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    A História Verdadeira
    Média
    3,8
    192 notas e 24 críticas
    4% (1 crítica)
    25% (6 críticas)
    46% (11 críticas)
    17% (4 críticas)
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    24 críticas do leitor

    Júnior S.
    Júnior S.

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    3,5
    Enviada em 24 de dezembro de 2015
    Jonah Hill apresenta uma performance sólida e James Franco está realmente magnético neste instigante estudo sobre a responsabilidade do jornalismo para com a verdade e a linha por vezes tênue que a separa da mentira. Apesar das boas atuações do trio principal e trama envolvente, o filme sofre de uma direção pobre e adaptação pouco inspirada. Já que ainda não tive a oportunidade de ler o livro do qual o filme se baseia, não posso julgar a retidão de sua adaptação mais precisamente, claro. Ainda sim, fica evidente a falta de trato no argumento em certos momentos do longa(o final é particularmente incômodo). É muito mau produzido, aspectos técnicos/visuais relevantes para o bom andamento da trama(fotografia, direção de arte, edição etc...) são todos executados com preguiça, a edição então nem se fala...Os teoricamente curtos 100min de projeção parecem intermináveis, a trama só engrena mesmo lá pelos 37min. É tudo feito com pouco esmero, em escala ridícula, parece filme feito direto pra TV. De resto, vale pela trama interessante e estudo de personagem profundo. Bom, mas podia ser bem melhor...
    Dudu M.
    Dudu M.

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    2,5
    Enviada em 26 de outubro de 2015
    Perda de tempo, esse filme. Até certo ponto até parece interessante mas conforme vai desenrolando vc percebe que ele sai de lugar nenhum pra chegar a nada. É interessante o fato de ser baseado na história real mas isso não contribui em nada na tela... Fortemente não recomendo
    Nayara A.
    Nayara A.

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    3,0
    Enviada em 10 de dezembro de 2015
    Filme: A História Verdadeira. O que me chama a atenção é o comportamento do jornalista Michael tentando subjugar seus próprios anseios na tentativa de conseguir uma matéria exclusiva. Esta imprenção parte da carta em que escreve para o suspeito, dizendo que se sentia honrado em saber que ele usará seu nome e que pretendia encontrá-lo e tentar entender por qual motivo havia se identificado de tal forma. O ditado “o feitiço volta contra o feiticeiro” caberia nesta história. A tática do jornalista foi praticamente um “tiro no escuro” tentando retomar não apenas sua carreira, mas sua reputação. Seus olhos mostravam o quanto estava agitado em busca da verdade, a verdade que o salvaria de uma mentira que o fez perder o próprio emprego. A relação entre fonte e jornalista é que esta em questão. Fiquei analisando como o corpo dele falava frente a sua fonte e como sua fonte o interpretava. Christian Longo diz a Michael que o conta toda a verdade, desde que ele o ensinasse a escrever e a falar bem, assim como o próprio jornalista e em segundo momento, que publicasse a matéria somente após o julgamento. Em contrapartida o jornalista cede às vontades de sua fonte deixando-o ciente que o que viesse a publicar, talvez não o deixasse satisfeito. Neste quesito, o telespectador pode se perguntar como deve ser a relação entre jornalista e fonte? Confiabilidade? Um “pé” um pouco atrás? Usar sempre a imparcialidade? Ser parcial em dados momentos? Michael se sente empolgado com a promessa de exclusividade e em vez de uma matéria, dá inicio a escrever um livro. A Superficialidade com que o filme mostra a desenvolvimento de criação do livro dá a entender que o jornalista não ouviu outras fontes, apoiando-se totalmente no suspeito, ouvindo apenas um lado da história. A série de diálogos entre os personagens e o comportamento contraditório do réu, Christian Longo, põe em risco mais uma vez a reputação do jornalista, que se dá conta de que estava sendo usado por um assassino, capaz de seduzir o júri com suas supostas verdades, usando da confiança e do estilo aventureiro de Michel para se portar frente ao julgamento. Diante de tal fato, é possível questionar quais os lados da notícia? Ela deve ser vista apenas como mercadoria? Jornalistas podem fazer “negociações” com suas fontes em troca da informação? Vale tudo pela notícia? Não obstante, o filme possui um conteúdo rápido de apresentação e linguagem de fácil compreensão, de forma que a “confusão” aparente reflete apenas na atitude do personagem assassino. A imprenção que tenho é que o filme terminou incompleto sem que o telespectador pudesse entender ao certo, por qual motivo um assassino usa a identificação de um jornalista; dá exclusividade para que ele conte sua história sendo uma história de mentira; contradiz todo o trabalho que desenvolveu contando ao jornalista e mudando seu depoimento no tribunal assumindo o delito. No final do filme, Michael encontra com Christian na prisão já sentenciado para o corredor da morte. Michael diz que já sabe que Christian é o assassino e que já passou referencias para o advogado e para o juiz ficarem atentos quanto às táticas que Christian pudesse usar. Fiquei tentando entender esta parte, tendo em vista que o personagem já estava sentenciado. A confusão final foi quando Christian aparece fisicamente somente para Michael que está apresentando o seu livro ao público. Se o cara estava preso, como apareceu? Seria o subconsciente do jornalista se culpando? Creio que sim! Ele aparecia e desaparecia. Também considerei a fotografia do filme comum, sem muitos efeitos contendo iluminação e tons claros. No que diz respeito aos atores, são bons, principalmente James Franco a qual tive a oportunidade de ver atuação em outros filmes. O papel da esposa do Jornalista, interpretada por Felicity Jones achei “vago” uma vez que durante a trama se sentia perdida, sempre com um “ar” de medo, mistério no olhar e suspeitando de algo que ficou subtendido. O filme não é “tão ruim” mais poderia ser mais claro e exploratório, agregando mais riqueza de detalhes e valor aos personagens.
    jhonnytavares1
    jhonnytavares1

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    5,0
    Enviada em 21 de outubro de 2015
    A verdade é que realmente as pessoas mentem demais. Muito bom o filme!
    Felipe N.
    Felipe N.

    Segui-los 17 seguidores Ler as 2 críticas deles

    4,0
    Enviada em 10 de agosto de 2015
    Forte candidato a entrar na lista de indicados ao Oscar!
    Kamila A.
    Kamila A.

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    2,5
    Enviada em 19 de agosto de 2015
    Baseado em uma história real, “A História Verdadeira”, filme dirigido e co-escrito por Rupert Goold, tem uma trama que parece inacreditável, devido aos seus contornos impressionantes. Criminoso presente na lista dos mais procurados do FBI, acusado de assassinar toda a sua família, Christian Longo (James Franco) é preso no México após anos de fuga. O bizarro nessa história é que, quando foi pego pela polícia, Longo se apresentava na cidade como Michael Finkel (Jonah Hill), que vinha a ser um famoso jornalista do New York Times. Quando toma conhecimento da história de Longo, Finkel vinha, ele próprio, passando por um momento de contestação em sua bem-sucedida carreira jornalística. Ele havia acabado de ser demitido no NY Times, em decorrência da descoberta de inconsistências em uma das 11 matérias de capa que ele fez para a publicação. Com dificuldades para conseguir recuperar a sua credibilidade profissional, ele enxerga a oportunidade de ouro – ou, se preferirem, uma segunda chance na sua carreira – na tentativa de compreender, não só o que se passa na mente de um suposto assassino como Christian Longo, mas de procurar entender o que levou o criminoso a querer se passar por ele, alguém cuja notoriedade estava restrita ao meio jornalístico. “A História Verdadeira” encontra a sua força justamente da interação que se estabelece entre os encontros que ocorrem entre Christian Longo e Michael Finkel. Em troca da chance de escrever um livro sobre o caso de Longo, dando voz à sua versão ou, mais particularmente, à sua verdade; Finkel ensina ao prisioneiro técnicas jornalísticas, para fazer com que ele consiga se expressar melhor. São justamente nessas conversas que o filme de Goold acaba por se revelar como um thriller psicológico sobre a maneira perspicaz como algumas pessoas têm de dominar mentalmente outros. De uma certa maneira, “A História Verdadeira” encontra muitos paralelos com “As Duas Faces de um Crime”, filme dirigido por Gregory Hoblit. Em ambas as obras, temos um suposto assassino cuja personalidade não tem traços de psicopatia; e, do outro lado, pessoas que entram no jogo psicológico que é promovido por esses personagens. Sem querer entregar muitos dos segredos de “A História Verdadeira”, esse é um longa que nos mostra que a verdade é uma questão mais complexa do que imaginamos. O poder maior está com aqueles que têm a prerrogativa de encontrarem os meios para se expressar. E tudo isso ainda vai depender de um outro fator: quem tem o poder de manipulação maior para convencer os outros daquilo que dizem.
    Eugenio M.
    Eugenio M.

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    4,0
    Enviada em 15 de novembro de 2015
    A trama é bem envolvente com interpretações excelentes baseada em uma história real. Bom filme!
    FOCA
    FOCA

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    4,5
    Enviada em 16 de dezembro de 2015
    Um bom drama sobretudo deve ter bons diálogos, para prender a atenção e não deixar a história monótona. Em a história verdadeira a monotonia passa longe, apesar do filme ser levado em ritmo calmo, seguindo a interpretação de James Franco, que por sinal é surpreendente, o filme consegue te prender sempre. Jonas Hill, faz jus a seu talento e também está muito bem no papel de Finkel. Jonas e Franco se completam com o jornalista desacreditado que aposta sua última chance em sua melhor história, e o provável assassino que consegue a única pessoa que poderia ouvir e acreditar nele. O roteiro é muito bem montado. E é uma incrível True Story.
    Peter B.
    Peter B.

    Segui-los 7 seguidores Ler as 127 críticas deles

    3,0
    Enviada em 2 de agosto de 2015
    Esperava muito desse filme , e no final acabei me decepcionando. Um trama envolvente, as atuações são ótimas , porem a trama se perde no final.
    Vilmar O.
    Vilmar O.

    Segui-los 15 seguidores Ler as 357 críticas deles

    0,5
    Enviada em 26 de maio de 2016
    Dramalhão, paradaço, muita enrolação e nem curti. Chatice. Os atores são bons, mas a história é roteiro são bem ruins. Desrecomendo.
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