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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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CineClick
[Um] filme-deleite, aquele tipo de produção prazerosa de se ver, despretensiosa, que faz o espectador sair da sala enlevado, acreditando no ser humano, querendo abraçar alguém. Nada mais pertinente nessa época de confraternização.
Cinepop
Ao fim do filme, o efeito obtido é de conforto, bem como uma sessão terapêutica, que nos faz relembrar casos conflitantes, mas importantes, pois, ao final, descobrimos que estes são, na verdade, nossos melhores momentos.
Almanaque Virtual
[O diretor] junta o que tem de mais belo e mundano na rotina, no dia-a-dia, e acrescenta uma dose de agridoce e uma pitada de identificação com um indivíduo comum que poderia ser todo e cada um de nós...
Cinema com Rapadura
Richard Curtis consegue mais uma vez, sem muito alarde ou grandes invencionices, entregar uma obra completa. Capaz de emocionar e divertir na mesma medida, com personagens extremamente cativantes e grandes lições de vida.
Críticos.Com.Br
A trama criativa trabalha sentimentalmente (sem nunca resvalar no piegas) as transformações humanas advindas das idas e voltas no tempo, tornando a imersão na brincadeira algo verdadeiramente prazeroso [...] As lágrimas ao final brotam naturalmente. É programa perfeito para final de ano.
Omelete
O roteiro de Richard Curtis emociona ao usar o tom sentimental sem ser meloso, tocando fundo em questões se não iguais, muito parecidas as do espectador. Mesmo com algumas escorregadas no ir e vir temporal, "Questão de Tempo" ensina uma preciosas lições de moral...
Papo de Cinema
Apaixonante, cativante, envolvente: faltam adjetivos que possam descrever com precisão o que esse filme provoca no espectador que o receber de braços abertos.
Gazeta do Povo
Engraçado, romântico e, por fim, muito tocante, quando faz uma interessante reflexão sobre o amadurecimento e a família, "Questão de Tempo" defende a tese de que todo bônus têm seu ônus, e resulta em mais um filme de Curtis ao qual é difícil resistir.
Preview
Esse é o mais singelo filme já feito sobre viagem no tempo. Não há grandes reviravoltas, surpresas ou dramas. Ainda assim, é impossível não se deixar cativar pela rotina daquela gente tranquila e do bem...
Critikat.com
Ao realizar um conto fantástico, Richard Curtis corre o risco de se afastar do seu domínio de predileção. O resultado é simplório, desajeitado, falho, mas profundamente comovente - e sem dúvida um dos projetos mais empolgantes que ele já fez até hoje.
O Globo
Personagens ambíguos? Nem pensar, atrapalha. Uma irmã do herói, piradinha de nada, logo se recupera para não contrariar o clima geral de mensagens de autoajuda. O elenco defende bem seus personagens, alguns diálogos e situações divertem, mas a história se alonga além do necessário.
Screen International
Uma afetuosa comédia romântica de viagem no tempo que oferece todas as cenas esperadas de emoção e de humor, mas nunca encontra o tom e o equilíbrio certos.
The Guardian
Apesar de alguns traços estranhos e de diálogos com frases de efeito, este drama em estilo Frank Capra tende ao sentimentalismo, e você tem que ser muito frio para não sucumbir às cenas em estilo "A Felicidade Não Se Compra" quando Nighy e Gleeson estão silenciosos, lado a lado.
Variety
Um filme doce, familiar e insosso como pudim, "Questão de Tempo" evoca um sentimento de déjà vu [...] Mesmo assim, a escolha de rostos novos no elenco acrescenta algum interesse.
Rubens Ewald
O filme tem algo que ainda não entendi bem porque não funciona como devia. Talvez seja a figura esdrúxula do protagonista - que é filho do excelente Brenda Gleeson - mas tem um tipo bizarro mais adequado para hobitt do que herói romântico.
Télérama
Richard Curtis quer renovar a arte (frequentemente repetitiva) da comédia romântica, mas ele não tem muita imaginação, o que acaba estragando a arte (frequentemente inventiva) do filme de antecipação.