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Vito Zanotti
5 seguidores
146 críticas
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3,5
Enviada em 23 de julho de 2026
Melhor que Borat? talvez
O roteiro é bem simples e talvez previsivel, mas entretém. A comédia eu achei engraçada na maioria das vezes. Uma sátira a politica convencial, democracia, ditaduras e etc. Teve muitos momentos politicamente incorreto, lembrando muito Borat, mesmo não tendo piadas tão pesadas. A minha parte preferida foi nas cenas do quarto, inclusive em uma delas aparece a Megan Fox. Outra foi a do discurso final que envolve politica num tom de comédia.
As atuações eu achei bem ok. A que mais me entreteve foi a do Aladeen. A Zoey nos primeiros minutos dela em tela eu achei uma personagem muita engraçada. Ainda mais porque lembro dos papéis da atriz em ''Todo Mundo em Panico''. Ela é atriz perfeita para interpetrar personagens burras.
Talvez eu ache esse filme no mesmo nível de Borat. Mesmo a maioria das pessoas achando a comédia com um tom mais leve. O que eu discordo.
O Ditador é uma comédia completamente esdrúxula. Eu ri bastante, mas em vários momentos fiquei pensando “meu Deus, que horror” — e claramente essa é a proposta do filme. O humor é exagerado, politicamente incorreto e desconfortável de propósito, usando o absurdo pra criticar poder, ego e autoritarismo. Não é pra todo mundo, mas se você entra no clima do exagero, funciona.
O ditador é um filme de comédia que contou com a direção de Larry Charles e roteiro de Sacha Baron Cohen, Alec Berg, David Mandel e Jeff Schaffer. O filme conta a história do general almirante que é o ditador da República da Wadiya (país fictício) Aladeen ( Sacha Baron Cohen). Ao ser ameaçado de morte, resolve ir a Nova York para uma reunião da ONU, onde se espera que faça um discurso em prol da democracia em seu país. Porém, o general sofre um atentado e colocam um sósia em seu lugar. Agora o verdadeiro general deve fazer o possível para reconquistar o seu poder. Não é nenhuma novidade em dizer que o filme tem muitas piadas de mal gosto e ofensivas, afinal Cohen está em seu melhor tipo de papel e em sua melhor forma. Ainda cabe uma passada de pano para o humor do filme, pois as piadas giram em torno da “inocência” do personagem dele. Daí é um humor que não se torna preconceito e sim demostra a hipocrisia. A inserção de personagem com a Zoey (Anna Faris) reforça o que eu acabei de falar: uma feminista natureba. A história funciona bem e o filme é curto. O filme poderia até funcionar melhor sendo um curta, retirando piadas mais nojentas (como o caso da masturbação) O lado interessante foi o discurso de Aladeen na ONU, na qual demostra o verdadeiro interesse dos EUA em “democratizar” países do Oriente Médio. Algo que ainda não mudou. Essa crítica do filme ainda está muito atual.
Embora Sacha Baron Cohen tenha uma timing bem peculiar para a comédia, não podemos falar o mesmo de Larry Charles, que tem como o seu maior pecador dirigir um filme de comédia anti-clímax, mesmo tendo um bom argumento nas mãos. E é exatamente por estes momentos que a película se salva e diverte, embora nem todas as piadas funcionem. É repleto de críticas sarcásticas a supremacia ditatorial de alguns líderes que abusavam do poder em suas posses. O exagero de algumas situações beiram o escatológico e pontuam o ofensivo para alguns mais fanáticos. Como o gênero comédia é um dos mais pessoais, irá variar de pessoa para pessoa.
Não é a melhor comédia de Sacha, mas dá pra dar umas boas risadas. Eu li algumas criticas negativas sobre o filme. Principalmente por ser uma comédia preconceituosa e com piadas de mau gosto. Eu discordo. Achei que as piadas levavam ao bom senso do protagonista a este nível. É quase uma busca da razão só que com humor. Também acho que o melhor jeito de levar as coisas agora é através de comédia. Eu estou um tanto quanto farto das histórias de espionagem, guerra e politicagem que há entre EUA e Oriente Médio. A missão de filme BESTEROL é cumprida com louvor. Daqueles exagerados. Por isso eu não aconselho para pessoas mais velhas ou pessoas muito sérias. Definitivamente, não assista com seu pais, avós, tias ou que seja. É um filme para você ver com amigos ou sozinho. Não é de chorar de ri, mas dei umas 3 ou 4 gargalhadas.
Muito engraçado. É sarcástico e tem altas doses de humor negro. Piada politicamente correta funciona? Não mesmo, por isso é um bom filme. As piadas são altamente críticas e tocam na ferida e mazelas da sociedade, principalmente nos problemas democráticos de governos com falsa democracia que condenam os governos totalitários. Ixpugante!!!
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