Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    Para Roma Com Amor
    Média
    3,8
    378 notas e 73 críticas
    distribuição de 73 críticas por nota
    8 críticas
    23 críticas
    25 críticas
    9 críticas
    4 críticas
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    73 críticas do leitor

    Crismika
    Crismika

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    2,0
    Enviada em 23 de julho de 2015
    Lindo cenário para um filme péssimo de Wood Allen, que não diz a que veio nesse filme. Não é porque é um filme de Wood Allen que não pode ser um filme ruim. NÃO RECOMENDO!!! Insuportavelmente arrastado e forçado.
    Neto S.
    Neto S.

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    2,5
    Enviada em 2 de março de 2016
    O longa é dividido em quatro segmentos. Em um deles, um casal americano (Woody Allen e Judy Davis) viajam para Roma para conhecer a família do noivo de sua filha. Outra história envolve Leopoldo (Roberto Benigni), um homem comum que é confundido com uma estrela de cinema. Um terceiro episódio retrata um arquiteto da Califórnia (Alec Baldwin) que visita a Itália com um grupo de amigos. Por último, temos dois jovens recém-casados que se perdem pelas confusas ruas de Roma.Mediano, muito inferior a outros trabalhos de Woody Allen, mais nao deixa de ser um bom passatempo, otimo elenco, boas atuaçoes, bela fotografia. Nota 6,8
    anônimo
    Um visitante
    4,0
    Enviada em 30 de outubro de 2013
    Quando se começa o filme,você já percebe que é obra de Woody o simples motivo de escolher bem lugares e personagens marcantes.O filme trata logo de agradar a quem assiste,chegando logo a uma história bem tratada,sem enrolação.O elenco é de primeira,a começar pelo o próprio Allen,que ainda se pode ver suas atuações bem agradáveis,mas não com muita frequência.E logo após,temos o sumido Roberto Benigni,com um bom sendo de humor.E ainda,Alec Baldwin,que é muito bom ver ele na ativa,ainda mas em filme bem desenvolvido...no mas,ótimo filme.
    danicarreis
    danicarreis

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    4,5
    Enviada em 10 de fevereiro de 2013
    Lindas imagens de Roma, as 4 tramas contidas no filme têm momentos engraçadíssimos e são impagáveis as cenas do próprio Woody Allen que, graças a Deus, voltou a atuar neste!!!! Adorei!!!!!
    Carlos P.
    Carlos P.

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    1,0
    Enviada em 25 de janeiro de 2014
    Muita criatividade pra pouca realidade. Filme entediante, que me deu vontade de parar de assistir no meio, mas por ser Woody Allen, vi até o fim, à espera de uma surpresa agradável...não aconteceu.
    Phelipe V.
    Phelipe V.

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    3,5
    Enviada em 21 de julho de 2013
    É Woody Allen fazendo uma critica mordaz a tudo, e o filme é bem divertido no que se propõe. Tem piadas sensacionais e o núcleo de Roberto Benigni é tão irônico e sarcástico com pitadas de surrealismo que nem parece o tipo de humor que o Allen costuma fazer! Na história que o diretor atua, toda a situação é desenhada justamente pra mostrar o quão chato é aquele personagem/alter ego, e a absurda proposta torna-se um recurso muito legal. Até aqui, o filme é perfeito, mas o problema tá nas outras histórias. É um filme de tramas isoladas, e nesses filmes uma trama acaba se sobrepondo à outra. A trama de Jesse Eisenberg é interessante principalmente pela personagem de Ellen Page, mas é a mais comum (e o "personagem" de Alec Baldwin é desnecessário e sem graça). O universo que Penélope Cruz orbita também não é lá muito envolvente, e a história da esposa perdida, apesar de ter o meu final favorito no filme, também demora muito pra dizer a que veio. Para Roma, Com Amor vale por ser um filme de Woody Allen, apesar de passar longe, bem longe dos melhores filmes do cara, ainda cumpre bem a sua função de entreter, até quando quer parecer monótono e chato, propositalmente.
    Ronaldo B.
    Ronaldo B.

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    2,5
    Enviada em 20 de agosto de 2012
    Eu tava sem nada pra fazer, e dai fui no cinema ver “Para Roma com Amor”... E Gostei... Eu sabia que não seria la uma grande comédia, mas ficou bem legal... Me lembrou muito o filme “Idas e vindas do Amor” que é um dos melhores filmes que já vi na vida... Me lembrou o filme porque tem varias histórias que se cruzam, e se esse filme tivesse um bom elenco seria sem dúvida muito melhor... Só faltou isso...
    danilo s
    danilo s

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    4,5
    Enviada em 28 de janeiro de 2013
    As histórias apresentadas neste filme são envolventes assim como os personagens(morro de rir com o roberto e woody) e a fotografia de roma perfeita,woody allen é um mestre nisso.
    ymara R.
    ymara R.

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    5,0
    Enviada em 18 de junho de 2013
    Como nao amar Wood Allen??? Dentro do seu senso de humor fantastico ele nao decepcionou..E sua atuaçao como personagem dele mesmo.. maravilha.. um prazer sempre assistir Wood Allen
    Marcio S.
    Marcio S.

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    4,0
    Enviada em 6 de abril de 2013
    Como já falei sou fã de Woody Allen e talvez mesmo inconscientemente posso ver somente o lado bom de suas produções. Nesse filme mais uma vez ele me agrada. O filme é leve, divertido, trata de coisas do cotidiano e tem diálogos bons. Logo no início somos apresentados aos personagens por um guarda de trânsito de Roma. Um casal americano (Woody Allen e Judy Davis) viaja para Roma para conhecer a família do noivo de sua filha, Leopoldo (Roberto Benigni) um homem comum que vira celebridade da noite para o dia, um arquiteto (Alec Baldwin) que viaja com amigos à Itália e dois recém casados que moravam no interior da Itália vão para Roma a fim de se estabelecer. Todas as histórias são divertidas, porém gostaria de destacar a de Baldwin. Quando ele vai caminhando para encontrar a rua onde morou quando mais jovem. Ele senta em um banco e logo é encontrado por um estudante de arquitetura que é fã de seu trabalho. Quando o estudante diz onde mora Baldwin descobre que é justamente onde ele morou. Então ele retrocede a rua por aonde veio para acompanhar o estudante. Pensamos: ele volta por aonde veio, então é como se ele entrasse no seu interior para reviver o que ele viveu anos atrás ou uma volta no tempo. Dessa maneira podemos interpretar que o estudante é ele mesmo. Passamos a acompanhar o estudante, a namorada e uma amiga dela que vem dos EUA. Notamos que a cor verde é uma cor que predomina mais no vestuário do estudante. Então no momento em que a amiga está contando o caso lésbico ela está de verde, ou seja, ela está entrando no mundo dele e ao final percebemos que ele dá um suspiro e um olhar que foi naquele momento que ela começa a mexer com ele. Logo assistimos ao trio na rua sendo que a amiga está de verde, ele também e a namorada destoando com outra cor. Ela já está ficando fora da vida dele. Não vou contar mais o desenrolar da narrativa, mas gostaria de destacar que ao final quando Baldwin está se despedindo do estudante eles retornam a rua por onde vieram no começo, ou seja, sai do seu interior, volta para o presente e para justamente no ponto onde eles se encontraram. O estudante está com a mesma roupa do começo. E faz um gesto contrário do que ele fez ao encontrar o arquiteto que é colocar os óculos e continuar na rua contrária. Baldwin segue adiante o seu caminho para a vida normal. Lindo. Antes de terminar gostaria de falar sobre a Melancolia Ozymandias. Woody Allen inventou essa melancolia em seu filme Memórias. Ozymandias foi um poema do século XIX de Percy Shelley em que há uma estátua no deserto, muito grande, e que tem a seguinte inscrição na base: “Meu nome é Ozymandias, Rei dos Reis. Contemplem a minha obra, ó poderosos, e desesperem”. O problema é que não há nada a sua volta. Então podemos concluir que tudo é passageiro. Nada vai resistir ao passar do tempo. Woody Allen já envelheceu e ele quer dizer que sua obra não vai resistir aos séculos que se passaram como foi com Ozymandias. Isso vale para todos nós. Enfim, para mim, mais um filme maravilhoso de Woody Allen.
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