Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    Indomável Sonhadora
    Média
    4,0
    309 notas e 48 críticas
    distribuição de 48 críticas por nota
    13 críticas
    13 críticas
    7 críticas
    8 críticas
    5 críticas
    2 críticas
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    48 críticas do leitor

    Eduardo P.
    Eduardo P.

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    4,0
    Enviada em 8 de abril de 2013
    Premiado no festival de Cannes e, surpriendentemente, indicado em categorias principais do Oscar, esse filme do estreante Benh Zeilin é um das maiores pérolas do cinema dos últimos tempos. O longa se passa numa ilha dentro dos limites dos Estados Unidos, denominada Banheira, onde a adorável e desteminada Hushpuppy (Quvenzhané Wallis, de uma naturalidade impressionante) vive com seu pai (Dwight Henry, extremamente convincente) em uma situação sub-humana. Mais que mostrar que existe pobreza nos Estados Unidos, o longa debate de forma ímpar vários temas, passando pelo meio ambiente até chegar na relação de pai e filha. Com uma narração em off longe do piegas, o filme mostra os acontecimentos atravéz da visão da pequena menina, que tem 6 anos, mas já tenta se virar sozinha. Dono de um discurso metáforico poderoso e envolvente, o filme ganha toques fantansiosos que acrescentam temas e significados, mas nada retira o tom realista da fita. Aparentemente simplista, o longa possui uma direção sensível e de personalidade, um roteiro rico e duas atuações poderosas. Ao final, há muito o que pensar, mas não há, necessariamente, um sentimento de melancolia. Afinal, Benh trabalha com um olhar inocente e otimista.
    Jonathan G
    Jonathan G

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    4,5
    Enviada em 6 de março de 2013
    Uma epopéia magistral. Indomável Sonhadora é muito mais que um filme, é uma joia lapidada e bem contruida, porém não para todos. Essá jóia é simples e sensível e muito carregada pela fo~rça da natureza e humana. A pequena atriz Quvenzhané Wallis é segura e linda, sabe muito bem passar tudo o que lhe propôe, o elenco é audacioso e simplório, assim como o filme. A trilha sonora é magnânima e eindiscutivel. Assim como diz Hushpuppy: somos pedacinhos do universo e cada têm que fazera sua parte. O filme com certeza faz a dele e encanta a todos com sua força sobrenatural. Estou encantado!!
    Cadu Pereira
    Cadu Pereira

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    4,0
    Enviada em 23 de março de 2013
    Acredito que bons filmes tem duas qualidade básicas. A primeira é ter uma história sensacional. A segunda é nos fazer repensar alguns ideais e pontos de vistas. Acredito que nesse filme há um pouco dessas qualidades. Um filme que é "pesado", mas que não é chato de se ver. A história se desenvolve bem nas emoções e sentimentos vividos por seus personagens. Não acho que isso o credencia para ser o melhor filme, mas caso seja escolhido, também não seria uma injustiça com os demais. Dwight Henry foi muito bem no seu papel, na minha opinião. E agora é esperarmos mais alguns anos para conhecer o real potencial artístico de Quvenzhané Wallis.
    David F.
    David F.

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    3,0
    Enviada em 6 de janeiro de 2014
    Uma história diferente, faz a gente entrar dentro do filme. Mas é meio cansativo.
    Amanda I.
    Amanda I.

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    5,0
    Enviada em 22 de janeiro de 2014
    Encantador. Embora mostre um cotidiano muito duro vivido pelos personagens, é um filme magnifico. Simplesmente amei.
    Marcio S.
    Marcio S.

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    4,5
    Enviada em 27 de julho de 2013
    Behn Zeitlin diretor estreante consegue passar todo lado selvagem e ao mesmo tempo humano de uma garotinha que vive em uma comunidade pesqueira em uma ilha chamada A Banheira onde só vivem 87 pessoas, além de mostrar que em qualquer lugar a relação entre o pai/mãe e seu filho(a) é fundamental na vida de uma criança. O diretor adaptou uma peça chamada “Juicy and Delicious” junto com a própria autora da peça Lucy Alibar. O diretor procura nos conduzir através da visão de Hushpuppy (Quvenzhané Wallis estreando nas telas como gente grande) uma menina que vive com o pai Wink (Dwight Henry) em um lugar inóspito, porém considerado por eles o mais bonito do mundo, em que devido a uma barragem colocada por uma indústria, a população vive isolada do restante da população. Ambos conseguem dar vida seus personagens os tornando de carne e osso. A filmagem é realizada sob o ponto de vista de Hushpuppy, por isso a câmera está na maioria do filme na altura dos olhos dela. A câmera na mão enaltece o lado selvagem dela e do ambiente em que ela vive. Ela não fica estática, as imagens estão sempre tremendo. As imagens retratam nossa protagonista em vários momentos como um animal selvagem. Com uma fotografia que nos mostra a pobreza em que nossa protagonista vive e assim contribui para o desenvolvimento da história. O roteiro busca passar um lado selvagem em que nossa protagonista tem, dessa maneira surge analogias visuais com os auroques, um bovino extinto em 1627. Assim como Hushpuppy eles lutaram para sobreviver. Os auroques não eram dóceis e em épocas pré-históricas sofreram com a caça. A falta de uma mãe para Hushpuppy e ver como ela imagina uma é no mínimo tocante. Seu pai, um alcoólatra e com problemas de saúde é mais uma preocupação para Hushpuppy. Wish mesmo não sendo um pai ideal consegue através do que é essencial para ele trazer a tona todo o lado selvagem de nossa protagonista, assim como tentar poupá-la daquilo que é iminente para ele. É o lado selvagem que será essencial para sua sobrevivência em um mundo em que ela precisará lutar para sobreviver. O roteiro consegue nos passar que embora seu pai não consiga educar de maneira correta, assim mesmo ele é fundamental. Um filme belo e que com imagens consegue cumprir o papel de um filme: através de imagens expressar o que deseja.
    Matheus S.
    Matheus S.

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    4,5
    Enviada em 22 de julho de 2013
    É incrível o poder que certas premiações têm de elevar o status de diversos filmes com apenas algumas indicações. Esse é o caso de Indomável Sonhadora, um filme completamente esquecido do público em geral mas que se elevou para um alto nível de fama depois de 4 importantes indicações ao Oscar, sendo essas 4 algumas das principais (melhor filme, diretor, atriz e roteiro adaptado). Esse filme encantador é protagonizado por Hushpuppy (Quvenzhané Wallis), uma menina que vive em extrema pobreza num lugar chamado por ela de “banheira”, isso devido as enchentes que lá acontecem quando chove muito. Ela nunca conheceu sua mãe, e seu pai, Wink (Dwight Henry), corre grave risco de morrer devido à alguns problemas de saúde. Hushpuppy é uma menina determinada, forte e que não tem medo de nada, mas acima de tudo ela é uma sonhadora, nunca perdendo a esperança em sua vida mas também em momento algum reclamando da vida que leva. Pelo contrário, ela vive constantemente, aproveitando cada minuto de sua vida, seja junto com os seus colegas ou com os outros moradores da região. Mas se engana quem acha que o filme inteiro tem esse mesmo estilo de draminha convencional até o fim, pois há no roteiro um nível de fantasia mágico. Essa fantasia vem de violentos animais pré-históricos, que, segundo a professora da escolinha de Hushpuppy, correm o risco de serem novamente vivos devido ao descongelamento do polo sul (detalhe: eles estavam congelados no meio das geleiras). Volta e meia aparecem cenas fantásticas com esses seres, e o encontro deles com Hushpuppy é no mínimo mágica! É nesse quesito que a direção do Beinh Zeitlin se mostra ótima, na sua facilidade de mostrar a dura realidade daquele povo intercalada com a presença desses seres fantasiosos. O detalhismo dos cenários da “banheira” impressionam, mostrando de uma forma nua e crua a vida daquele povo pobre, mas feliz. As atuações estão incríveis por parte de todos. Mas quem ganhou extremo reconhecimento internacional é a adorável Quvenzhané Wallis, de apenas 9 anos, mas que gravou o filme quando tinha 6. Ela conseguiu a proeza de ser a mais jovem atriz a ser indicada ao Oscar, mas não é pra menos. Sua atuação no filme é fantástica. Ela se sai incrivelmente bem em cenas difíceis e que exigem muito do ator, e a sua carga dramática fica muito bem escondida por trás daquela personalidade durona que ela teve que obter devido a sua difícil vida, mas há uma cena nas partes finais onde podemos prestigiar toda a emoção que a doce Quvenzhané tem a oferecer. Indomável Sonhadora é um dos filmes mais inexplicáveis que eu já vi nos últimos tempos. As emoções passadas por ele podem ser as mais distintas dependendo do espectador, mas seja lá como ele for uma coisa fica na cara: esse é um dos filmes mais cativantes já feitos nos últimos anos.
    Carol S.
    Carol S.

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    2,0
    Enviada em 2 de setembro de 2013
    A atuação da menina é fantástica e ponto. A estória e a intenção do filme, ao meu ver, são super interessantes mas não souberam passar. Durante todo o filme fizeram muito mais do mesmo e esqueceram de passar a grandiosidade dos sentimentos mais puros, que acredito ter sido a ideia inicial. Me desculpem os americanos mas o que eles sambem fazer mesmo são filmes de ações e ficção fantásticos e grandes comédias românticas. Até é interessante eles quererem passar esse outro lado do país, a miséria e a pobreza, mas somos brasileiros e jamais entenderemos esse filme como grandioso. Nosso país se reinventou nos cinemas com filmes como Central do Brasil e Cidade de Deus dentre outros fantásticos filmes que trata de assuntos como miséria, seca e pobreza de maneira delicada e envolvente. Assim como outros diversos países que sabem falar de seus defeitos de forma comovente como Irã, Uruguai, Espanha, Itália e até mesmo Alemanha, com seus traumas. Por conscidência ou não, no mesmo fim de semana vi o filme "Biutiful" que achei a narrativa bem solta, um filme complicado de ver. Mas conta também de um pai que sabe que vai morrer e tenta preparar o "terreno" para que seus filhos tenham o mínimo possível para sobreviver. Sim, a estória é comovente e se passa no sibmundo de Barcelona. Te leva a sentimentos completamente contraditório mas que no final tudo faz total sentido ... É isso! Saber ser humilde e espirituoso ao mesmo tempo, é uma virtude para poucos.
    Jorge Manuel G.
    Jorge Manuel G.

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    0,5
    Enviada em 15 de janeiro de 2013
    que filme tão mau ! é tão péssimo que nem consegui ver até ao fim . Não basta ter uma boa ideia/mensagem para passar : é necessário ter competência cinematográfica e construir um argumento com qualidade. Pior do que isto só os dialogos imbecis de um tarantino
    George F.
    George F.

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    2,0
    Enviada em 16 de junho de 2013
    Não gostei, obra fraca e ilógica. Não sei como essa produção recebeu indicação a óscar críticas tão positivas da mídia! Se você possui sensibilidade aflorada e consegue extrair poesia junto ao sofrimento, talvez goste.
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