogos sadomasoquistas sofre um abalo quando ele fica sabendo da sua virgindade. Uma virgem parece ter-lhe despertado um anseio de iniciar um relacionamento zerado, fazer um recomeço. Ele busca reparar o impacto de pedir a ela que assine um contrato de permissão para práticas sexuais severas, tratando-a com carinho em sua primeira vez. Desde o início há a presença de um erotismo marcado pelos olhares penetrantes que denunciam a paixão cativante de ambos.Christian num discurso convicto de não “fazer amor” mas de apenas “foder” nega o seu mergulho gradativo e curioso no mundo emocional de Ana e no seu. Ela, com sua meiguice e sinceridade, o leva a baixar a guarda e a se permitir experienciar um novo tipo de ligação. Pela primeira vez ele dorme na mesma cama com alguém, fala sobre lembranças do passado, de seus pesadelos. Pela primeira vez ele parece se sentir com coragem de tocar em suas feridas e com o tempo a autoriza a tocá-las. A entrega de Ana ocorre após ela responder que confiava nele. Na verdade, os dois vão construindo uma relação de confiança básica necessária para a descoberta de vínculos verdadeiramente amorosos. As dificuldades de uma pessoa encontram caminhos distintos para seremsuperadas. Um deles é a reparação. Por exemplo: Christian que passou fome na infância, ajuda crianças vítimas da fome na África fazendo generosas doações. Na vida amorosa a reparação pode ocorrer através de uma relação nova, esperançosa e diferente daquelas carregadas de sofrimento. Experiências compartilhadas permitem a descoberta do amor dentro e fora de si. Esse encontro acontece entre Christian e Ana desde o início. Ambos ficam absortos um no outro interessados em desvendar os mistérios de cada um. Ana se arrisca. A mãe amorosa de Ana deixa de ir à sua formatura optando em ficar em casa com o atual marido que tinha se machucado.Ana parece não ser tão especial para a mãe quanto seus maridos. Nessa perspectiva, o encanto que Christian provoca em Ana, e parece repercutir em muitas almas femininas, parte da presença constante dela na mente e no coração dele. Existir para alguém é ocupar um lugar especial na vida de uma pessoa e no mundo - uma necessidadehumana importante. Esse desejo se potencializa naqueles que tiveram esse tipo de falha em suas primeiras vivências. O desejo passa a ser então o de ter um olhar dedicado, com sintonia e sonho – uma nova edição - tal como uma boa mãe devotada ao seu bebê. A experiência de continuidade e a empatia de Christian e de Ana os levam a ir ao encontro das necessidades físicas e emocionais um do outro, reparando certos danos que sofreram no passado. Bem maior que o valor material dos presentes que ele lhe dá, é esse valor afetivo da presença de um dentro do outro. Não é novidade para ninguém que os relacionamentos amorosos são complexos e todos os encontros inéditos. Os comportamentos sádicos e masoquistas, entre outros tipos de perversão, fazem parte do imaginário coletivo. Aqueles que desconhecem esses seus impulsos naturais podem desenvolver patologias neuróticas por vezes bastante dramáticas. Relações amorosas não seguem uma cartilha, não se encaixam em padrões normativos e julgamentos morais limitam a nossa compreensão. Como Christian e Ana, as pessoas que se arriscam encontram maneiras próprias de conviver com seus desejos contraditórios, com o prazer e a dor. Quero ressaltar que conhecer os próprios impulsos não é sinônimo de sair por aí maltratando, machucando e violentando verbalmente e fisicamente ninguém. Mas poder sentir-se livre da culpa gerada pelas fantasias que perturbam muita gente. É aceitar a condição humana composta não apenas de sentimentos e pensamentos nobres, bondosos e generosos. Claro que eles também existem. E na maioria dos casos predominam. Entretanto, impulsos de vida e de morte coexistem e não são fáceis de serem administrados individualmente e nem na relação com o outro. Portanto, não há de se esperar que os relacionamentos transcorram de forma linear. São dinâmicos cheios de curvas, atalhos e por vezes, abismos, destoando da paz paralisante de uma estrada reta que muitos gostariam de encontrar. Nesses termos esse filme perturba e atrai por revelar tais contradições. As pessoas se identificam nas vivências de amor, de desamor e podem se remeter à própria história - já que não existe um ser humano sem a sua história.Ana testa seus limites e termina o relacionamento com Christian quando sente que ele os ultrapassou. Essa atitude estabelece um limite necessário para o surgimento do novo. Ele parece que não contava com isso. A partir da separação ele não consegue mais manter a negação acerca de seus sentimentos e volta a procurá-la. Ana surge em sua vida como uma esperança de ele encontrar uma luz em seu universo sombrio.
  • Geilson Goncalves Soares S.
    A ATRIZ É MUITO FEIA!
  • Junior T.
    Eu discordo da crítica principal em muitos pontos....( e não sou fã ardoroso do livro não...saliento ). Achei o filme muito bem feito....As atuações deixaram o filme com credibilidade ( mais por parte da personagem Anastacia, logicamente ).A narrativa não é contraditória...e sim o personagem de Christian Grey que é, pois ao longo da saga ( lembremos que há mais dois livros ), veremos que a personalidade ambígua pelo passado de Christian, e logicamente isso não foi mostrado nesta primeira parte.Resumindo...gostei muito do resultado....além de um ótimo time quanto à trilha sonora do filme.
  • Nicoly D.
    Não achei que o filme foi péssimo. Achei que foi mal produzido. Tiveram 3 anos e não acertaram na edição das cenas, não exploraram o personagem Christian Grey da maneira como a autora mostra no livro. Isso fez com que o atores ficassem meio engessados.Embora seja erótico ou tente ser é sim um romance e todo romance tem clichê. Pra quem leu todos os livros fica claro que Ana veio pra mudar a vida de Christian e ela consegue mudar. A história tinha tudo pra que ninguém colocasse defeito, mas a forma como a autora enrola em alguns acontecimentos (ex: Ana passar meia hora conversando com a deusa interior dela) acaba tornando a leitura cansativa. Enquanto ela deveria ser mais objetiva no livro, o filme tinha que ter explorado as coisas que despertasse em quem está assistindo a mesma curiosidade que foi despertada em Ana no livro.Na minha opinião: acabou se tornando um filme para adolescentes, sobretudo um romance com uma pitada de sexo.Ps: achei a trilha sonora muito boa.
  • Sgto P.
    Minha nota pra este filme: 5 estrelas! Pela esperteza dos produtores, pré estréia, enfim, igual rabo de cometa!! Esses dias fui assistir em Curitiba " Sniper Americano" não tinha sala, eram 4 salas pra essa kaka e 1 sala pro Sniper!!! Ja comecei odiando o filme ai .... Mesmo odiando, adorei... É aquela história, porque o Corinthians é o time que mais cresce no Brasil? Porque tem mais torcedores, e se tem mais torcedores, vai crescer mais ainda! Porque o povo é assim: segue a multidão!!! E pra mim quem quem vai no rabo do cometa ta numa furada! E toca o barco!
  • M?rcio R.
    Filme fraquissimo, não consegue ser erótico, muito arrastado e com pessimas atuações, salva-se a bela trilha sonora com destaque para Annie Lennox.
  • AndersonAlvino
    E são muito mal comidas né Tati??? =P
  • AndersonAlvino
    Outra que nunca transou na vida!
  • AndersonAlvino
    Resumindo o que eu venho dizendo desde o livro: LIXO!!!
  • AndersonAlvino
    Coitada nunca transou! =P
  • Isabela B.
    50 tons de decepção!
  • Riso L.
    NÃO GOSTEI FRACO
  • B?rbara C.
    Muito ruim é pouco. Tive a impressão de estar assistindo Sessão da Tarde, filme independente, qualquer coisa improvisada. Atuação não existiu. Atores principais sussurrando o tempo todo. Trilha sonora entrando em momentos desnecessários, quando entrou. Chegou em um momento do filme em que eu só estava ali para ouvir Haunted, da Beyoncé. Tocou 15 segundos? Filme sem emoção. Ana Steele é chata por natureza. Dakota não conseguiu ser nada. Nem irritante. Estou decepcionada de forma geral.
  • V?nia A.
    Li os três livros e adorei o filme. Ficou ótima a adaptação para cinema. Sinceramente eu não esperava muito para um filme com classificação de 16 anos. O que assisti já foi o suficiente para esperar ansiosa pela continuação. Talvez as críticas negativas estejam vindo por parte de quem não tenha se envolvido tanto com o livro. As pontuações do 'Adoro Cinema' são relativas, esse está classificado como ruim e achei ótimo, vi criticas boas de filmes que achei 'verdadeiras jebas' .. não dá para construir opinião baseada nas críticas. Qto aos atores, Dakota ficou meio 'sem sal' mesmo, no livro Ana Steele não parecia tão boba. Os pêlos pubianos (conforme criticas abaixo) acredito que sejam para representar a inocência de uma virgem. Jamie Dornan está longe do Grey descrito por Ana no livro, a começar pelos olhos (que no livro é descrito como bem claro), mas ele foi ótimo.
  • Marla L.
    kkkkkkkkkk... Fale por você, Fernanda, o filme realmente é muito ruim, mas "Trepada terapêutica é a visão adulta do Papai Noel".
  • Marla L.
    Desnecessário. mas tenho que te dar os parabéns por você ainda conseguir se masturbar com aquelas cenas tão fracas e um filme tão broxante...
  • Patricia R.
    O filme é realmente fraco, com interpretações que deixam muito a desejar. Não foi adequada as escolhas dos interpretes, sem química alguma. Em nada desperta o desejo de quero mais do livro. O final é realmente frustrante.
  • gracinara T.
    Li os livros em 2012 e sabia que Hollywood iria fazer um romance a la saga Crepúsculo. Livros são sempre melhores, em 99% das vezes. É para ir ao cinema e tentar embarcar no filme e não fazer comparações com o livro porque ai sim, sempre nos decepcionaremos. Os atores não fazem uma boa interpretação, o filme deixou a desejar como já era de se esperar.
  • La?s M.
    Achei o filme muito legal :)
  • Matias P.
    Vou te contar,Sandra Helena,deixa esse argumento de lado,larga ele agora por que isso não convence.Pode dizer que o cara foi atencioso,que ele era problemático,pode dizer que ele impressionava com aquele jeito sem gestos no rosto,e de boa reputação financeira(apenas),e que precisava de ajuda,mas para dizer que há uma gota de amor naquele conto infanto-débil-juvenil,..é de mais! Das duas uma: ou o Shakespeare se enganou a vida toda ou a E.L.James estava certa.Eu que sou um cafajeste comedor de putas e por ai vai,dado a ideias soltas e a sacanagens..achei uma coisa redicula aquele cara com o chicotinho nas mãos querendo se mostrar homem,homem ferido espancando uma menina retardada.Nem que se fizesse o filme inteiramente fiel ao livro, teria sido um bom filme,ao contrário,teria sido um tédio bem maior,por que entre uma sena de sexo e outra não há nada digno,não há uma frase que se leve para a vida,não se fala de afetos,nem de poemas,nem de artes,nem de religião,de trabalho,de amizades,nem de filhos,nada..não havia sonhos ali...uma vergonha...
  • Matias P.
    leia mais..rs
  • Matias P.
    Essa trilogia comprova o quanto as mulheres ainda são ingênuas.Ainda sonhando com um cara lindo e rico que precisa da ajuda delas...Mais que filme e livro vazios..foi uma vergonha assistir aquilo,entre as cenas de sexo só havia diálogos inúteis.Não se falava de afetos,nem de amor,nem de artes,nem de poemas,não se falava do nosso mundo...parece que o mais importava era a ginetária daquela retardada..foi vergonhoso! Um livro feito para quem nunca leu desde a creche(...).
  • Luiz A.
    Eu e minha esposa assistimos ao filme e nos decepcionamos. Roteiro fraco, atores mal escolhidos e com interpretações que não empolgam, não dão vida aos personagens, do jeito que o livro propõe. Superficialidade, roteiro e interpretações que não convencem, além de cenas eróticas que podemos ver nas novelas (aliás as novelas hoje em dia mostram muito mais!!), dão um ar, ao filme, de uma sessão da tarde apimentada... E só!! Não entendemos a razão de tanto furor para assistir a esse filme!
  • Andre F.
    É perca de tempo, pois como em qualquer filme ou questão da vida, nunca vai ter uma unanimidade. Uns gostaram e outros odiaram e ponto. Sem ofensas, sem discussões, ate porque, onde as mesmas nos levaram? Pessoas escrevendo textos e mais textos discutindo, tentando defender suas opiniões, e tudo vai acabar em que mesmo? Em pizza!Vão lá, assistam quem quiser, quem não quer não assista.Quem já ama se apaixone mais, quem odeia que que negative mais.Mas uma "crítica" seja ela positiva ou não, não vai fazer quem odiou gostar, ou quem gosta odiar, tanto filme como a obra literária. Simples assim!
  • Andre F.
    Sandra disse tudo resumidamente bem.Críticas sem leitura da obra completa.Falam mal do filme pois dizem ter perdido muitas partes importantes, mas ai é que digo, se apenas as partes selecionadas para o filme rederam 125 min, imagina um filme mais rico em imagens e detalhes?! E vamos concordar que as cenas escolhidas para o filme foram bem fieis ao livro e sua grande parte. Críticas? Só entro em questão com quem leu os 3 livros, ao contrário, apenas leio citações de onde obviamente falta busca de informação e real introdução no conteúdo literário da obra.
  • Andre F.
    Haha estou com você Gustavo! O povo é muito cheio de mimimi, é pq faltou isso, faltou aquilo.Tinha que ter mais sexo, nas cenas de sexo ninguém soa e bla bla bla.Esses detalhes pra mim não muda em nada a conclusão que já cheguei. Gostei, quero logo o próximo e ponto.
  • Thiago S.
    Enquanto este filme rodava nos cinemas brasileiros, Mc Guime faturava milhões em shows, Fernando e Sorocaba idem, Big Brother vencia a audiência, Faustão e seu relógio.Mas Chico Buarque apenas dormia.Calma fans de Crepúsculo, não escrevi para que entendessem.
  • Adriana S.
    Adorei o filme,tudo a vê com o livro como sei que cortaram muitas cenas mais não importei com isso, e só de observação tinha muitos homens assistindo não é só coisa de mulher, estou muito ansiosa para vê o próximo...
  • Gabriel S.
    Já sem coragem para ler os livros, algo que juro ter tentado, sem sucesso, não passando da primeira frase da trilogia, resolvi me aventurar assistindo esse filme, imaginando que não seria bom, mas a curiosidade foi maior.Assim, lá chegando, me deparei com uma cena em que um homem rico, intimidador, com frases fortes, se interessa por uma moça recata e virgem, vestida de modo sem graça em uma entrevista para faculdade.Essa fascinação platônica ocupa 50 minutos praticamente do filme, que o torna extremamente enfadonho, para depois ele retirar a virgindade da moça em uma cena sem muito romantismo, no qual a mulher "ser virgem" para ele era um problema. O detalhe mais engraçado é que Grey descobre que a moça é virgem depois de mostrar a sua rica salinha de jogos, ou melhor me expressando, cheia de artigos de BDSM.Assustador no mínimo para uma moça virgem.Mas vamos lá, história vai e vem, girando em torno das tentativas de Grey iniciá-la no na sua vida sado masoquista e coisa similar, por meio de um contrato e ela tenta convencê-lo a ter sentimentos. "Ainda chamam isso de história de amor".Após mais enfadados 20 a 30 minutos não sei bem quantos, finalmente a moça mais ou menos ceder aos pedidos de Grey e é iniciada parcialmente nas fantasias BDSM.Ainda indecisa e sem muito entender, a moça pedi no final para que ele mostre um "castigo" e faz a moça que o ama deitar sobre uma mesa com as nádegas voltadas para ele e, aplica na moça seis correadas fortes e ainda a manda contar uma por uma. Poxa vida, o que esperar disso, NADA, apenas o fim do filme com a mesma cena do elevador em que um fala o nome do outro e FIM.Não sei qual objetivo do livro, sinceramente não me interessa, do mesmo modo que esse filme foi para mim perder duas horas do meu dia.Grey não passa de um rapaz com uma história de vida complicada que não superou seus traumas da infância, piorado pela moça que o iniciou na vida sado.Ela busca sua afirmação como mulher em uma relação doentia que ultrapassa limites.Sinceramente, onde está o romantismo em "eu quero de fuder" "você me pertence" "você é meu contrato". Além disso, há os problemas de roteiro, de continuidade, de contradições, em que ele não se diz romântico, mas leva a moça para andar de helicóptero, avião, etc.Volto dizer, respeito quem gostou dessa coisa, sinceramente respeito, pois nada tenho com o gosto alheio, exponho aqui apenas minha opinião, de que se trata de um filme ruim, sem enredo, sem história, que não pode ser considerado em Romance, nem Drama, nem sei que classificação deveria ter.E o mais lamentável é o fato de que muitas mulheres idolatram um personagem como Sr. Grey cujo único fascínio é ser Rico, sem qualidades morais, virtudes, etc. Enfim, não joguem dinheiro fora com isso. Fica a dica!
  • Gabriel S.
    Concordo, filme péssimo, dinheiro jogado fora. Ainda tem quem chame isso de história de amor. O que as pessoas pensam que é amor?
  • Gwen Stacy
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
  • Gwen Stacy
    hahahhaha bora Peter, mas corta essa franjinha rsrs
  • Andrew Garfield
    Claro!
  • analu.baltieri
    Li a trilogia e assisti o filme, sendo muito sinsera não tenho vontade de assistir os próximos filmes que virão... Achei o filme muito vago, faltou informações, só vai entender o filme quem leu o livro, acho que pulou muitas partes, faltou muito diálogo, os atores atuaram muito bem, mas faltou muito pra encarnar Christian e Ana. No filme faltou o verdadeiro amor entre os dois e o que se passou no quarto vermelho nem chegou perto do que descreveu o livro....
  • Ivan Sousa
    #CHUPA Anastasia....(literalmente)!
  • Peter Parker
    Eu te acompanho hahahahah
  • Gwen Stacy
    E Muso, não se esqueça \o/
  • Andrew Garfield
    Rê, rei do AC. \o/
  • Gwen Stacy
    Rê é mito mesmo
  • Gwen Stacy
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk tá mto engraçado
  • Andrew Garfield
    Qual chat?
  • Andrew Garfield
    Rê é mito!''Muito beijo, pouca mordida''. kkkkkkkkkkkkkkkk
  • Gwen Stacy
    Estamos morrendo de rir de você lá no chat aqui kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
  • Andrew Garfield
    Mentirooosaaaaaa!!!
  • Gwen Stacy
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk sei
  • Andrew Garfield
    É mentiraaaaaaaa!!!!!!!
  • Andrew Garfield
    Vou pro Oscar, ganhar uma estatueta! u.u
  • Gwen Stacy
    "homem-aranha-andrew-garfield-chegou-a-negociar-permanencia-na-franquia"choraaaaaaaaaa
  • Gwen Stacy
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkk depois é melhor você ir pra Frozen, porque vai pra geladeira kkkkkkk
  • Gwen Stacy
    servir cafezinho pro Logan Lerman kkkkkkkkkkkkkkk
  • Andrew Garfield
    Opa, não, vou trabalhar com o tiozinho Scorsese. u.u
  • Andrew Garfield
    Pelo menos estou vivo e TENHO um emprego.
  • Gwen Stacy
    Vai dormir Pirralho kkkkkkkk
  • Andrew Garfield
    BOA RENATO! DÁ NOTA BAIXA MESMO!!! U.UAgora falando sério, não sei o que essas pessoas veem demais nesse filme, é puro drama sem nexo. Filme machista para chamar a atenção, apelativo. Achei 2,5 até muito.
  • Andrew Garfield
    Ainda bem que você sabe. kkkkk
  • Gwen Stacy
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk eu sei :P
  • Andrew Garfield
    Tu é doida. kkkkk
  • Gwen Stacy
    Amei a critica, eu queria que o Renato mesmo que fosse fazer a critica para 50 tonsestou loucaaaaaaaaaa para ver esse filme, mesmo tendo notas baixas haha
  • Larissa C.
    larissa8122@hotmail.com, me envia por favor
  • Meiri Maia
    Ainda não vi o filme mas li todos os livros, quem acompanhou a produção do filme sempre informaram que no filme não iria ter cena de Sexo e nada tão intenso como o livro e creio que no filme querem mostrar a parte do romance pois muitos só veem os livros como algo pornográfico. Irei assistir dia 20 e volto para falar o que achei do filme. Indico a vocês um livro que achei bem melhor Um estranho irresistível. tenho ele em pdf quem quiser deixe seu email
  • Atena Negra
    Tem novelas melhores, te garanto rsssss
  • Atena Negra
    Valeu, poupou meu dinheiro.
  • Deise Ferreira
    Se eu fosse a galera que produziu,dirigiu,enfim,que bancou o filme,ia enfiar o pé na jaca,e fazer igualzinho aos livros;a censura ia prá 18 anos,mas fo***!Ficou um "Crepúsculo" com uns beijinhos a mais;Hollywood ficou parada no tempo,o público quer ousadia,em todos os sentidos!Dornan tinha muito mais potencial que isso...
  • nu.santos
    Bom vou esperar o filme de Peça-me o que quiser e espero que não seja rodado em Hollywood
  • camila M.
    Claro que o filme não é erótico, perturbador e o resto todo. Quem leu o ivro sabe disso. A escritora queria um Crepúsculo para adultos, e conseguiu, isso é fato. É bonitinho, amorzinho, um romance rosa com um pouco de sexo e só... Não vi o filme ainda, verei hoje, mas o que eu esperava era isso, não tem segredo. Li os três livros, e devo dizer que é um passatempo, igual novela, e assim espero que seja o filme, nada sério.
  • Peter Parker
    "...muito beijo, pouca mordida." Estou rindo até agora kkkkkkkkkkkkkkkkBest crítica Renato, amei cada paragrafo aahshuasuhasuh
  • Bel M.
    Eu li todos os livros ,gostei do filme ,foi o que esperava imaginava que as cenas seria diminuidas , tb os dialagos mais pesado , pra mim dakota incooporou mt meu a personagem , Dorian ainda precisa me convencer que e o cara mais sexy do planeta pois e isso que Cris e nas nossas cabeças .Vou esperar com certeza o proximo ,acho que as cenas de sexo foram suficientes e o filme foi simfiela obra .
  • Ivan Sousa
    /o/ /o/ /o/Sabia que esse filme não era essas coisas...Muito obrigado Renato por comprovar isso!!!"Muito Beijo,Pouca Mordida"hauhaauhuashauhuas...Morri!
  • Mariane S.
    EU vou ver esse filme
  • Vivien A.
    To super ansiosa para ver o filme, li todos os livros e espero me surpreender.
  • Sibylla
    Mas tchê, faço suas palavras as minhas. Sempre achei que o livro era um Crepúsculo para adultos.
  • bjames
    Será que é mto barulho pra nada????Bom, eu vou ir conferir.....não li o livro, mas vou por pura curiosidade...espero ser surpreendida!!!
  • F?bio A.
    Desde que eu vi o trailer do filme eu não esperava uma produção criativa. A estética de Hollywood é conservadora e tradicional, não assume riscos. Isso se comprova no terceiro parágrafo do texto da crítica. Só pra quem é fã da estória da escritora E. L. James talvez vai sentir curiosidade pelo filme. Hoje está difícil achar graça nessas produções que entram com uma propaganda grandiosa, mas de conteúdo não tem nada de interessante e novo.
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