Indomável Sonhadora
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Média:   4,0 por 222 notas das quais 38 críticas  | 
  • 10 críticas     26%
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38 críticas dos espectadores

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Ísis O.

2 seguidores | Ler sua crítica |

   5 - Excelente

Um filme lindo que apresenta a riqueza do imaginário infantil e do amor genuíno pelas pessoas e pela vida.

William

1 seguidor | Ler suas 155 críticas |

   2 - Fraco

Apesar da ótima atuação da garota o filme é muito ruim, não vi mensagem alguma aí, muito menos um enredo interessante, chega uma hora que dá vontade de parar de assistir de tão cansativo.


Amanda I.

6 seguidores | Ler suas 2 críticas |

   5 - Excelente

Encantador. Embora mostre um cotidiano muito duro vivido pelos personagens, é um filme magnifico. Simplesmente amei.

David F.

19 seguidores | Ler suas 21 críticas |

   3 - Legal

Uma história diferente, faz a gente entrar dentro do filme. Mas é meio cansativo.

Gabi G.

4 seguidores | Ler suas 9 críticas |

   4.5 - Ótimo

Lindo . Quvenzhané Wallis atuou super bem , com essa idade já és tão talentosa ; Fiquei emocionada e chocada da forma bruta que vivem , real e que muitas vezes não é vista pelos cidadãos ! ótimo filme !

Alice N.

10 seguidores | Ler sua crítica |

   5 - Excelente

Simplismente uma lição de vida mascarada de vida. Sempre é tempo de sermos fortes. Fantástico!

João M.

3 seguidores | Ler suas 15 críticas |

   3.5 - Bom

Confesso que de todos os filmes nomeados ao Óscar para melhor filme do ano, “Beasts of the Southern Wild” foi aquele que menos me conseguiu cativar, mesmo depois de ver o trailer do filme a vontade de assistir a este drama não aumentou e continuei com as expectativas bastante baixas. E foi assim que comecei a ver “Beasts of the Southern Wild”, sem grandes expectativas e bastante reticente quanto à história e às interpretações do filme, o que se revelou ser bom, pois estava redondamente enganado. “Beasts of the Southern Wild” apresenta-nos uma história protagonizada por um conjunto de personagens que vivem numa sociedade à parte da civilização, uma comunidade bayou fictícia, quase selvagem, que vive numa ilha rodeada de água, onde o mito e o rito parecem andar de mãos dadas. Este trama tem como protagonista principal a carismática e encantadora Hushpuppy, uma jovem que vive num meio quase selvagem, rodeada de porcos, galinhas, crocodilos, entre outros animais, enquanto lida com o feitio bastante complicado do seu pai. Estes habitam numa comunidade com regras e hábitos muito próprios, longe das leis da civilização e da zona industrial que surge para lá da divisão da sua terra recheada de natureza, uma terra que se revela madrasta quando uma forte tempestade inunda todo o local e cria inúmeras transformações no modo de vida dos habitantes. Depois desta inundação viram-se obrigados a encontrar uma forma de sobreviverem, os habitantes são obrigados a tomar decisões complicadas, enquanto Hushpuppy vai conhecendo novas experiências, conquistando tudo e todos com o seu espírito terno, selvagem e genuíno. Este brilhante longa, primeiro de Benh Zeitlin, foi filmado com baixo orçamento, sendo a interpretação da jovem Quvenzhané Wallis um dos factores de maior peso para o sucesso deste filme, que tão depressa consegue despertar o maior sorriso do mundo como as mais sinceras lágrimas do espectador. A relação bastante peculiar e por vezes difícil que Hushpuppy mantém com o seu pai, é outro dos factores de maior relevância do filme, onde formam um estranho laço que os une de uma forma estranhamente comovente. Inspirado na peça “Juicy and Delicious”, de Lucy Alibar, “Beasts of the Southern Wild” não poupa nos momentos emotivos, que surgem alicerçados por uma ritmada banda sonora, ao mesmo tempo que o eficaz argumento do filme consegue apresentar de forma terna a história de uma rapariga que cresce num cenário selvagem, onde as “bestas” do título não parecem ser capazes de travar o seu enorme espírito, força de vontade e ternura. Em termos de interpretações, como já referi, a jovem Quvenzhané Wallis esteve absolutamente irrepreensível, justificando na plenitude a sua presença na lista de nomeados ao Óscar de melhor actriz principal. Quanto ao pai de Hushpuppy, interpretado no grande ecrã por Dwight Henry, foi outro a conseguir uma interpretação recheada de coisas boas, vindo dele algumas das cenas mais fortes e emotivas do filme. Todo o restante elenco secundário, composto maioritariamente por actores amadores, foi capaz de alcançar interpretações seguras e de acrescentar algo mais a este fantástico filme de Benh Zeitlin.

http://clubedecinema.pt/critica-beasts-of-the-s...

Sandra L.

1 seguidor | Ler sua crítica |

   5 - Excelente

uma atriz mirim encantadora interpretando uma personagem comovente. Gostaria de ve-la em outro filme.

Senhor Ivan!

84 seguidores | Ler suas 1675 críticas |

   3 - Legal

É sempre o mesmo intuito de nos meio a uma história de sofrimento e que as vezes de superação,imaginada pela Hushpuppy.O que é mas engraçado,é que você vai acompanhando a história de um jeito,que quer saber como acaba.O filme,mostra uma fotografia destruída e capaz de chocar pela realidade que passa aos bem aproveitadas nesse ambiente,deixam cada vez mas o filme se tornar magníue para uma atuação de gente grande da competente Quvhenzhané Wallis,que afinal o seu nome,é bem mas difícil que e a sua personagem.

Carol S.

6 seguidores | Ler sua crítica |

   2 - Fraco

A atuação da menina é fantástica e ponto. A estória e a intenção do filme, ao meu ver, são super interessantes mas não souberam passar. Durante todo o filme fizeram muito mais do mesmo e esqueceram de passar a grandiosidade dos sentimentos mais puros, que acredito ter sido a ideia inicial. Me desculpem os americanos mas o que eles sambem fazer mesmo são filmes de ações e ficção fantásticos e grandes comédias românticas. Até é interessante eles quererem passar esse outro lado do país, a miséria e a pobreza, mas somos brasileiros e jamais entenderemos esse filme como grandioso. Nosso país se reinventou nos cinemas com filmes como Central do Brasil e Cidade de Deus dentre outros fantásticos filmes que trata de assuntos como miséria, seca e pobreza de maneira delicada e envolvente. Assim como outros diversos países que sabem falar de seus defeitos de forma comovente como Irã, Uruguai, Espanha, Itália e até mesmo Alemanha, com seus traumas. Por conscidência ou não, no mesmo fim de semana vi o filme "Biutiful" que achei a narrativa bem solta, um filme complicado de ver. Mas conta também de um pai que sabe que vai morrer e tenta preparar o "terreno" para que seus filhos tenham o mínimo possível para sobreviver. Sim, a estória é comovente e se passa no sibmundo de Barcelona. Te leva a sentimentos completamente contraditório mas que no final tudo faz total sentido ... É isso! Saber ser humilde e espirituoso ao mesmo tempo, é uma virtude para poucos.

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