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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Blogs Pop
"Duro de Matar: Um Bom Dia Para Morrer" não se leva a sério, o que é ótimo. O longa sabe o quanto sua premissa é absurda, seus personagens ultrajantes e seu enredo uma insanidade, e é justamente isso que o faz funcionar.
O Globo
Sob a direção de John Moore [...], um artesão sem muito brilho que aqui transpira estilo pessoal, o episódio 5 da saga encara a violência sem pudor, mas também sem estetizações.
Cineweb
Com boas, embora previsíveis para os mais atentos, reviravoltas na trama, o filme é mais do mesmo, o que não é necessariamente algo ruim.
Folha de São Paulo
O filme tem farto material para atender a quem só vai ao cinema para se reabastecer de adrenalina.
Télérama
O papai encontra um pouco de prestígio aos olhos do filho espião. Entre as explosões acaba nascendo, discretamente, a homenagem rotineira à filiação.
Veja
Se o Bruce Willis está se divertindo tanto assim com essa bobagem, porque não a gente?
Chicago Sun-Times
Parece que estamos vendo Bruce Willis no papel de Bruce Willis, em um desses filmes em que Bruce Willis sobrevive a tudo enquanto mata os vilões, como num videogame. [...] "Um Bom Dia para Morrer" nunca nos dá a oportunidade de nos identificar com nenhum personagem.
Cinema com Rapadura
Se o roteiro é vazio e repleto de furos, nada muito diferente pode ser dito em relação ao trabalho de John Moore na direção, mais um adepto da câmera tremida e dos cortes excessivos que estragam grande parte dos filmes do gênero.
Cinema em Cena
Esta, sem dúvida alguma, é a maior decepção e o maior problema desta continuação: é um "Duro de Matar" estrelado por uma cópia barata de John McClane.
Cinepop
Quem procura apenas diversão despretensiosa e passageira não deverá se desapontar. Quem procura algo mais, mesmo num filme de ação, sairá insatisfeito com personagens rasos, [...] uma trama confusa e desinteressante, e os vilões menos carismáticos do cinema em anos.
Gazeta do Povo
A trama, estapafúrdia e cheia de clichês, envolve um antigo complô que teria, inclusive, causado o acidente nuclear de Chernobyl [...] Sobrevive a tudo isso, sem qualquer ferimento, o inegável carisma de Willis ...
Omelete
É uma continuação que reproduz as piadas internas consagradas (os bordões, o herói preso no trânsito) mas não entende o espírito da franquia.
Preview
"Um Bom Dia para Morrer" é um enlatado de ação, muita ação. Mal sobra fôlego e tempo para diálogos e as tradicionais piadinhas de John McClane.
Variety
As cenas de ação não são o problemas, elas certamente são barulhentas o suficiente. O problema são as brigas familiares forçadas e a trama absurda que ameaçam estragar as sequências ...
CineClick
Bruce Willis interpreta o mesmo personagem há um quarto de século e não parece disposto a jogar a toalha, apesar de não parecer particularmente empolgado com o papel. É difícil ver futuro para a franquia ...
New York Times
São várias sequências de ação - uma mais elaborada que a outra, e portanto menos interessante que a anterior - ligadas por um roteiro simplório e uma porção de frases de efeito, resmungadas por Bruce Willis.
Screen International
Sem apresentar vilões interessantes ou heróis complexos, "Duro de Matar: Um Bom Dia Para Morrer" se perde entre gritos e explosões sem sentido.
The Guardian
Este é o filme mais fraco da franquia, apenas uma perseguição longa, barulhenta, violenta e incrivelmente tola por Moscou. A grande surpresa é esperar para ver se John Jr. vai chamar McClane de "papai".
The Hollywood Reporter
As câmeras tremidas parecem que foram colocadas em cima de uma cama vibratória ao invés de um tripé, e operadas por crianças pequenas que acabaram de descobrir o botão "zoom".