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    Frozen - Uma Aventura Congelante
    Média
    4,6
    6740 notas e 923 críticas
    distribuição de 923 críticas por nota
    485 críticas
    246 críticas
    125 críticas
    45 críticas
    11 críticas
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    923 críticas do leitor

    Natália M.
    Natália M.

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    5,0
    Enviada em 8 de janeiro de 2014
    Desde o lançamento de A Princesa e o Sapo (2009), é possível perceber de forma clara uma alteração que vem acontecendo gradualmente no perfil das princesas Disney. Cada vez mais elas abandonam o padrão de moças inocentes que sofrem por ações dos antagonistas dos filmes e são ajudadas por fadas e/ou animais até que estejam plenamente felizes e casadas com príncipes e ganham cada vez mais personalidade e autonomia. As princesas ganham voz e fazem suas próprias escolhas ao invés de simplesmente serem submetidas aos poderes de feitiços bons e maus ou à acontecimentos do acaso. Passando por esta evolução, tivemos Enrolados (que estreou no Brasil em 2011) e Valente (2012) e finalmente chagamos a Frozen. Frozen valeria a pena ser visto simplesmente pela estética primorosa, mas, além disso, nos mostra duas princesas simplesmente fantásticas. Anna, a irmã mais nova, é divertida, alegre, as vezes boba, desastrada e frívola mas no fundo cultiva um grande amor pela irmã mais velha, por quem se sente abandonada e se angustia por não compreender a retirada súbita do afeto que a irmã mais velha nutria por ela quando eram crianças pequenas. Como toda jovem princesa, Anna sonha em conhecer um príncipe, apaixonar-se e casar, mas durante o desenvolvimento do filme ela acaba descobrindo que não é exatamente assim que as coisas funcionam. Elsa, a irmã mais velha, realmente encanta por sua complexidade. Nascida com poderes muito especiais, ela se vê obrigada e escondê-los e, consequentemente, esconder-se de tudo e de todos após um acidente ocorrido na infância. Seus poderes, apesar de belos, podem ser muito perigosos se não forem precisamente controlados. Assim como Anna, passamos parte do filme ser saber o que realmente acontece com Elsa. Só começamos a descobrir melhor a personagem a partir do momento de sua coroação como rainha de Arendelle (o reino onde vivem). Elsa, após tanto tempo isolada de tudo, por vezes vê seus poderes como uma desgraça e apresenta sentimentos e pensamentos confusos e contraditórios apesar da calma e do autocontrole que aparenta ter. Após uma breve discussão com Anna, Elsa acaba provocando um novo acidente por conta de seus poderes; desesperada, completamente perdida e sem saber o que fazer, Elsa foge. A partir daí, ela passa por um processo de autodescoberta bastante complexo, em busca não somente do controle e seus poderes, mas também do controle de suas emoções e sentimentos. Outros personagens que também merecem destaque são Olaf, um boneco de neve criado por Elsa, e Kristoff, um camponês que vive nas montanhas e ganha a vida vendendo gelo. Olaf é um presente para os espectadores; mostra a todos que um personagem pode ser divertido sem ser necessariamente irritante ou idiota: sua graça está exatamente em sua pureza. Já Kristoff, que de uma maneira simples e sem exibicionismos não mede esforços para ajudar Anna a encontrar a irmã, acaba tendo papel fundamental no desenrolar da história. Apenas acredito que a história pessoal de Kristoff poderia ter sido mais bem desenvolvida durante o filme. O filme conta ainda com uma trilha sonora repleta de canções. Para quem não gosta de músicas no meio do filme, isso pode ser um tanto inconveniente. No entanto, não acredito que isso interfira no bom andamento do filme, pelo contrário, seria impossível compreender satisfatoriamente os personagens e o que se passa com eles sem as canções. São especialmente importantes para o enredo as canções "Quer brincar na neve?" e "Livre Estou". Um filme realmente encantador!
    alberlia
    alberlia

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    5,0
    Enviada em 28 de dezembro de 2013
    Filme excepcional. Fala do lindo amor entre duas irmãs. Ri muito, mas também me emocionei. Maravilhoso.
    Bruno K.
    Bruno K.

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    5,0
    Enviada em 10 de janeiro de 2014
    Disney voltou as Raizes Longa Músical com uma historia envolvente, eu considero o melhor desenho desde Mulan
    Estevan Magno
    Estevan Magno

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    4,0
    Enviada em 28 de julho de 2014
    O clima congelante do filme e o ar condicionado do cinema fazem com que esse filme seja em 4D. A animação é realmente uma aventura congelante, assim como outros sucessos no gelo; Happy Feet e Expresso Polar. E Frozen além de contar com um desenho muito bem feito e lindíssimo, conta também com uma gama de produtores de sucesso, as expressões das personagens nos lembram muito Detona Ralph e Enrolados, principalmente os lindos olhos. Nessa aventura muito aguardada, duas princesas do reino de Arendel vivem separadas desde um grave incidente na neve, não se conhecem e nem tem a oportunidade de crescerem juntas. Apenas quando Elsa (a irmã mais velha) será coroada rainha, Anna (a mais nova) tem o prazer de sua companhia, e no baile a revelação de que Elsa é capaz de congelar tudo, e de fazer nevar, deixa a todos do reino preocupados, e a rainha foge para as montanhas; é no clima de descoberta e apreensão que Anna vai em busca de sua irmã nas montanhas congeladas. Nesse meio tempo, as personagens mais empolgantes do filme entram em cena, Sven, Christoph e o divertidíssimo boneco de neve Olaf (destaque para a dublagem memorável de estreia de Fabio Porchat). Com muito humor e emoção essa aventura vai congelar o coração de muita gente, mas também pode abrasar um coração angustiado. Com um final arrebatador e com uma surpresa para muitos que pensam que amor, é só entre namorados e apaixonados, o filme além de lição é alegria. E para um gran finale temos a música indicada ao Oscar de 2014 (Melhor Canção Original), "Let It Go" muito bem composta por Robert Lopez (lindo trabalho também em Winnie The Poo) e Kristen Lopez. Frozen além de uma aventura é um conforto de que os Clássicos Disney podem estar de volta, e merecidamente (indicada á inúmeros prêmios de Melhor Animação no ano de 2014) com esta linda e gelada animação.
    anônimo
    Um visitante
    3,5
    Enviada em 10 de novembro de 2014
    Os filmes da Disney tem grande mania de formar a direção em dupla.Aqui os responsáveis,são Chris Buck e Jennifer Lee.Ele já dirigiu duas grandes animações,Tá Dando Onda e Tarzan,que essa última também tenha sido da grade Disney.E pelo o lado de Lee,ela é ainda está engatinhando no ramo.Teve o prazer de ser roteirista em Detona Ralph,que esse trabalho lhe abriu as portas para a direção parceirada com Chris Buck.Frozen,tem uma história bacana no início,onde se divide em ótimos gráficos gelados,com canções alegres das personagens principais.Onde vive também de personagens,que enricam a história,pra até mesmo confundir a nossa cabeça e não nos deixar desvendar o final da história.Mas em comparações,a outros bons títulos da Disney,Frozen não cumpriu o seu papel de se transformar em uma das melhores animações do estúdio.Onde apostou muito na tecnologia e nas cores,e deixou de lado a emoção entre os personagens.
    Jaynne P.
    Jaynne P.

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    5,0
    Enviada em 27 de dezembro de 2013
    Filme simplesmente perfeito, a história se desenrola rápido e o final é surpreendente, espetacular,pois spoiler: foge do clichê que o mocinho beija a mocinha e tem aquele romance chato, nesse filme não, mostra o amor de duas irmãs ao invés de romance! , além da trilha sonora ser perfeita, amei a música "let it go"tanto que já ouvi umas 10 vezes hehehe conclusão: se você quer um filme cheio de surpresas, que tem drama, ação, suspense e humor, esse é o filme certo, com certeza!
    Matthew McConaughey
    Matthew McConaughey

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    5,0
    Enviada em 7 de janeiro de 2014
    Filme com Roteiro magnífico, personagens extremamente que combina com o filme. Parabéns Disney, evoluiu muito e pra MELHOR!
    Pedro D.
    Pedro D.

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    5,0
    Enviada em 6 de janeiro de 2014
    Grandes obras acabam criando uma mitologia própria. Isso é inegável. Com as dos Estúdios Disney não poderia ter sido diferente, sendo o seu principal mito aquele envolvendo as Princesas, criaturas jovens, belas, adoráveis, amorosas, aventureiras e verdadeiros poços de virtude, normalmente incomodadas com o status quo que ocupam, buscando o novo, normalmente apresentado na figura de um Príncipe Encantado que a compreende. Esse foi o mito basilar, a primeira pedra que levaram o velho Walt Disney a criar o primeiro longa de animação com Branca de Neve, e, no início da década de 1990, reassumir o trono de grande estúdio de animação com a chamada "Disney Renaissance", cuja Magnum Opus foi outro filme com a mesma temática, A Bela e a Fera. Ora, tal mito ,por raras vezes, nos mais de 70 anos de produção de longas dos estúdios, chegou a sofrer modificações em suas estruturas. No já citado a Bela e a Fera temos a construção de um relacionamento amoroso substituindo a paixão a primeira vista; no recente e excelente A Princesa e o Sapo o virtuoso Príncipe é substituído por um boêmio irresponsável. Outras modificações pontuais surgiram aqui e acolá, mas o cerne, a estrutura, se manteve inalterada: por mais aventureira e valente que fosse a personagem principal sua contraparte romântica e perfeita sempre a salvava e levava ao "e foram felizes até agora". Até agora. Coube a Frozen revisar o mito. Ao narrar a historia das princesas Elsa, portadora do poder de controlar o gelo e a neve, extremamente insegura devido ao mal que tal dom (ou maldição) podem trazer; e sua irmã Anna, uma personagem com todos os traços clássicos e românticos do gênero; a película flerta com o clichê para que, ao fim, este seja desconstruído. Anna quer tudo que todas as princesas deseja: viver uma vida recheada de aventuras e, claro um grande amor. Porém, seu romantismo e inocência exacerbados podem ser também sua maior falha. Além disso ela não deixa de ser corajosa e proativa, tomando para si a missão de encontrar sua irmã e reverter o feitiço que colocou o reino sob o gelo eterno. Já Elsa se torna talvez a personagem feminina mais complexa do universo Disney, acreditando que a solidão é o único caminho para ser quem realmente é, sendo uma mistura de medos e de uma criação super-protetora e fria desenvolvida por seus pais. Ou seja, uma princesa (ou rainha) que não se encaixa no clássico arquétipo perpetuado nas obras do estúdio de animação. No mais, a ação se desenvolve sem a presença de um personagem masculino extremamente forte ou marcante, cabendo aos homens da película, inclusive, um antagonismo , salvo no que tange ao protagonista Kristoff, que, mesmo assim, salvo no ultimo ato de filme, pouco se aproxima dos padrões clássicos do herói disneyano. Nesse ínterim, vários elementos clássicos dos contos de fada acabam por ser desvirtuados: o amor a primeira vista vira piada, o a dependência frente aos homens, anulada; e até mesmo o ato de amor verdadeiro, talvez o maior clichê do gênero, não acaba sendo aquilo que todos esperavam. Por momentos a trama se aproxima a do primeiro Shrek, que ridicularizou os contos de fada, dando um passo a mais em suas conclusões. No entanto, não perde o filme elementos clássicos da obra do estúdio, o que o torna ainda melhor. É o retorno da Disney ao musical, com músicas de primeira linha, comparáveis a grandes clássicos, como Rei Leão. Do You Want to Build a Snowman e Let It Go são incluídas em contextos lindíssimos e exemplificam a beleza do trabalho musical da obra. Personagens secundários com grande carisma, como o boneco de neve mágico Olaf e a rena Sven, roubam muitas vezes a cena e engrandecem a obra. Além disso, a história continua com tons edificantes, recheada de metáforas e excelentes lições de moral. Por fim o apuro técnico na animação garantem um visual arrebatador e belíssimo, com predominância do branco e cinza da neve e do gelo em uma verdadeiro espetáculo. A cena inicial do filme nos faz esquecee que se trata de uma animação; o numero musical solo de Elsa que representa sua libertação é pura poesia visual. Disney mais uma vez demonstrou seu imenso potencial para se reinventar. Ao questionar sua base filosófica mais forte e, ao mesmo tempo mais rentável, os diretores Jennifer Lee e Chris Buck acabaram por criar uma obra prima da animação; um clássico instantâneo por sua bela e edificante mensagem e uma ruptura com o antigo em vários outros elementos. Se o estúdio vai continuar essa nova e progressista linha dramática, não se pode saber. Mas que um marco foi criado isso sim. Um novo Magnum opus surgiu, frio em tese, um banho quente para os sentidos e o coração.
    Mario Lojo
    Mario Lojo

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    4,5
    Enviada em 26 de janeiro de 2014
    Foi o melhor das férias escolares. A Disney recuperou nesse filme a magia dos clássicos. Sucesso garantido com as crianças.
    Mauricio J.
    Mauricio J.

    Segui-los 57 seguidores Ler as 24 críticas deles

    5,0
    Enviada em 29 de dezembro de 2013
    A cada ano existe uma animação que se torna a minha favorita, e a cada ano o pódio da favorita vai mudando. Hoje o primeiro lugar de minhas animações favoritas foi retirado de "Valente" e foi dado a "Frozen", a nova animação da Disney, que chega no cinemas brasileiros na sexta, 3 de Janeiro, em mais de 800 salas em todo o Brasil. A historia se passa na Inglaterra, em alguns séculos atras, quando uma princesa, Elsa (Idina Menzel), tem poderes fantásticos que seus país temes que seja prejudicial a vida da garota apos ela quase matar a sua irmã mais nova, Anna (Kristen Bell). Após o acidente, o rei e a rainha mantem as duas irmãs, que eram muito unidas, longe uma da outra e isso provoca muita tristeza no lado das duas. Se passou uns 15 anos, ate que em um certo dia importante na historia Elsa não consegue controlar os seus poderes e congela todo o mundo, deixando um frio terrível, dando o nome a historia. Elsa se decidi isolar do mundo e Anna decidi ir atras de Elsa e tentar ajuda-lá. Um ponto que realmente me surpreendeu muito foi o roteiro do filme. As animações da Disney contem um roteiro bem simples, pelo intuito de deixar a historia bem rala para as crianças se divertirem e acho que Frozen foi um teste porque o roteiro estava muito bom, bem elaborado e com muitas reviravoltas ao decorrer das duas horas de projeção. E o melhor de tudo foi que todas as crianças que estavam dentro da sala de cinema estavam entendendo o filme e sempre que alguma coisa surpreendente acontecia, elas participavam da historia e comentava o que aconteceu. Foi o que me deixou ainda mais feliz com o filme. Os personagens do filme foram bem elaborado e contem piadas muito engraçadas. Anna é aquela garota que sonha em conhecer o mundo e saber o que existe por fora das portas do castelo que vive, já que o castelo se mantem trancado por causa de Elsa. Elsa em si é aquela irmã que faz tudo para proteger o mais novo, ate mesmo se afastar e proteger a sua irmã dos perigos que os seres humanos correm e faz com que as pessoas corram, dando um carisma diferente, porque mesmo quando você esta odiando a personagem você esta amando ela. Kristoff é o príncipe plebeu, ele aos poucos vai conquistando Anna e isso cria um romance bem bonitinho, e interessante, porque você sabe o que acontecerá no final, mas se nega a creditar em certos momentos do filme, quando você pensa que terá um final feliz, tudo começa a se atrapalhar. Olaf imagem do topo) rouba a cena, o boneco de neve dá um enfase nos personagens e suas piadas são maravilhosas, amei o personagem e em minha opinião é o melhor do filme, sempre honesto, fiel e companheiro. Um ponto que não esta sendo muita novidade nos filmes da Disney, porque mesmo eles tentando não conseguem melhorar, é o efeito 3D. Em varias cenas que os efeitos poderiam ter sido usados, que daria muita alegria as crianças que estavam assistindo o filme, não foram e deixou um vazio e um peso a consciência por ter pago o ingresso em 3D. Por isso, se você tiver a opção de ver o filme em 2D, veja. Gostei muito da dublagem do filme, acho que os atores que fizeram as vozes dos personagens fizeram um excelente trabalho, digo os dubladores brasileiros. O filme tem uma trilha sonora super genial, ao decorrer do filme os personagens cantam e dançam, alegrando o clima de suspense criado pelos diretores e os roteiristas. Musicas bem trabalhadas e cantadas ao lance e re-lance levando o publico as nuvens, ou melhor no Gelo. O filme termina com a doce voz de Demi Lovato com a musica, super fofa, Let It Go. Resumindo, Frozen é uma animação que esta super recomendada, com ótimas piadas, ótimo roteiro, ótimos personagens e uma premissa interessante e envolvente. Se você gosta de animações, é quase uma obrigação ver Frozen, não vão se decepcionar. Grande aposta no Oscar 2014.
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